3.2.18

1- HOMEM QUE APARECE EM VÍDEO COM CRISTIANE BRASIL TAMBÉM FOI ALVO DE AÇÕES TRABALHISTAS; 2- BOULOS SOBRE AUXÍLIO MORADIA DE MORO: “QUER ‘LIMPAR’ O PAÍS DA CORRUPÇÃO SEM OLHAR O PRÓPRIO QUINTAL?”

REDAÇÃO -


Um dos homens que aparecem ao lado da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) no vídeo em que a deputada fala sobre ações que enfrentou na Justiça Trabalhista também teve o nome incluído no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas, segundo apurou o G1. Um dos quatro homens é o empresário Flávio Eliziário Gomes Ferreira, de 56 anos, sócio da FGF Empreendimentos e Incorporação Ltda.

No vídeo em que aparece ao lado de Cristiane Brasil, Eliziário fala: "Eu posso dar uma declaração como empresário aqui. Ação trabalhista toda hora a gente tem. A gente indeniza, paga..."A FGF responde a um inquérito civil no Ministério Público do Trabalho (MPT-RJ). De acordo com a assessoria de imprensa do MPT, uma funcionária denunciou a falta de equipamento de proteção, instalações sanitárias fora da lei, problemas estruturas, entre outras irregularidades.

Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi aberto em julho de 2014 para resolver os problemas. Em maio de 2015, a fiscalização do Ministério do Trabalho não localizou mais a empresa, sediada em Niterói. O MPT propôs, então, o arquivamento do processo, informando que o descumprimento do TAC resultaria no desarquivamento da investigação.

Em outro processo, que corria até 18 de janeiro de 2018, um vigilante diz que trabalhou na FGF Empreendimentos entre 23 de setembro de 2013 e 2 de junho de 2014. Na Justiça do Trabalho, ele reclamou de pagamento abaixo do piso da categoria, não pagamento de horas extras, jornada excessiva, adicional noturno, aviso prévio, férias, 13º salários, INSS, seguro desemprego e vales transporte e refeição, FGT e danos morais.

Em audiência em 14 de maio de 2015, as partes chegaram ao acordo: a empresa pagaria R$ 6 mil em seis parcelas iguais, de R$ 1 mil. Inicialmente, só as duas primeiras foram pagas. Os R$ 4 mil devidos viraram R$ 6 mil novamente devido à multa de 50%. Com atraso, outros R$ 4 mil foram pagos e a dívida ficou em R$ 2 mil.Após frustradas tentativas de bloqueios bancários (falta de saldo) e arresto de bens (nada foi achado no nome dele ou dos sócios), a Justiça determinou a inclusão do devedor no Banco Nacional dos Devedores Trabalhistas. (via Rio247)

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