5.3.19

EI, QUEIROZ, VOCÊ AÍ, ME DÁ UM DINHEIRO AÍ, ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!

EMANUEL CANCELLA -

Queiroz debochando da sociedade aparece dançando no hospital (8).


Bolsonaro, um deputado com quase 30 anos de Congresso, fez somente dois projetos.

Mas realmente tinha uma preocupação permanente com a família, a dele, já que  pautou pelo nepotismo.

Com Bolsonaro, até ex-mulher tem vez, já que empregou a ex e seus familiares (1).

A família Bolsonaro também nunca esqueceu seus aliados, que o diga os milicianos. Flávio empregou o pai e mãe de milicianos da zona oeste. Flavio, com sua fidelidade canina com as milícias, propôs projeto de lei para legalizar as milícias.

Jair Bolsonaro, por sua vez, sempre fez apologia à tortura da ditadura militar e disse que grupos de extermínio no Rio de Janeiro seriam “bem-vindos” (2).

Bolsonaro se lixa para os projetos sociais, melhoras nos direitos trabalhistas, criação de empregos, melhora nas aposentadorias e pensões ou elevação do salário mínimo. Estas benesses para o povo nunca fizeram parte de suas propostas. Muito pelo contrário, um dos primeiros atos de Bolsonaro foi tirar 8 reais do reajuste do mínimo (3).

Agora, verdade seja dita, nenhum parlamentar se preocupou tanto com as finanças familiares como os Bolsonaros.

O Coaf denunciou movimentação de R$ 1.2 milhões, em um ano, na conta do ex-policial Fabrício Queiroz, motorista e assessor de Flávio Bolsonaro. Numa dessas movimentações, teve uma de R$ 24 mil na conta da mulher de Bolsonaro, Michelle Bolsonaro. Em três anos, o Queiroz movimentou R$ 7 milhões.   “Foram feitos dez depósitos de 2.000 reais em cinco minutos em apenas uma data analisada” (4).

Estranho que a Lava Jato nada investiga contra os Bolsonaros, mas investigou Lula, sua família e amigos. Foram três anos de investigação intensa, conta bancária, sigilo telefônico, até os presentes que Lula ganhou, quando presidente, entraram na devassa. Chegaram ao absurdo de pegarem os tabletes dos netos de Lula (5).

A família de Lula enfrenta dificuldades materiais em razão do bloqueio de bens decretado por Moro (6). E no final, como não encontraram qualquer prova contra Lula, condenaram-no com base em convicção, sem provas (7).

Além de investigar o Queiroz, tinha que fazer um estudo nesse esquema de distribuição de renda. Quem sabe a fórmula do Queiroz seja melhor do que o Bolsa-Família, e poderia o governo adotar então  o Bolsonaro!

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