14.8.17

1- “A DIFERENÇA ENTRE NÓS É QUE EU NÃO ME VENDI”, DIZ MARADONA A HENRIQUE CAPRILES; 2- FILHO DE NICOLÁS MADURO SE DIRIGE A TRUMP E AMEAÇA 'TOMAR CASA BRANCA'

REDAÇÃO -

O ex-jogador de futebol argentino deu, na sexta-feira (11), uma resposta atravessada à Henrique Capriles, principal líder opositor da Venezuela, derrotado nas últimas eleições. Ele é tido como o "Aécio Neves" venezuelano por, assim como o tucano, ter pedido recontagem de votos após as eleições e articular golpes contra o governo eleito.

Pelo Facebook, Maradona afirmou: "Comigo você não se vitima. A diferença entre nós é que eu nunca me vendi", escreveu o argentino. A postagem é uma resposta a uma provocação de Capriles que, logo após Maradona ter manifestado publicamente seu apoio ao presidente venezuelano, Nicolas Maduro, disse que o ex-jogador é a típica "pessoa que se diz de esquerda mas vive como um milionário".

"Pegunto se essa gente que se diz de esquerda, que se diz progressista, que defende Maduro, se viveria com 15 dólares por mês", provocou.

Maradona, por sua vez, não deixou barato. "Capriles, comigo você não se vitima. Eu sei muito bem o que é viver com sete irmãos e não ter nada para comer. Gostaria que pudéssemos ter 15 dólares! A diferença entre nós é que eu não me vendi nunca. Viva Maduro!", postou. (via Revista Fórum)


Filho de Maduro se dirige a Trump e ameaça 'tomar Casa Branca'

O filho do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ameaçou o líder americano, Donald Trump, que retaliará no caso deste concretizar suas palavras e usar a força na Venezuela, comunica a mídia internacional.

"Se a Venezuela fosse atacada… Os fuzis chegariam a Nova York, senhor Trump. Nós tomaríamos a Casa Branca", afirmou o filho do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante seu discurso na Assembleia Constituinte citado pela agência Reuters.

Anteriormente, na Venezuela decorreram as eleições à Assembleia Nacional Constituinte que, segundo se espera, se vai ocupar de elaborar as emendas à Constituição do país.

A convocação deste órgão foi uma iniciativa pessoal do presidente, porém, a oposição não reconheceu os resultados do voto, afirmando que tal processo deve ser efetuado depois de um referendo. Estes eventos, por sua vez, deram um novo ímpeto aos protestos maciços que se têm travado no país desde abril deste ano. As manifestações já levaram a vida a mais de 120 pessoas.