25.8.18

1- BRETAS MANDA SOLTAR FELIPE PICCIANI, ACUSADO DE LAVAGEM DE DINHEIRO; 2- FIM DOS TEMPOS: CANDIDATO DO PSL QUER CRIAR CAMPOS PARA VENEZUELANOS NAS FRONTEIRAS

REDAÇÃO -


O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, mandou soltar Felipe Picciani, filho do presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani. Felipe foi ouvido hoje (24) sobre seu possível envolvimento em lavagem de dinheiro, através da fazenda da família, que ele gerencia, com foco na compra e venda de gado para reprodução.

Felipe Picciani estava preso há nove meses e meio, no âmbito da Operação Cadeia Velha. “Determino sua revogação. São nove meses e isso tem que ser levado em consideração. A eventual participação em organização criminosa não me parece robusta. Acho que isto não é o bastante para manter a prisão preventiva”, disse Bretas, após pedido feito pelo advogado Rafael Faria, que defende Felipe Picciani. (via Rio247)

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CANDIDATO DO PSL QUER CRIAR CAMPOS PARA VENEZUELANOS NAS FRONTEIRAS

Via Globo:

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) propôs nesta sexta-feira a criação de campos de refugiados nas fronteiras do Brasil para abrigar venezuelanos. O presidenciável afirmou que o Brasil poderia buscar a ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU) para implementar o projeto. Na semana passada, ele havia dito que a ONU “não serve para nada.”

— O Brasil não pode ser um país de fronteiras abertas. A questão de acolhimento de venezuelanos é uma coisa. Acredito que você poderia buscar a ONU para que crie campos de refugiados para atenuar esse problema deles e da população, não só de Boa Vista como de Pacaraima — disse o candidato em entrevista coletiva em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

Bolsonaro já havia defendido a criação de campos de refugiados em março, mas a declaração desta sexta-feira vem em uma semana em que a situação da imigração em Roraima se complicou. Após um confronto entre brasileiros e venezuelanos, o governo local pediu a suspensão temporária da imigração. Em abril deste ano, o governo estadual já havia entrado com uma ação no STF pedindo o fechamento da fronteira e mais recursos ao governo federal. (…)

— Eu sou humano, eu respeito os direitos humanos de quem realmente está numa situação crítica, como eles estão, mas não podemos deixar nas mãos do governo de Roraima resolver esse problema — disse o candidato.