11.3.18

DELFIM, DO PODER, PELO PODER, PARA O PODER

SEBASTIÃO NERY -


Em Paris,1977, ligo para a embaixada do Brasil:

– O embaixador está?

– Sim, o senhor ministro está. Quem deseja falar com ele?

É assim. Não é o embaixador, é o ministro. Não é o homem daqui, do exterior, é o homem daí, unha e carne com o dia-a-dia nacional. O homem integrado numa jogada política, hora a hora, minuto a minuto. O homem do poder, pelo poder, para o poder. E o poder, já ensinou a História, é a crônica do permanente instante.

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