16.6.17

1- AS MULHERES DE 1917, ESPECIAL REVOLUÇÃO RUSSA; 2- NO MÉXICO, A IMPUNIDADE COMO POLÍTICA DE ESTADO; 3- COMO SE PRIVATIZAM AS ÁGUAS DO BRASIL

REDAÇÃO -

As mulheres não foram apenas a “centelha” da Revolução Russa, mas a força motriz que a impulsionou.


No Dia Internacional das Mulheres em 1917, mulheres tecelãs no distrito de Vyborg, em Petrogrado, entraram em greve, saíram das fábricas e se dirigiram às centenas, de fábrica em fábrica, chamando operárias e operários para a greve e se envolvendo em violentos confrontos com a polícia e com os soldados.

Sem qualificação, com baixa remuneração, trabalhando de doze a treze horas por dias em condições de higiene precárias e insalubres, as mulheres exigiram solidariedade e ação por parte dos homens, especialmente daqueles que trabalhavam com engenharia qualificada e em fábricas metalúrgicas, que eram tidos como os politicamente mais conscientes e a força de trabalho socialmente mais poderosa da cidade. As mulheres jogaram paus, pedras e bolas de neve nas janelas das fábricas e forçavam sua entrada nos lugares de trabalho, pedindo pelo fim da guerra e pelo retorno de seus homens que estavam no front.

Leia a íntegra da matéria no blog da Boitempo

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No México, a impunidade como política de Estado

A Pública se junta à imprensa mexicana na homenagem ao repórter Javier Valdez, assasinado em maio, e engrossa o coro por justiça: desde 2000, 126 jornalistas foram assassinados no país e mais de 20 estão desaparecidos.

Leia a íntegra da matéria no site Pública

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Como se privatizam as águas do Brasil

Sem debate algum com a sociedade, governo Temer prepara venda das companhias estaduais de abastecimento e despeja, na mesa de jogo do cassino financeiro global, as maiores reservas hídricas do planeta.

Leia a íntegra da matéria no site Outras Palavras