6.4.16

MEDO

MIRANDA SÁ  -

“Um instinto não pode tornar-se jamais objeto da consciência. Pode sê-lo unicamente a ideia que o representa” (Sigmund Freud)


Os dicionários e enciclopédias estudantis definem o medo como um estado emocional provocado pela consciência de perigo. A ideia de sofrer ameaça física, vital, ou revelação de segredos reprimidos têm o medo como resposta.

A visão científica confirma que diante de coisas desagradáveis, intimidações ou expectativa de castigo, o cérebro ativa uma série de compostos químicos provocando reações que caracterizam o medo.

A Bíblia cita o ‘espírito de medo’: Medo de ficarmos sozinhos, de sermos fracos, de ninguém nos escutar e por não poder suprir as nossas necessidades básicas. Este espírito do medo domina atualmente a tribo do mal, Lula e Cia., por culpa de Satanás, invocado por Dilma e um grande “marqueteiro” segundo o site Sétimo Dia.

Uma das lições sobre o jornalismo na Web ensina que não há sinônimos perfeitos; que existe uma única palavra para exprimir com exatidão seu pensamento, e no nosso caso vemos a diferença entre o medo e o temor, e que ter medo não é o mesmo que ficar assustado…

Lula, Dilma e os sócios comanditários da Empresa Cobiça S.A. criada para embolsar o dinheiro público, estão amedrontados ao ser aberto um contêiner cheio de crimes, falta de patriotismo, mentiras, segredos legais e ilegais e promessas vãs que trouxe para ‘elles’ a reação física do medo.

Lula é um amoral de nascença e formação; Dilma é mais fraca e segundo fontes que contribuíram para a matéria da revista IstoÉ, em circulação, anda irritada e “mais agressiva do que nunca”, por causa do impeachment.

A reportagem da IstoÉ mostra Dilma como uma mulher histérica e descontrolada, que perdeu as condições emocionais para conduzir o governo. Estão descritos na matéria os sinais e os sintomas do medo como o aumento do batimento cardíaco, a aceleração da respiração e a contração muscular.

Comenta-se também entre os servidores do Palácio do Planalto, que Dilma mandou eliminar jornais e revistas do seu gabinete, contentando-se com as sinopses dos seus subordinados cuidadosos. Pessoas de convivência diária no Planalto dizem que ela não pode ouvir a palavra ‘Pasadena’ que fica literalmente furiosa.

Este cenário piora dia a dia com a 27ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Carbono 14, aludindo às descobertas arqueológicas. O carbono-14, C14 ou radiocarbono, é um isótopo radioativo natural do elemento carbono, adotado em pesquisas para revelar evidências em elementos fossilizados.

O carbono-14 aplicado em antigas investigações trouxe um medo pânico às hostes lulo-petistas, sobrepondo-se a Pasadena, às pedaladas, à incompetência e a leniência do PT-governo com a corrupção.

Inscrições antigas decifradas extrapolam a crise política, os gravíssimos problemas econômicos e até mesmo o impeachment, trazendo à tona o assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel, crime que é atribuído à cúpula do PT pela família do morto, que mantém o blog “CELSO DANIEL – Corrupção, sequestro, tortura e morte”.

Este caso teve uma seqüência de assassinatos de testemunhas e mortes suspeitas; as conclusões foram apressadas, distorcidas e acobertadas pela polícia. Alertado, o Ministério Público quis investigar, mas sua ação foi abortada no STF.

Até quem não crê em vida após a morte sabe que espírito de Celso Daniel ronda os corredores do Palácio do Planalto cutucando o instinto de Dilma e freudianamente revelando-se a idéia do medo de pagar com Lula pelo crime.

A ideia que representa o medo é uma patologia que exige acompanhamento médico e medicamentos para esquizofrenia, incapacitando Dilma de governar. Por isto, a Nação exige seu afastamento, pela renúncia ou pelo impeachment.