21.7.16

PRESIDENTE DA UGT SE REÚNE COM DIRIGENTES DO SINTRATEL

Via UGT -

O Presidente Nacional da UGT, Ricardo Patah, participou de uma reunião com dirigentes e convidados do Sintratel, entidade filiada à União Geral dos Trabalhadores, na sede do Sindicato, no dia 1º de julho, acompanhado do Secretário de Organização da UGT Francisco Pereira (Chiquinho). O objetivo foi proporcionar uma maior aproximação entre a Central e seu Presidente do Sindicato e seus Diretores, de forma a fortalecer os laços e a unidade nas ações.
Patah aproveitou o encontro para apresentar a UGT para aqueles que não conhecem sua história. Falou de sua origem plural, resultado da união de centrais existentes em nome de um projeto mais amplo. E da intenção de novamente buscar unir a UGT a outras centrais, com vistas a fortalecer a central e a luta dos trabalhadores, neste momento tão complicado vivido pelo país, pelos trabalhadores e pelo movimento sindical.
Patah também falou sobre a visão da Central do momento político do país. Deixou claro que ele a e direção da UGT acreditam que o combate à corrupção é uma necessidade brasileira, que pode resultar num país melhor politicamente. E que a prioridade atual é combater projetos que tramitam no Congresso nacional e são extremamente prejudiciais aos trabalhadores, como o que prevê a prevalência do negociado sobre o legislado (o que significa que as negociações poderiam diminuir os direitos trabalhistas previstos em lei), e o que prevê a terceirização irrestrita dos serviços das empresas, incluindo as chamadas atividades fim.
O Presidente do Sintratel, Marco Aurélio de Oliveira, elogiou a aproximação e a interação da Central com a Diretoria do Sindicato, que espera ter espaço para atuar e ajudar nos debates que envolvem o movimento sindical e a intervenção junto à sociedade. Deixou claro que o Sindicato acredita na importância da central sindical para a organização e a luta dos trabalhadores em defesa de seus direitos e por novas conquistas, motivo pelo qual está filiado à UGT. E ressaltou que a tarefa central hoje é organizar a luta e a resistência para que o governo interino não aplique medidas que venham a prejudicar a classe trabalhadora, de cunho neoliberal, que é a marca desse governo.