17.2.18

DO BICHO À MÁFIA - PARTE 5

REDAÇÃO -

Extraído do livro “Os porões da contravenção – Jogo do bicho e ditadura militar: a história da aliança que profissionalizou o crime organizado”, de Aloy Jupiara e Chico Otávio.


O bicheiro Castor de Andrade tinha um baú de histórias cômicas, verdadeiras caricaturas, típicas de um gângster tupiniquim.

Em novembro de 1966, Castor se encontrava à beira do gramado do Maracanã, acompanhando aflito o desenrolar de uma partida decisiva, em que seu time, o Bangu, enfrentava seu arquirrival, o América. Aos 27 minutos do segundo tempo, o Bangu vencia por 2 x 1 quando, após um entrada por trás de Cabrita, do Bangu, em Edu, do América, o juiz marcou o pênalti que poderia empatar a partida.

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