17.7.18

1- MOBILIZAÇÕES SALARIAIS DEVEM REFORÇAR ATOS DO “DIA DO BASTA”; 2- CASA GRANDE JÁ PENDUROU O MORO NO POSTE [VÍDEO]

REDAÇÃO -


As Centrais Sindicais realizam dia 10 de agosto mais um dia nacional de luta e paralisações. Será o “Dia do Basta” ao desemprego, que terá manifestações em todo o País. O ato acontece no momento em que começam a deslanchar as campanhas salariais de importantes categorias, entre elas bancários, carteiros, metroviários, petroleiros e metalúrgicos.

Os dirigentes buscam uma forma de fazer com que esta coincidência potencialize ambas as lutas, que têm como eixo central a resistência aos ataques da nova lei trabalhista.

“Não podemos deixar que a lei trabalhista se imponha nos acordos coletivos, sobretudo agora que vamos passar por um período com campanhas salariais de setores peso-pesado. É importante trazer essas categorias  para a manifestação do dia 10 de agosto”, aponta Paulo Barela, membro da executiva nacional da CSP-Conlutas.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), destaca que fazer um dia nacional de luta forte influenciará decisivamente no resultado das negociações salariais.

“O desemprego mexe com as campanhas salariais. Nesse momento, propor uma questão nacional como esse debate reforça as discussões sobre os direitos. A mobilização não pode ficar somente em torno das Convenções Coletivas, mas também, em torno daquilo que prejudica e traz perdas de trabalho nas suas categorias. Químicos, metalúrgicos, têxteis, por exemplo, estão perdendo postos de trabalho”, avalia.

Para Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT, o setor empresarial foi um grande ator no desmonte da legislação trabalhista. Categorias importantes estão sem Convenção assinada desde o ano passado, porque os empresários estão dificultando as negociações. Por isso escolhemos a Fiesp como local do ato em São Paulo”, diz.

Organização - Nova plenária ocorre dia 25 de julho, no auditório do Dieese, (rua Aurora, 957, Centro de São Paulo), às 10 horas. No encontro, Centrais e Sindicatos fazem os ajustes finais para a mobilização em agosto. (via Agência Sindical)

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CASA GRANDE JÁ PENDUROU O MORO NO POSTE