22.9.17

INTERVENÇÃO JÁ

Por PEDRO AUGUSTO PINHO -


O Brasil foi invadido e as Forças Armadas (FFAA) precisam expulsar, rapidamente, este inimigo que se apossou de nossa Nação.

Os militares já estudaram no passado, nem tão remoto, que a invasão do País também se dá pela ideia totalitária, que promoverá o fim da nacionalidade, da justiça, da liberdade e da coesão social.

Esta força vai se infiltrando solertemente, se apossando de nossas riquezas, destruindo a altivez dos brasileiros e faz tudo isso em proveito dos escusos interesses externos.

Quem é esta força, onde e como atua e quem a representa no Brasil são as questões norteadoras da ação militar.

Esta força estrangeira é a nova ordem mundial, também conhecida por sistema financeiro internacional, que aqui abreviaremos por banca. Ela é controlada por cerca de quarenta famílias, nenhuma brasileira, e objetiva a destruição de nossa Nação, da eliminação de nossas fronteiras, da subversão de nossas leis e da exclusão da cidadania brasileira.

O exemplo de sua atuação é identificado em várias partes do mundo. Assim a vemos no mundo árabe, onde a banca se infiltrou no seio da religião, criou uma rivalidade entre os pensamentos sunitas e xiitas e destruiu os países que conhecíamos como Líbia e Iraque. O objetivo foi se apossar das enormes riquezas petrolíferas destes países e colocar suas populações nas condições de vida e de civilização que lembram as ocorridas há 800 anos.

Também no Afeganistão a banca vem provocando uma guerra civil interminável para a qual colocou, inclusive, estadunidenses e outros cidadãos estranhos ao povo afegão que causam ainda mais desavenças e mortes.

Presentemente, estas forças vem atuando com incalculável prejuízo material, humano e moral na Síria, no México e, aqui mesmo, em nosso subcontinente sulamericano, na Venezuela.

Como atua a banca? Pela corrupção, comprando, com dinheiro e doutrinação, os brasileiros que passam a agir em seu proveito. Houve uma época que a atuação estrangeira se dava, preferencialmente, pela modificação das mentes militares. Hoje, estes interesses alienígenas preferem atuar pelo poder judiciário.

A banca concluiu – e o Brasil dos generais Henrique Lott, Ernesto Geisel, para não ir mais longe com Leitão de Carvalho e o Almirante Álvaro Alberto, o comprovaram – que os militares eram nacionalistas, e para a banca o nacionalismo é o maior inimigo; como ideologia internacionalista que é.

Assim, a intervenção militar deve começar onde a banca mais se empoderou: na justiça e nas finanças; intervindo no Supremo Tribunal Federal, no Ministério Público Federal e nos Estaduais, em Tribunais de Justiça, em Varas Criminais e no Ministério da Fazenda, no Banco Central e nas empresas chaves para o desenvolvimento brasileiro como a Petrobrás, a Eletrobrás, a Nuclebrás, a Vale e nas Agências Reguladoras que decidem sobre áreas estratégicas para soberania brasileira.

A banca é também escravizadora, ela cerceia a liberdade, extinguindo a voz do povo, o exercício democrático da cidadania, retirando o projeto de País escolhido pelo voto para colocar no lugar o seu projeto espoliador, tirânico, totalitário.

É também fundamental que as FFAA assumam o controle da mídia que vem divulgando falsidades e licenciosidades contra o Brasil e o povo brasileiro.

As FFAA estarão assim, não apenas agindo como preceitua a Constituição, na defesa do País, de sua riqueza, de sua soberania e da vida livre do povo, mas ganhando o aplauso e apoio da maioria dos cidadãos que não se venderam para banca.

É preciso dar um basta neste esbulho, nesta posse clandestina do Brasil e repor o projeto de Nação que a maioria absoluta do povo deseja.

Pela imediata derrogação dos poderes dos ministros, desembargadores, juízes, promotores, presidentes e diretores de agências e empresas nacionais que estão agindo em favor da banca.

* Via e-mail / Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado