25.8.18

1- EMPRESÁRIO AFIRMA À PF QUE PAGOU R$ 1 MILHÃO EM PROPINA A AMIGO DE TEMER; 2- “VAMOS RECORRER E PROVAR QUE NÃO EXISTE ILEGALIDADE”, DIZ DORIA SOBRE SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS

REDAÇÃO -

De Patricia Falcoski do Jornal Nacional.

Uma nova testemunha prestou depoimento no inquérito que apura se um decreto presidencial beneficiou empresas do setor de portos, em troca de propina. Essa testemunha contou que o Coronel Lima, amigo de Michel Temer, recebeu propina em um contrato no Aeroporto de Brasília.

O depoimento foi na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, no dia 13 de julho.

O empresário Marcelo Castanho, dono da Alumi, uma empresa de publicidade, foi ouvido pelo delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo inquérito que apura se empresas do setor portuário pagaram propina em troca de um decreto do presidente Michel Temer, no ano passado.

Castanho afirmou à PF que na negociação para explorar a área do Aeroporto de Brasília com publicidade, em 2014, pagou R$ 1 milhão a uma empresa do coronel João Batista Lima Filho, ex-assessor e amigo de Temer há mais de 30 anos. (…)

Temer e Doria / Reprodução
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“VAMOS RECORRER E PROVAR QUE NÃO EXISTE ILEGALIDADE”, DIZ DORIA SOBRE SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS

João Doria (PSDB) foi às redes sociais para se defender a respeito da decisão judicial que suspende seus direitos políticos por 4 anos.

O tucano foi acusado pela Justiça de SP de improbidade administrativa em função do uso indevido da logomarca Cidade Linda SP em ações da prefeitura da capital paulista.

“Sou ficha limpa. A decisão da Justiça sobre a utilização da marca Cidade Linda não muda isso e continuo candidato sem qualquer impedimento. Aliás, há poucas semanas, a própria Justiça de SP analisou o mesmo caso no julgamento de uma ação popular e fui inocentado”, disse.

“Nada fiz de errado ao divulgar o slogan que nossa cidade merece. Vamos recorrer e provar que não existe qualquer ilegalidade. #FichaLimpa”, acrescentou. (via DCM)