3.7.17

LUTA CONTRA AS REFORMAS MOBILIZA FRENTISTAS DE TODO O PAÍS

Via FENEPOSPETRO -

Os dirigentes dos frentistas, que representam cerca de 500 mil trabalhadores de postos de combustíveis e lojas de conveniência em todo o país, mostraram a força da categoria nos protestos da última sexta-feira (30).


A sexta-feira (30) foi um dia de luta para os trabalhadores, em especial para a categoria dos frentistas que vai ser duramente atingida pelas reformas da Previdência e Trabalhista. Com o apoio do poder econômico, o governo tenta aprovar no Congresso Nacional as propostas que vão retirar direitos históricos conquistados com muita luta pela classe trabalhadora. Para impedir o avanço das reformas e o retrocesso social, Sindicatos dos Frentistas de todo país junto com demais categorias saíram às ruas para protestar contra o governo e os projetos que vão precarizar a mão de obra e escravizar o trabalhador brasileiro.

O presidente da Federação Nacional dos Frentistas (FENEPOSPETRO), Eusébio Pinto Neto, participou ativamente dos protestos no Rio de Janeiro, onde representa o sindicato da categoria no estado. Ele realizou manifestações nos postos de combustíveis da capital e chamou a atenção dos trabalhadores para o risco de as propostas passarem no Congresso. Eusébio Neto disse que o Brasil vive um momento de inversão de direitos, onde quem está no poder trabalha contra a classe operária e toda a sociedade. O presidente da FENEPOSPETRO afirmou que o povo brasileiro precisa despertar a consciência de classe e política e tomar as ruas e lutar para que os direitos não sejam retirados. Ele disse que se as propostas passarem será necessário fazer uma nova Lei Áurea, já que o povo vai trabalhar sob o chicote do poder econômico. Eusébio Neto denunciou a elite de burocratas do serviço público do país formada por representantes do poder legislativo, executivo e judiciário, que ganha altos salários e ainda conta com ajuda de custo para moradia, combustível e roupa, enquanto o povo desempregado sofre com a exploração. “É o trabalhador que sustenta a Nação com seus impostos, enquanto a maioria dos ricos não paga imposto, sonega e ainda transfere a renda para outros países. Temos que fazer uma reforma política no país porque o país pertence ao povo e não a classe aristocrática”, completou.

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* Estefania de Castro, assessoria de Imprensa Fenepospetro