17.3.17

SÉRGIO MORO: O JUIZ FORA DA LEI!

EMANUEL CANCELLA -

O juiz campeão do vazamento seletivo ilegal para a mídia, principalmente para a Globo a qual lhe premiou.


“Completa um ano nesta quinta-feira (16) o vazamento perpetrado pelo juiz Sérgio Moro de um grampo ilegal colhido pela Polícia Federal, de uma conversa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a então presidenta da República, Dilma Rousseff. Até hoje, não houve qualquer punição ou retratação em relação aos envolvidos” (1).

Foi da Lava Jato que também vazou a mentira na véspera da eleição que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás (2).

Foi o próprio Moro que vazou para a mídia que faltava dinheiro para operação Lava Jato a qual foi desmentido pela própria Polícia Federal (3).

Porém no governo de FHC de forma muito suspeita o PGR tendo na chefia um conhecido pela imprensa “Engavetador Geral da República”, a PF não tinha dinheiro para colocar gasolina nos carros e os telefones estavam cortados por falta de pagamento. Moro deve ter confundido Dilma com FHC (4).

O mesmo Moro que aplaudido pela sociedade deu origem ao “Petrolão” investigação implacável na Petrobrás nos governos de Lula e Dilma, pasmem: Apesar de inúmeras denúncias de corrupção na Lava Jato citando o governo de FHC na Petrobrás, Moro finge que não é com ele.

E para mostrar a blindagem de Moro ao PSDB ele também não investiga a gestão do tucano Pedro Parente, que na Petrobrás está vendendo sem licitações ativos, entre outros a malha de dutos do sul, a mais rica da Petrobrás; Parente também vendeu o campo do pré-sal de Carcará, sem licitação a preço de um refrigerante o barril.

Parente que é réu em ação de venda ilegal de ativos movida por petroleiro, quando ministro de FHC, agora de forma reincidente, faz uma verdadeira liquidação com os ativos da Petrobrás, com a conivência da Lava Jato que, diga-se de passagem, tem a obrigação legal e precípua de investigar a Petrobrás (5).

Parente vende como se fosse propriedade sua, ao arrepio da lei ativo da Petrobrás escolhendo para quem e por quanto vender.

Em novembro de 2016 a gestão de Pedro Parente foi formalmente denunciada ao MPF por um petroleiro (7). Em dezembro do mesmo ano o MPF ao invés de responder a denúncia, intimou, a pedido do juiz Sérgio Moro, o petroleiro por possível crime contra a honra do servidor público (6).

Pergunta que não quer calar: O MPF não é o fiscal da lei?

Fonte:

*Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, integra a coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), sendo autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro”