5.7.17

NEGOCIAÇÃO SALARIAL DOS FRENTISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SERÁ RETOMADA HOJE

Via SINPOSPETRO-RJ -

Sindicatos dos Frentistas do RJ, Niterói e Campos dos Goytacazes negociam aumento nos salários da categoria.


A união faz a força, por isso os três Sindicatos dos Frentistas do estado do Rio de Janeiro se juntaram para negociar aumento real nos salários dos cerca de 20 mil trabalhadores de postos de combustíveis e lojas de conveniência. Em reunião nesta quarta-feira(5), na sede do SINPOSPETRO-RJ, em Vila Isabel, as entidades de classes vão apresentar ao SINDESTADO (Sindicato Patronal) a contraproposta de reajuste da categoria.

Além do aumento salarial, os Sindicatos dos Frentistas do Rio de Janeiro, Niterói e Região e Campos dos Goytacazes e Região negociam reajustes nos benefícios e novas conquistas na Convenção Coletiva 2017-2019. No mês passado, representantes dos três sindicatos se reuniram para elaborar a contraproposta salarial. O presidente do SINPOSPETRO-RJ, Eusébio Pinto Neto, espera que as negociações avancem e que o aumento salarial contemple as necessidades da categoria.

O SINPOSPETRO-RJ representa 10 mil trabalhadores de postos de combustíveis e lojas de conveniência, em 37 cidades do estado do RJ. O presidente Eusébio Pinto Neto diz que a participação efetiva da categoria no processo negocial é determinante para avançar nas conquistas de novos benefícios e salários dignos. Segundo ele, a crise econômica e o aumento do desemprego têm dificultado as negociações em todo o país. Eusébio frisa que a categoria não pode se omitir e delegar ao sindicato a responsabilidade de negociar sozinho.

CLÁUSULAS SOCIAIS

Os sindicatos lutam também para estender o adicional de periculosidade de 30% a todos os funcionários de postos de combustíveis, que exercem atividades laborais em condições perigosas, de acordo com os parâmetros fixados pelas Normas Regulamentadoras expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

As entidades reivindicam, ainda, a implantação das normas de segurança e saúde nos postos de combustíveis. Os sindicalistas vão cobrar dos patrões o cumprimento das normas regulamentadoras do MTE. Além da implantação do anexo II da NR 9, sobre exposição ocupacional ao benzeno em postos revendedores de combustíveis, os sindicatos exigem o cumprimento da NR 20, que qualifica o trabalhador para manusear produtos tóxicos e inflamáveis.

* Estefania de Castro, assessoria de imprensa Sinpospetro-RJ