9.2.18

GILMAR E OS ELEMENTOS CONCRETOS

MIRSON MURAD -


Quando era interrogado pelo juiz Bretas na Operação Lava Jato Carioca, Sérgio Côrtes, ex-secretário de Saúde do ladrão vagabundo Sérgio Cabral, declarou em alto e bom tom que levou propina de 3.500.000 dólares depositados no exterior. À pergunta do juiz de que ele, Sérgio Côrtes, confessava ter se vendido (corrupção) o médico-meliante disse: - "Sem dúvidas que sim".

O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal, libertou o prisioneiro afirmando em seu despacho que é necessário elementos concretos do crime para a prisão preventiva.

A confissão, em juízo, diante das câmeras de TV, do ladrão Sérgio Côrtes de que havia levado propina, que havia se vendido, não é uma prova mais que concreta, excelência? Seria preciso a prisão em flagrante com centenas de testemunhas, diante da TV além da confissão fria do criminoso? Ou o que, excelência?...

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