1.4.17

LAVA JATO A SERVIÇO DOS TUCANOS!

EMANUEL CANCELLA -


Como confiar na Lava Jato, que deixou vazar falsamente, às véspera da eleição, de que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás(1).

O chefe da operação Lava Jato, juiz Sérgio Moro, pessoalmente, para desgastar Dilma, mentiu quando disse a imprensa que faltava dinheiro para operação Lava Jato (2).

E o chefe da Força tarefa da lava Jato pagou um mico quando disse para os brasileiros, ao vivo na Globo New com base num Power point que ele não tinha provas mas convicção que Lula era o comandante máximo da corrupção na Petrobrás (3).

Mas o governo tucano de FHC na Petrobrás já foi citado varias vezes na Lava Jato e nem sequer é investigado, com denuncias de corrupção inclusive citando o filho de FHC (4).

E o tucano, Pedro Parente que é réu em ação movida por petroleiros quando ministro de FHC e agora presidente da Petrobrás, promove uma liquidação na empresa retomando a mesma pratica que o tornou réu, a venda de ativos sem licitação onde ele decide para quem e por quanto vender (5).

E para que depois ninguém diga que os petroleiros ficaram calados, entramos com denuncia no MPF em novembro de 2016 para que a Lava Jato investigue Parente e até agora nada (6).

E a noticia de hoje no Estadão reforça a cumplicidade da operação com os tucanos: “Lava Jato responsabilizará partidos na Justiça por corrupção na Petrobrás.

Procuradores da força-tarefa preparam ações cíveis para pedir a partir de 2016 o ressarcimento aos cofres públicos do dinheiro de propina recebido por legendas, em especial PT PMDB e PP, acusadas de comandar o esquema na estatal...(7).”

Creio que antes tarde do que nunca, a Lava Jato deveria incluir nessas investigações o PSDB. A sociedade começa a desconfiar que a Lava Jato escamoteia as fortes evidencias que os tucanos podem ter comandado o esquema de corrupção na Petrobrás!

Fonte:

*Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, integra a coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), sendo autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro”