31.5.19

FOI FORTE E NACIONAL O ATO DO ESTUDANTADO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

REDAÇÃO -

Errou quem apostou que a data de ontem (30) representaria um refluxo do grande tsunami cívico do dia 15 de maio, quando alunos, pais, professores, sindicalistas e movimentos sociais ocuparam as ruas do país em defesa da Educação e das vernas destinadas ao ensino. Errou também quem quis comparar coisas diferentes – por exemplo, com a manifestação bolsonarista do dia 26, domingo passado.

Protesto reúne cerca de 200 mil pessoas no Largo da Batata (SP)
Erraram porque o protesto deste dia 30, chamado pela UNE e demais entidades estudantis, foi forte, amplo e nacional. Houve atos em todos os Estados, com o registro de mais de 200 manifestações país a fora. No Largo da Batata, principal palco da manifestações em São Paulo, no ápice da manifestação, havia cerca de 200 mil pessoas. Outras Capitais, ainda pela manhã, tiveram atos fortes.

Bandeiras - Outro sucesso do ato pode ser medido pela unidade nas bandeiras. A primeira, Educação; depois, Previdência Social. A presença sindical também foi significativa nos protestos deste dia 30. No Largo da Batata, SP, o dirigente forcista João Carlos Gonçalves (Juruna) fez uma fala forte, valorizando a união, na luta, entre estudantado, professorado e sindicalismo. “Essa unidade reforça as condições de apoios mais amplos à greve geral marcada pela Centrais Sindicais para o dia 14 de junho”, observa João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical.

Categorias - Além dos professores, diversas entidades de trabalhadores do setor privado - metalúrgicos, químicos, comerciários, condutores etc. – participaram com carros de som, panfletos e apoios diversos.

Fonte: Agência Sindical