20.10.16

A PROMISCUIDADE POLÍTICA DE RENAN CALHEIROS

HELIO FERNANDES -

No primeiro dia de fevereiro, o presidente do Senado será Eunício de Oliveira, termina o poderio e o autoritarismo de Renan. Faltam exatamente 100 dias, quer aproveitar para tentar preservar a liberdade futura. Respondendo a 8 processos no Supremo, e com 1 já liberado pelo ministro Fachini, sabe que as coisas serão inteiramente diferentes. Bom observador e carreirista notório, se movimenta para a ultima jogada.

Ha 20 anos, políticos que podem ser respeitados, querem a reforma verdadeiramente representativa. Três pontos são objeto quase unânime, só que não conseguem colocá-los em pauta. 1- Eliminação das coligações proporcionais. Deturpação da vontade do cidadão, que vota num candidato, e elege outros.

2- A clausula de barreira, que já existiu e continua de forma degradante. Partidos (?) praticamente sem representantes, têm direito a Fundo Partidário suntuoso, e fazem ou servem para as mais diversas negociatas. Alem do direito a tempo de radio e televisão, "gratuito". Se estabelecerem uma representatividade que nem precisa ser muito dura, ficarão 5 ou 6 legendas, será possível governar ou se opor, sem possibilidade de conspiração parlamentar.

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