12.12.15

NOTÍCIAS EM ANÁLISE: FALTA UM ZERO NESSA CONTA

MIRSON MURAD -


Mais um escândalo de corrupção no Brasil. Foram 200 milhões de reais desviados da transposição do Rio São Francisco.

Por quem? Pela mesma quadrilha do Lava-Jato, claro! Contudo, há algo estranho nessa apuração da roubalheira. Não foram 200 milhões de reais.

Investiguem a fundo e verão que surrupiaram muitas vezes mais. Creiam, meus amigos, Mais de 2 bilhões de reais é a provável cifra - astronômica - que os gatunos desviaram.

Para uma verba de 8 bilhões de reais, por enquanto, logicamente, 2 bilhões está dentro da média. Ou não? Afinal lá estão o grupo Camargo e a OAS do genro do Toninho Malvadez (ACM) ou, melhor dizendo, Antonio Carlos Magalhães.

CONSELHO TUTELAR

Estarrecido, anos atrás, assisti na TV, absurda notícia dando conta que duas criancinhas procuraram o Conselho Tutelar, não sei em que cidade brasileira, para pedirem proteção contra os maus tratos que vinham recebendo em sua casa. O referido Conselho, simplesmente, reencaminhou as pobres criancinhas aos seus monstros. Dias depois, foram encontrados partes de seus corpinhos. Que Conselho Tutelar é esse? Que espécie de tutela eles proporcionam as indefesas crianças que neles confiam?

Daqui dessa Tribuna da Imprensa, volto a reclamar a prisão dos ditos conselheiros, co-responsáveis por brutais assassinatos. A justiça tem que ser feita mesmo que demore dez anos. Chega de impunidade!...

ZILDA ARNS

Olhar tão meigo, sincero.
Sorriso largo, fraterno.

Um coração de criança
Que amava e não se cansava.
Braços que a Deus acolhia
Em cada irmão que sofria.
Mãos que afagaram crianças
E alimentaram a esperança.


Mulher materna, de luz,

Que revelava Jesus!
Em teu agir missionário
O rosto de Deus solidário!


Pés que abriram caminhos

E nunca estavam sozínhos.
Marchavam juntos a milhões
Entre sonhos de paz e canções.


Zilda, doutora do amor,

Graduada na escola da dor,
Seu título foi compaixão,
Sua tese maior, doação!


Teu corpo semente se fez,

E no mundo gerou comunhão.
Promoveu a Igreja da Vida
Que não morre, mas cresce no chão.


A morte não vai sepultar

O clamor que fizeste ecoar.
Teu espírito vai animar
Quem a vida deseja cuidar.


Poesia escrita e enviada por Pe. José Ricardo Zonta, CP. (Roma – Itália).