4.7.18

1- NOS ESTADOS UNIDOS, TELEVISÃO ABERTA JÁ É MENOS VISTA POR JOVENS DO QUE YOUTUBE; 2- ECONOMISTA E PROFESSOR DE CAMBRIDGE DESTRÓI O MITO DO “ESTADO MÍNIMO” [VÍDEO]

REDAÇÃO -


Plataforma na qual os jovens são público-alvo e produtores de conteúdo, o YouTube já é mais visto nos Estados Unidos do que a TV aberta. Ao sentar em frente a um aparelho de TV, 17% dos norte-americanos entre 18 e 34 anos optam por assistir algo no YouTube, enquanto apenas 7,5% escolhem alguma das cinco principais redes (ABC, CBS, Fox, NBC, The CW) do país.

A pesquisa foi realizada em maio pela divisão de mídia do grupo financeiro Cowen & Co. e publicada pelo site da revista Variety nesta terça (3). Foram ouvidos 2.500 adultos que responderam espontaneamente à pergunta: Qual plataforma você usa com mais frequência para ver conteúdo de vídeo na TV?

Entre os jovens, o YouTube só fica atrás da Netflix, líder disparada com 40% da preferência. Na sequência, vêm os canais pagos básicos, com 13%, a plataforma Hulu (responsável por The Handmaid’s Tale, atual vencedora do Emmy), com 7,6%. Só depois, na quinta posição, aparece a TV aberta.

A TV paga tem perdido espaço porque tem aumentado o número de pessoas que “cortam o cabo”, ou seja, deixam de ser assinantes de um pacote de canais que é muito caro e traz poucos benefícios. Um levantamento feito pela empresa de auditoria Deloitte mostrou que 56% dos americanos só continuam clientes de operadoras para terem acesso a um serviço de streaming que não trava.

A pesquisa do Cowen & Co. mostra ainda que quem opta pelo combo de uma TV por assinatura ainda prefere ver televisão de modo tradicional. O americano assinante de serviços de TV paga assiste mais aos canais de seu pacote (26%). Porém, a Netflix vem logo em seguida (24%), com as redes abertas em terceiro (19%).

Levando em conta o público geral, sem divisões por faixas etárias, a TV aberta também vai mal. Ela foi citada como escolha número um por 18% dos americanos, atrás da Netflix (27%) e dos canais básicos da TV paga (20%). Nesse caso, a TV aberta fica à frente do YouTube, preferência de 11% dos entrevistados. (…) (via Do site Notícias da TV)

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Economista e professor de Cambridge destrói o mito do “estado mínimo”