25.3.19

LIÇÃO

MIRANDA SÁ -

“Erros do passado são lições de vida para melhorarmos e sermos diferentes no presente”. (Anônimo)


Muitas pessoas consideram que não está certo que eu faça do PT o alvo dos meus foguetes contra a corrupção. Uma pessoa amiga, da antiga, me aconselhou a parar de escrever sobre Lula, e colegas do Twitter pediram que eu ampliasse o meu ataque para toda “esquerda”. Outros, querem hostilizar além dos puxadinhos lulopetistas os partidos envolvidos na Lava Jato. …

Aos que me honram como críticas e sugestões esclareço que para mim as tendências auto assumidas “de esquerda” são retalhos do mesmo corte de tecido; mas pergunto porque não enfocar o Pelegão, se até o festejado intelectual FHC lhe segue com a mesma subserviência de Boulos, Chico Alencar, Freixo, Gleise e Stédile?

A “esquerda bolivariana” é indivisível quando se trata de princípios ideológicos do Foro de São Paulo e no assalto aos cofres públicos. E Lula centraliza o comando; e como ensinam as lições de estratégia do Estado Maior que todo foguete disparado fora do alvo é foguete perdido, não vou desperdiçar munição.

É bom lembrar que Lição, como estudamos no Curso Primário (Básico, hoje em dia), é um substantivo feminino de origem latina, lectĭo,ōnis, significando ‘escolha, eleição; leitura’. Dicionarizado, é aula dada para o aluno estudar e, figuradamente, serve como aviso, castigo ou conselho; ensinamento. Derivou dele o verbo transitivo direto e bitransitivo, “Lecionar”, ensinar alguém; instruir.

É o que tento fazer com os meus textos para impedir descuidos na interpretação da História recente, que registra a marcha totalitária do PT e seus aliados financiada pelos assaltos ao Erário para implantar no Brasil um regime do tipo que Hugo Chávez montou na Venezuela e hoje é exercido por Nicolás Maduro.

Será que devemos varrer para debaixo do tapete a arrecadação de propinas para manter e ampliar o poder do narcopopulismo institucionalizando a corrupção dos hierarcas petistas que quase levou a Petrobras à falência?

Não podemos deixar perder-se a memória da arrogância das minorias ruidosas cultuando a personalidade do pelego sindical Lula da Silva, preso por corrupção. Da minha parte, não posso fazê-lo, lembrando que ele, na Presidência da República, achacou para favorecer o filho caçula com propina milionária das montadoras de automóveis em troca de Medida Provisória com benefício fiscal?

Aliás, o ex-ministro dos governos lulopetistas, Antônio Palocci, afirmou na sua delação premiada que em 90% das medidas provisórias editadas nos governos Lula e Dilma houve algum tipo de propina para financiar a atividade política.

E falando no poste de Lula, Dilma Rousseff, que entra como coadjuvante da ladroagem, é bom lembrar e condenar o seu governo incompetente, inconsequente e corrupto que sofreu impeachment pelo clamor nacional. E que por leniência, a Justiça ainda não a julgou nem condenou pela compra criminosa da Refinaria de Pasadena.

Também não dá para esquecer nos tempos de angústia e de revolta com as invasões de propriedades na Era Petista, realizadas com incentivo governamental pelos terroristas do MST, abatendo matrizes de gado selecionado para a reprodução e destruindo laboratórios de pesquisas agrícolas.

Porque calar sobre essas coisas como se tudo tivesse acabado com a eleição de Bolsonaro? Vejo, como muitos patriotas, que zumbis lulopetistas são mortos-vivos de pesadelo…

Por isso, insisto em lecionar contra o lulopetismo para apoiar, do meu jeito, o Governo Bolsonaro que elegemos para varrer o lixo ideológico espalhado nos gabinetes e corredores dos três poderes da República.