4.4.19

PESQUISAS

MIRANDA SÁ -

“Não existe opinião pública, existe opinião publicada. ” (Winston Churchill)


Que as pesquisas mentem, eu não tenho nenhuma dúvida disto; mas dos estertores do funesto governo Dilma até hoje, por mais que fosse do interesse dos seus financiadores, os institutos não conseguiram baixar de 80% a repulsa do povo brasileiro à corrupção institucionalizada nos governos do PT.

Como exemplo, basta lembrar as últimas eleições registrando a imoral projeção do Ibope nas Minas Gerais, apontando Dilma como eleita para o Senado com larga vantagem sobre seus oponentes Carlos Viana e Rodrigo Pacheco.

Também na disputa para presidência da República, nas pesquisas, a avaliação de CNT/MDA, DataFolha e Ibope, foi criminosa. Hoje, a gente vê a fraude nos números mentirosos apresentados.

Para o 2º turno, o CNT/MDA mostrou um empate técnico pela margem de erro entre Bolsonaro e Haddad, 28% a 25%; e para o Datafolha, nas simulações divulgadas no dia 28 de setembro, Bolsonaro ficou atrás de todos os candidatos.

Mais do que vergonhoso ou imoral – chegando às raias da criminalidade, o Ibope trouxe a 6 de setembro que Ciro e Alckmin venceriam no 2º turno e Haddad empatava com Bolsonaro: Ciro 48% x Bolsonaro 38%; Alckmin 45% x Bolsonaro 38%; e Haddad 45% x Bolsonaro 45%.

Dezoito dias depois (18.09.2018) o Ibope voltou a publicar outro resultado sobre o 2º turno, onde Bolsonaro só ganharia de Marina, cuja participação na campanha foi pífia. Os demais concorrentes o derrotariam.

Como se vê, pelo menos no Brasil – submetido politicamente aos institutos de pesquisa e às fake news – não se pode levar a sério o espelho da opinião pública baseado nas amostragens de opinião divulgados bombasticamente pela mídia.

Agora, em apoio ao esforço midiático para sabotar o Governo Bolsonaro, vem a pesquisa DataFolha mostrando a queda de popularidade do Presidente, quando, ao contrário, só se vê nas ruas e nas redes sociais, otimismo nas principais vertentes governamentais, Economia e Segurança Pública.

Mais divulgados (positiva ou negativamente) pela mídia, Paulo Guedes e Sérgio Moro se destacam no Ministério, mas é igualmente louvável a atuação de Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura.  E, embora enfrentando pesadas críticas, é indesmentível o destaque positivo nas Relações Exteriores (Ernesto Araújo) e nos Direitos Humanos (Damares Alves).

Assiste-se as mudanças nos bancos públicos e nas empresas estatais, somando-se ao enfrentamento da inflação e o combate ao desemprego, para justificar as expectativas de melhora na Economia, arrasada nos governos petistas.  E a esperança aumenta com a perspectiva da Nova Previdência ser aprovada no Congresso.

É apreciável o apoio que os brasileiros dão à Lava Jato na guerra contra o crime organizado, o tráfico de drogas e a corrupção política. A Operação que recebe aplausos gerais é reforçada pela presença do juiz Sérgio Moro do Ministério da Justiça, obtendo 82,6% de aprovação popular.

De Moro espera-se que olhe para as defesas de pena de morte e da maioridade penal dos menores infratores. E recebe apoio pela disposição em defender a prisão após condenação na 2ª Instância.

Finalmente, para a picaretagem que ainda ulula no lodo do Congresso, fica transparente a reprovação popular aos deputados e senadores que desejam manter a antipopular e antinacional “velha política”. Não há melhor pesquisa do que aquela “não publicada”. É a voz do povo.