23.8.17

1- CANDIDATA APOIADA PELO SINDIPETRO-RJ GANHA ELEIÇÃO PARA O C.A DA TRANSPETRO; 2- NOTA DE REPÚDIO DA UGT: SOMOS CONTRA A REDUÇÃO DE R$ 10 NA PREVISÃO DO SALÁRIO MÍNIMO

REDAÇÃO -


A candidata comprometida com a unidade de todos os petroleiros e petroleiras, independente de federação a qual o sindicato pertence,  e apoiada pelo sindicato, Fabiana dos Anjos (foto), venceu o segundo turno da eleição para a representação dos trabalhadores no Conselho de Administração da Transpetro encerrada neste domingo (20). Foram 875 votos (61,92%) da técnica de operação do Terminal Aquaviário de Madre de Deus, na Bahia, contra 538 (38,08%) de Kassem Lima Zaidan, candidato apoiado pela empresa.

A vitória da Fabiana dos Anjos, por uma grande maioria, demonstra mais uma vez que os trabalhadores do sistema Petrobrás estão antenados na defesa da Transpetro  e do sistema contra o  processo de desmonte e  privatização promovido pelo governo Temer através de Pedro Parente. (via Sindipetro-RJ)

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Somos contra a redução de R$ 10 na previsão do salário mínimo

O presidente da UGT, Ricardo Patah, condenou o decreto do governo que torna o setor supermercadista atividade essencial. Segundo o dirigente, a medida gera uma interpretação de que os empresários não precisarão mais de acordo prévio com os Sindicatos sobre o trabalho aos domingos e feriados. Confira a íntegra do texto.

NOTA DE REPÚDIO:
Somos contra a redução de R$ 10 na previsão do salário mínimo.

A decisão do governo em reduzir em dez reais a previsão do salário mínimo é algo totalmente infundado e incoerente. Não tem nexo algum – não obstante as explicações de que a inflação esperada para o ano que vem caiu – querer mexer no lado mais frágil que é o bolso do trabalhador. Isso causará um problema seríssimo ao país, visto que tirar 10 reais do salário mínimo pode parecer pouco para eles, mas vai mexer e muito na vida financeira do trabalhador brasileiro, sobretudo do aposentado. O brasileiro trabalha muito e ganha pouco. Todo ano – às vezes mais de uma vez – recebe um baque no aumento dos combustíveis, dos impostos, da cesta básica. Recebeu um tapa na cara ao ver a mudança na lei trabalhista, que o deixa fragilizado em diversos sentidos. Agora está vendo a meta do salário mínimo cair em dez reais, e o prenúncio de que o governo pouco se importa com o trabalhador.   Vamos reagir, porque não suportamos mais essa brincadeira com nosso bolso. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) repudia este absurdo. Não é justo tirar o pouco que se tem. Haveremos de lutar, sempre, por nenhum direito a menos. E por nenhum centavo a menos também.

Ricardo Patah Presidente Nacional da UGT