17.2.17

SP: 1 - PROJETO DE LEI QUER DAR NOME DE MARISA LETÍCIA A TRECHO DE AVENIDA NA ZONA SUL; 2 - VAREJO FECHA 107 MIL POSTOS DE TRABALHO EM DOIS ANOS; 3 - INDÚSTRIA GERA 6,5 MIL EMPREGOS EM JANEIRO; 4 - MTST OCUPA A PAULISTA

REDAÇÃO -



Projeto de lei em discussão na Câmara Municipal de São Paulo pode dar o nome da ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta no último dia 3, ao prolongamento da Avenida Chucri Zaidan até a Rua Laguna, na Chácara Santo Antônio, em Santo Amaro, na Zona Sul.

Marisa Letícia foi a primeira-dama do Brasil entre 2003 e 2010, período em que Luis Inácio Lula da Silva exerceu o cargo de presidente.

Para virar lei, o projeto apresentado pelo vereador Reis (PT) tem de passar pelas comissões permanentes e ser aprovado pela maioria dos vereadores em plenário. Também precisa ser sancionado pelo prefeito João Doria (PSDB).

Marisa Letícia morreu no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, aos 66 anos. Ela estava internada desde o dia 24 de janeiro, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral hemorrágico provocado pelo rompimento de um aneurisma. (informações G1)

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VAREJO PAULISTA FECHA 107 MIL POSTOS DE TRABALHO EM DOIS ANOS

O comércio varejista eliminou mais de 107 mil empregos com carteira assinada nos últimos dois anos em São Paulo, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio). Os dados divulgados nesta quinta-feira referem-se a todo o estado. 

Foram eliminados 5.133 empregos em dezembro, resultado de 66.721 admissões e 71.854 desligamentos. Com isso, o varejo encerra 2016 com um total de 2.082.883 trabalhadores, queda de 2,2% na comparação com o mesmo período de 2015. No acumulado do ano passado, foram extintos 47.146 postos de trabalho.

INDÚSTRIA PAULISTA GERA 6,5 MIL EMPREGOS EM JANEIRO

Pela primeira vez em 20 meses, a indústria do Estado de São Paulo contratou mais que demitiu, segundo dados divulgados pela Fiesp. "Temos que comemorar o primeiro mês com geração de emprego depois de 20 meses de movimento negativo", comenta Paulo Skaf.

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MTST ocupa a Paulista e diz que vai ficar

O MTST fez na noite de quarta (15) uma manifestação com aproximadamente 30 mil pessoas na Avenida Paulista. O ato foi convocado para protestar contra o fato de que 84% das pessoas que precisam de habitação no Brasil estão na chamada Faixa 1, com renda familiar de até R$ 1,9 mil, mas foram esquecidas pelo governo Temer.

Guilherme Boulos, líder do MTST, no seu discurso ao final da marcha pediu para que aqueles manifestantes que pudessem continuar no local, na frente do prédio da presidência da República da Paulista, deveriam acampar ali e aguardar um novo posicionamento do governo federal sobre as reivindicações do movimento.

No fechamento desta matéria, várias barracas estavam sendo instaladas no local. A previsão era de que um grande número de pessoas continuassem por lá. (via Revista Fórum)