26.1.17

SINDICAL: 1 - AMS DA PETROBRÁS VIRA CASO DE POLÍCIA; 2 - FST REJEITA REFORMA TRABALHISTA E APONTA CONTRADIÇÕES

REDAÇÃO -

A cada dia a Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) administrado pela Gerência do Compartilhado  da Petrobrás apresenta falhas inexplicáveis em seu atendimento, o que gera muita contrariedade entre seus funcionários ativos e inativos.

O caso mais recente é do aposentado Cesar Vilhena Gomes da Costa  que registrou um Termo Circunstanciado Aditado, na 5ª DP, por injúria, após ter sido mal atendido no dia 21 de dezembro do ano passado, por uma funcionária no Edifício Sede da Petrobrás, o EDISE, no Centro do Rio de Janeiro.

No Termo, Cesar alega que no dia 20 de dezembro compareceu à sede da Avenida Chile, por volta de 15:30 hs para tratar assunto de seu interesse quando foi atendido por uma funcionária  que imediatamente entrou em contato com o AMS para liberar o acesso do aposentado ao departamento. Indagado sobre o que queria tratar Cesar respondeu a atendente que o assunto era de foro pessoal. Diante da resposta a funcionária entrou em contato, via telefone, com AMS que não liberou a entrada do inativo, resultado: Cesar Vilhena Gomes da Costa no dia seguinte foi à polícia registrar o ocorrido.

Histórico de “enrolações”

Não é de hoje que o AMS tem aprontado com ativos e inativos da Petrobrás. Ainda em dezembro de 2016 funcionários do serviço de atendimento do Call Center da AMS (0800 287 2267) estavam informando aos usuário(a)s do Beneficio Farmácia que a Secretaria de Aposentados e Pensionistas do SINDIPETRO- RJ seria a responsável na realização de procedimentos de reembolso e cancelamento de desconto em folha para quem decide não usar mais o benefício. Os atendentes do Call Center de forma absurda chegaram a informar que funcionária do SINDIPETRO-RJ, Tatiane Velasco era a responsável pelos encaminhamentos a serem dados.

Se já  não bastasse  que a Petrobrás não cumpre  o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU)  que determina que assuma, de imediato, a Gestão e Operacionalização do Benefício Farmácia (BF)  e regularize os serviços prestados, inclusive, execute os reembolsos retroativamente.

Resta saber o que a gerente de RH/AMS, Maria de Fátima Duarte Matos tem a dizer sobre essas confusões da Assistência Multidisciplinar de Saúde da Petrobrás. (Fonte: Agência Petroleira de Notícias)

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FST rejeita reforma trabalhista e aponta contradições no texto

O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) se reuniu com os dirigentes das confederações filiadas e definiu posição pela rejeição ao projeto de lei 6787/2016, enviado pelo governo de Michel Temer ao Congresso Nacional.

Para Arthur Bueno, coordenador do FST, a proposta, além de trocar a legislação trabalhista atual pelo que será acordado entre as partes, iniciando do zero o processo de negociação, trás alterações também na organização sindical estabelecida pela Constituição de 1988. “Essa é uma reforma trabalhista e sindical”, afirma Arthur.

Um dos principais pontos criticados, e de forma unanime pelas confederações, foi a possibilidade de o representante no local de trabalho não necessitar de filiação a entidade sindical. “Isso é uma desvalorização do sindicato e uma maneira de fragilizar a atuação dos trabalhadores”, declarou o coordenado do Fórum. (Fonte: Agencia Diap)