29.9.17

1- RELATOR DE DENÚNCIA CONTRA TEMER JÁ QUIS PROIBIR MÚSICA DOS PARALAMAS SOBRE OS “300 PICARETAS” DO CONGRESSO; 2- AÉCIO DEFENDEU A PRISÃO DE DELCÍDIO DO AMARAL [VÍDEO]

REDAÇÃO -

Moreira e Bonifácio / Reprodução.
BuzzFeed elencou os melhores momentos do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), escolhido como relator da denúncia contra Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Em seu décimo mandato, ele é um defensor ferrenho do foro privilegiado, faltou no histórico dia da votação da Emenda Dante de Oliveira, que propunha as eleições diretas para presidente, e ainda tentou proibir a banda Paralamas do Sucesso de tocar uma música num show em Brasília, no caso a canção “Luís Inácio (300 picaretas)”.

Andrada iniciou a carreira política na UDN (União Democrática Nacional) e depois, em 1966, migrou para a ARENA (Aliança Renovadora Nacional), partido de apoio à ditadura militar.

Seu primeiro mandato como deputado federal pela ARENA foi em 1979. Na Câmara, foi vice-líder do governo do general João Figueiredo.

Com o fim da ARENA, migrou para o partido que a sucedeu, o PSD (Partido Democrático Social).

Em 25 de abril de 1984, ele faltou à votação da Emenda Dante de Oliveira, que propunha a eleição direta para a presidência da República.

Derrotada a Emenda Dante, em 1985, no colégio eleitoral, votou em Paulo Maluf para a presidência, que acabou derrotado por Tancredo Neves.

Em 1987 defendeu a Assembleia Nacional Constituinte, juntamente com partidos de esquerda.

Na eleição de 1989, vencida por Fernando Collor, ele foi candidato a vice presidente na chapa encabeçada por Paulo Maluf.

Em 1994 filiou-se ao PTB.

Em 1995, como procurador-geral da Câmara, foi à Justiça tentar impedir que os Paralamas do Sucesso tocassem a música “Luís Inácio (300 picaretas)”, num show em Brasília por considerá-la ofensiva ao Parlamento (dois anos antes, Lula havia dito que, no Congresso, havia uns 300 picaretas, a frase inspirou a canção). Foi criticado por outros deputados, que o acusaram de querer a volta da censura.

Em 1996 migrou para o PPB e quis processar o jornalista Arnaldo Jabor, que numa crônica denunciou a formação de de um “Centrão de Deputados Fisiológicos”.

Em 1996 votou a favor da CPMF. Dois anos depois filiou-se ao PSDB.

Em dezembro de 2001, na votação em segundo turno na Câmara de uma proposta que restringia a imunidade parlamentar, foi o único a se posicionar contrariamente à medida. (via DCM)

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Aécio defendeu a prisão de Delcídio do Amaral