27.1.18

JUDICIÁRIO NEFASTO, MOROSO E IMPRODUTIVO

ROBERTO M. PINHO -

(...) “O fato agudo é de que seus juízes não podem atuar como baby siter do trabalhador. No Brasil, além da judicialização da política e das relações sociais evidencia-se a pessoalização da jurisdição, que se traduz num especial modo de Mediação Compulsória estatal, em conflito”.


O Princípio do Acesso a Justiça tem relação intrínseca com a dignidade da pessoa humana, igualmente conhecido como o Princípio da inafastabilidade do controle jurisdicional.

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