29.6.18

PRIVATIZAÇÕES TRAMADAS, NÃO

HELIO FERNANDES -


O ministro Lewandowski, ontem, antes do recesso, como estamos em plena Copa do Mundo, digamos, "marcou um gol de placa". Proibiu privatização para servir a interesses pessoais e de grupos, geralmente prejudicando e traindo o país. Determinou "privatização, só com aval (votação e autorização) do Congresso".

E mais: "Tem que haver licitação previa". Naturalmente para saber as condições da privatização. E incluiu na proibição, o governo federal, estadual e municipal. Parabéns ao ministro, que ficou revoltado com a ENTREGA da Eletrobrás e de suas importantes  e variadas subsidiarias.

No Brasil existe uma predisposição a favor das privatizações, com a alegação de que "as estatais são mal administradas e dão sempre altos prejuízos". Isso é má fé, ignorância, e facilitação-traição para a abominável "venda" usurpação do patrimônio nacional.

Eletrobrás, realmente acumula prejuízos incalculáveis, num negocio, (produção e distribuição de energia) altamente rentável e servindo á coletividade, em todo o mundo.

A solução não é privatizar e sim ADMINISTRAR com o mesmo espírito como se dirige uma empresa particular. No caso da Eletrobrás e de outras estatais, (existem centenas no Brasil), é caso de fiscalização, intervenção e punição. Na Eletrobrás e nas outras, por que manter nos cargos, altamente remunerados, administradores (?) péssimos e predatórios?

PS- O ministro Lewandowski, tem que ficar atento. O objetivo principal é DOAR a Petrobras.

Manuela D`Avila

Derrotou e destruiu o massacre premeditado no "Roda Viva". Com grandeza, desprendimento, espírito público e muita coragem, se afirmou e saiu vitoriosa da baixaria que prepararam contra ela. Quase não podia falar e responder as  perguntas atiradas contra ela. O programa foi pautado e  conflagrado pelo assessor de um candidato tão repulsivo quanto seu empregado subserviente.

Parabéns a Manuela, como mulher e candidata. Pena que o programa tenha audiência pífia, mas assim mesmo ganhou pontos nas pesquisas.

A SUPREMA CORTE DOS EUA ACUMPLICIADA COM TRUMP

Ha mais de 1 ano, o presidente vem tentando impedir a entrada no pais de habitantes de 6 países. Acusação para a restrição: muçulmanos. Perdeu nas mais diversas instancias. Resolveu recorrer á Suprema Corte. Um estrategista de comunicação, aconselhou: "Coloca habitantes de 10 países, 4 sem qualquer ligação com muçulmanos".

Seguiu o conselho em parte, recorreu ao Supremo com uma lista de 8 países, 2 não muçulmanos. Acreditem e se assombrem: ganhou por unanimidade.