1.12.15

A BLACK FRIDAY PASSOU, AGORA É NATAL, O ÁPICE DA CELEBRAÇÃO DO CONSUMO

DANIEL MAZOLA -

A celebração do Natal, festa cristã que deveria consagrar a união amorosa dos indivíduos, serve, antes, para a separação dos mesmos, mediante a distinção social promovida pelo poder de consumo. Karl Marx ensinou que o fetichismo da mercadoria consiste no ocultamento da relação social que passa a ser mediada pelas mercadorias, e não mais entre seus produtores e indivíduos.

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