5.11.16

GRIPE

MIRANDA SÁ -

“A corrupção não tem cores partidárias. Não é monopólio de agremiações políticas ou governos específicos. Combatê-la deve ser bandeira da esquerda e da direita. ” (Sérgio Moro)


Outro dia o colega tuiteiro @avpabreu postou uma interessante mensagem dizendo que “A Mentira, antes da corrupção, era uma gripe e, com a organização criminosa lulopetista, virou câncer. E câncer mata”.

Esse raciocínio deu-me curiosidade de pesquisar sobre “gripe” e “câncer”; e concluí que ele confundiu gripe com resfriado, doenças distintas…

A mentira (escrevi anteriormente um artigo sobre o tema) sempre foi e é condenável, mas sem graves prejuízos individuais ou coletivos, tornou-se tão corriqueira que as pessoas convivem com ela.

Quanto à gripe (palavra que vem do francês, “gripe”, que equivale ao termo italiano “influenza”, é uma doença infecciosa causada pelos vírus ARN da família Orthomyxoviridae. Esta enfermidade começou a ser observada nos meados do século 18 e acreditava-se ser um efeito da posição dos astros em certa época do ano; por isso atribuída à “influência” externa.

A História regista um terrível surto mundial, uma verdadeira pandemia que surgiu na década de 1918 e ficou conhecida como Gripe Espanhola. Após a 1ª Guerra Mundial se espalhou e ceifou a vida de quase 100 milhões de pessoas em menos de 2 anos.

Portanto, complementando a colocação de Tony II, a mentira era somente um resfriado que a pelegagem usou para esconder e até para justificar a criminalidade do PT e seus puxadinhos. Chegaram a um ponto de chamar de “erros” os crimes praticados.

A corrupção nunca foi exercida por um único indivíduo, nem de um grupo ou partido; mas com o lulopetismo tornou-se contumaz com fraudes e mentiras. Um câncer corroendo as entranhas do governo no organismo vivo da administração pública.

O câncer mata. Veio do grego, “karkinos”, “caranguejo” e entrou na língua portuguesa vindo do latim ‘cancer’, sem acento circunflexo, significando ao mesmo tempo a doença e o signo do Horóscopo.

O mal abrange mais de 100 tipos que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos. São tumores que incidem principalmente na boca, mama, pele, próstata, colo do útero, fígado e pulmão.

A corrupção procedeu assim no corpo do Estado Brasileiro. Pela infiltração através do aparelhamento dos órgãos públicos, tornou-se institucional nos governos petistas de Lula da Silva e Dilma Rousseff.
É difícil encontrar-se uma só repartição pública em que não se encontre um desvio, um malfeito, um roubo. Nos ministérios, empresas estatais, fundos de pensão, associações, sindicatos e ONGs. Há um estribilho corrente, quase um coro nacional que diz “em cada enxadada na lama da corrupção, aparece uma minhoca corrupta do lulopetismo…”

Mas o Brasil é uma terra abençoada. Surgiu, primeiramente, um presidente do STF que atuou no processo do Mensalão, condenando vários corruptos, incluindo dirigentes do partido ocupante do poder. Os principais mensaleiros foram condenados e presos.

Posteriormente, veio a Operação Lava Jato ceifando os corruptos e corruptores de todos matizes, particularmente os que levaram a empresa ícone da nacionalidade, a Petrobras.

A Lava Jato – honra seja feita aos policiais federais, procuradores e ao juiz Sérgio Moro – impediu a metástase cancerígena em curso. Extirpando os tumores malignos da corrupção e anulando a expansão dos corruptos e corruptores a faxina da Lava Jato recebe o apoio e a solidariedade do povo brasileiro. E quem se levantar contra ela, cairá na fossa comum da bandidagem.