8.1.16

BRASIL PRECISA SE DEFENDER DE AGRAVAMENTO DA CRISE, AFIRMA MINISTRO EDINHO SILVA

Via Correio do Brasil -

Em seu blog, Edinho Silva também defendeu o diálogo contra “as mesquinhas disputas político-partidárias” que deram origem à crise política atual.

Ainda sobre a crise política, o ministro não mencionou o processo de impeachment aberto na Câmara dos Deputados contra a presidenta Dilma Rousseff.
O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Edinho Silva, disse que o Brasil precisa se defender de um possível agravamento da crise econômica internacional. “É necessário criar, de maneira responsável, mecanismos que possibilitem ao país superar este período de turbulências, com a força da nossa economia interna”, afirmou o ministro, em artigo publicado nesta quarta-feira em seu blog pessoal.

“Além de iniciativas que levem à retomada do crescimento econômico, é essencial a construção de uma agenda de consenso para que o Brasil possa tomar as medidas necessárias na busca de maior eficiência e competitividade internacional”, acrescentou.

Crise política

Sobre a crise política em curso, sem mencionar o processo de impeachment aberto na Câmara dos Deputados contra a presidenta Dilma Rousseff, Edinho também defendeu o diálogo contra “as mesquinhas disputas político-partidárias”.

“Se o diálogo vencer as mesquinhas disputas político-partidárias, se medidas de fortalecimento da economia forem aprovadas – repito, sempre de forma responsável -, o Brasil tem todas as condições de, em breve, retomar o crescimento, a geração de emprego e renda, voltando a ser exemplo de superação da longa crise econômica mundial”, afirmou Edinho.

Manifestações

Em recente pronunciamento, ainda sobre a crise política, Edinho Silva também posicionou o governo Dilma em relação às manifestações ocorridas, no final do ano passado.

“As manifestações são normais em um regime democrático. Tudo dentro da normalidade em um país democrático, que respeita a legalidade, que respeita as instituições; um Brasil que estamos construindo com muita dedicação democrática”, concluiu o ministro.