13.7.18

1- VEREADOR DO RIO FAZ GESTO HOMOFÓBICO NA CÂMARA E SERÁ DENUNCIADO; 2- MP PEDE AFASTAMENTO DO CHEFE DE POLÍCIA CIVIL

REDAÇÃO -


O vereador Otoni de Paula (PSC) fez gestos homofóbicos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro nesta quinta-feira 12, durante votação para decidir se seria aberto o processo de impeachment contra o prefeito Marcelo Crivella (PRB), que acabou sendo rejeitado.

Depois da fala do vereador David Miranda (PSOL), que defendia a saída de Crivella, o vereador Otoni de Paula (PSC), que apoia o prefeito, fez gestos homofóbicos como se estivesse imitando o parlamentar, que é homossexual.

"Demorou mais de 450 anos para um LGBT assumido chegar à Câmara de Vereadores do Rio! Não admitirei LGBTfobia no Plenário da Casa, como não aceito em lugar nenhum! Vereador Otoni de Paula vai responder no Conselho de Ética por quebra de decoro! #ForaCrivella", postou David Miranda no Twitter.

"É lamentável que existam parlamentares como Otoni de Paula! Desrespeito completo com o povo nas galerias! Otoni é reflexo do que é uma Prefeitura liderada por um bispo disfarçado de prefeito: um parlamentar homofóbico e obscurantista! LGBTfóbicos não passarão! #ForaCrivella", escreveu ele em outro post.

No link abaixo, o vídeo dos gestos homofóbicos e a fala de David Miranda anunciando que irá tentar cassar o mandato de Otoni de Paula:

***
MP PEDE AFASTAMENTO DO CHEFE DE POLÍCIA CIVIL DO RIO

O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu à Justiça estadual, nesta quinta-feira (12), o afastamento do chefe da Polícia Civil fluminense, Rivaldo Barbosa, denunciado junto com outros quatro delegados por crimes contra a Lei de Licitações.

Promotores do MP acusam o grupo de ter deixado de fazer licitações, de acordo com a Tv Globo. Os processos eram para contratar a prestação de serviços de informática com o objetivo de atender delegacias em todo o estado. Em pouco mais de um ano, a Polícia Civil fez três contatos emergenciais, que dispensam licitação e que ultrapassam R$ 19 milhões.

Rivaldo foi subsecretário de Inteligência na gestão do ex-secretário de Segurança José Mariano Beltrame. (via 247)