22.11.16

1 - BANCO DO BRASIL É A ‘BOLA DA VEZ’ DO GOVERNO ENTREGUISTA DE MICHEL TEMER; 2 - EM DEPOIMENTO, CABRAL NEGA ACUSAÇÕES E CITA PEZÃO; 3 - RENATO RUSSO CHAMAVA GEDDEL DE “SUÍNO”

REDAÇÃO -

Reestruturação anunciada pela empresa prevê economia de R$ 750 milhões. Outra medida prevista é reduzir a jornada de trabalho de 6 mil trabalhadores com diminuição de salário.


O Banco do Brasil anunciou, neste domingo (20), seu plano de reestruturação. O banco pretende fechar 31 superintendências regionais, 3 diretorias (cujo funções serão redistribuídas) e 781 agências físicas – sendo que 402 serão encerradas e 379 serão transformadas em postos de atendimento (com menos funcionários e serviços).

Ao todo, 18 mil funcionários que poderiam ter se aposentado participarão de incentivo para deixar o banco.

Para o cliente, algumas pequenas mudanças devem acontecer, entre elas, a mudança do número da conta e agência. Senhas e números de cartões não devem sofrer alterações. Além disso, a migração de clientes de agências fechadas para as ativas será automática. As mudanças serão comunicadas por sms, site, aplicativo de celular, caixa eletrônico, correspondência e cartazes nas agências.

De acordo com o comunicado do Banco do Brasil ao mercado, a reestruturação deve trazer mais eficiência e economizar cerca de R$ 750 milhões. O texto ainda aponta que as alterações acompanham a mudança de hábitos e perfis dos clientes.

Hoje, o Banco do Brasil registra 40% das suas transações feitas por smartphones, além de 27% de transações via internet banking. O BB tem expectativa de atingir um público de 4 milhões de clientes no sistema que hoje conta com 1,3 milhão de usuários de alta renda. (Informações Revista Fórum)

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EM DEPOIMENTO, CABRAL NEGA ACUSAÇÕES E CITA PEZÃO


O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral citou, durante o seu depoimento à Polícia Federal, o nome do atual gestor estadual, Luiz Fernando Pezão, em pelo menos duas ocasiões. Segundo Cabral, a reforma do estádio do Maracanã foi iniciada quando Pezão era o secretário de Obras estadual. Pezão ocupou o cargo entre 2007 e 2011. Cabral foi preso na semana passada sob a acusação de liderar um esquema de corrupção e desvios que teria lesado os cofres públicos em cerca de R$ 224 milhões.

Segundo o depoimento prestado por Cabral nesta segunda-feira (22), Pezão mantinha contato com o empresário Fernando Cavendish, além de outros empreiteiros, no período em que esteve à frente da Secretaria de Obras. Cabral é suspeito de cobrar propinas em contratos como a reforma do Maracanã (as obras foram orçadas em R$ 1,5 bilhão), PAC das favelas (orçada em R$ 1,14 bilhão) e Arco Metropolitano (R$ 1,55 bilhão). O ex-governador também negou as suspeitas e disse ter a "consciência tranquila quanto às mentiras absurdas".
(Informações Rio 247)

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Renato Russo chamava o colega de escola Geddel de “Suíno”, diz biografia



Líder da Legião Urbana considerava o colega baiano “in-su-por-tá-vel” e se recusava a fazer trabalhos com ele. Os dois estudaram juntos no Marista, em Brasília, na década de 1970. Na época, conforme biografia de Renato, Geddel já profetizava: “Vou ser político”
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