2.9.18

1- INCÊNDIO DE GRANDES PROPORÇÕES ATINGE O MUSEU NACIONAL; 2- RONALDO FENÔMENO PAGA INDENIZAÇÃO DE R$ 100 MIL A JORNALISTA AGREDIDO

REDAÇÃO -


Museu Nacional, que foi atingido por um incêndio na noite deste domingo (2), é a mais antiga instituição cientifica do país e guarda em seu acervo mais de 20 milhões de itens. Entre eles, alguns dos mais relevantes registros da memória brasileira no campo das ciências naturais e antropológicas, como o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizada de "Luzia", que faz parte da coleção de Antropologia Biológica.

Criado por D. João VI em 1818, o museu completou 200 anos em junho deste ano. Logo que foi criado, serviu para atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico do país.

Desde 1892, o museu ocupa um prédio histórico, o palácio de São Cristóvão, que foi doado por um comerciante ao príncipe regente D. João em 1808 e que foi a residência oficial da família real no Brasil entre 1816 e 1821.

Foi também palco para a primeira Assembleia Constituinte da República, de novembro de 1890 a fevereiro de 1891, que marcou o fim do império no Brasil.

Atualmente o Museu Nacional é vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro e tem um perfil acadêmico e científico.

AcervoFormado ao longo de mais de dois séculos por meio de coletas, escavações, permutas, aquisições e doações, o acervo tem coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia, antropologia biológica, arqueologia e etnologia.

A antiga residência real, onde nasceu D. Pedro II, expõe uma coleção de peças da época do descobrimento do Brasil, em 1500, até a Proclamação da República, em 1889. Entre elas, o Canhão do Meio Dia, de 1858, usado por D. Pedro I e Theresa Christina Maria e o Relógio do Sol.

No museu, é possível conhecer também a sala particular do casal na época, a Sala do Trono e peças utilizadas por D. Pedro II e Theresa Christina em suas pesquisas, como uma múmia que ficava no escritório do imperador. (via G1)

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RONALDO FENÔMENO PAGA INDENIZAÇÃO DE R$ 100 MIL A JORNALISTA AGREDIDO

Segundo o colunista Lauro Jardim, do O Globo, chegou ao fim, depois de 16 anos, o processo a que Ronaldo Fenômeno respondia por ter agredido o jornalista gaúcho José Aveline na Copa de 2002.

Na ocasião, o ainda jogador — foi o artilheiro da seleção no Mundial, com oito gols — e seus seguranças tiraram à força uma máquina fotográfica das mãos de Aveline.

O motivo era a tentativa do jornalista de clicar outro Ronaldo, o Gaúcho, que dançava no colo de suas acompanhantes numa boate na Coréia do Sul, de acordo com o que está relatado no processo.

Aveline já recebeu os R$ 100 mil determinados pela 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pelos danos morais e materiais sofridos. (via DCM)