20.8.18

1- LÍDER LGBT É MORTO NA BAHIA E TEM PARTES ÍNTIMAS MUTILADAS; 2- JUIZ LIBERA HOMEM QUE APARECE EM VÍDEO AGREDINDO A ESPOSA

REDAÇÃO -

Marcos Cruz Santana (Foto: Reprodução).
O corpo do líder LGBT de Itororó (a 547 quilômetros de Salvador), Marcos Cruz Santana, 40 anos, foi encontrado com diversas perfurações de faca na madrugada deste sábado, 18. Ele teve a genitália mutilada durante o crime.

A vítima, popularmente conhecida como “Marquinhos Tigresa”, foi achada por volta das 2h30. O ativista era conhecido por divulgar e promover eventos LGBT por toda a região do sudoeste do estado.

De acordo com o  site Itororó Já, a população está inconformada com o crime. Marcos era considerado uma pessoa querida por causa de suas ações sociais. A motivação e a autoria do crime são investigadas pela polícia.

Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), disse que a morte do líder LGBT “é a mais concreta expressão da homofobia”, devido ao requinte de crueldade, caraterístico de crimes desta natureza. (…)

O presidente do GGB ainda destacou que Marcos era uma pessoa boa e que ajudava a população em geral, não somente os homossexuais da região. Por isso, ele acredita que o crime teria sido cometido somente por homofobia, quando um LGBT é morto e agredido por sua condição de gênero ou sexual. (..)
(via A Tarde)

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Juiz libera homem que aparece em vídeo agredindo a esposa


Câmera de segurança flagra os momento em que o empresário Giorgio Alan Bortolin dos Santos agride a esposa com socos, chutes e puxões de cabelo.

O caso aconteceu na última sexta-feira, 17, na cidade de Araguaína (TO). Segundo informações da Polícia Civil, o espancamento aconteceu em um hotel, onde o casal possui um restaurante. A vítima declarou não ser a primeira vez que sofre agressão física. O agressor foi preso, porém liberado em menos de 24 horas, depois do juiz desconsiderar a fiança de R$ 50 mil e permitir que ele responda ao crime em liberdade.

O Ministério Público emitiu parecer favorável a liberdade de Bortolin. O juiz plantonista Fabiano Ribeiro, declara que o suspeito não representa risco para o cumprimento da lei. “Ao meu sentir, no presente momento, não encontro elementos para conversão da prisão em flagrante em preventiva. É de se ver que as medidas cautelares diversas da prisão atualmente são suficientes a garantir a aplicação da lei penal, da instrução criminal e a garantia da ordem pública e econômica”, diz em trecho da decisão.
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