22.9.17

"EU NÃO TENHO ESCRÚPULOS. O QUE É BOM A GENTE FATURA; O QUE É RUIM, ESCONDE”. SERÁ QUE MORO SEGUE A MÁXIMA DE RICUPERO? CONFIRA O BATE-PAPO DA SEMANA COM EMANUEL CANCELLA [VÍDEO]

DANIEL MAZOLA -

Ricupero e Moro.
Dando continuidade ao debate político e a polêmica operação Lava Jato - que nesse momento segue sob críticas e suspeitas da opinião pública, principalmente após as declarações do advogado e doleiro espanhol Rodrigo Tacla Duran – conversei ontem (21), com nosso atuante e bravo colunista, advogado, escritor e petroleiro Emanuel Cancella.

Duran é aquele personagem entrevistado pela jornalista Mônica Bergamo (Folha de SP) que disse ter sido procurado pelo advogado Zucolotto, oferendo vantagens e falando em nome da Lava Jato, pedindo propina para custear um acordo de delação premiada que, entre outras benesses, lhe concederia a prisão doméstica. Cancella disse que ao tomar conhecimento dessa entrevista, o juiz Moro, esbravejando, criticou a jornalista e o jornal, atacou Tacla Duran, chamando-o de foragido da justiça e farsante. Moro defendeu o advogado Zucolotto, dizendo que ele era seu amigo pessoal.

Também foi destacado no vídeo que Tacla Duran comprovou na declaração de renda pagamentos a Rosângela Moro (esposa do juiz), ao primeiro amigo Carlos Zucolotto e a Leonardo Santos Lima. Segundo Duran a delação da Odebrecht teve vários pontos de manipulação, com a montagem de documentos, provavelmente por pressão dos procuradores, atrás de qualquer tipo de prova contra Lula.

Após desligar a câmera recordei que em 1994, o então ministro da Fazenda, Rubens Ricupero, foi obrigado a deixar o cargo após estourar o “Escândalo da Parabólica”. Nos bastidores da TV, uma conversa informal no dia 1º de setembro com o jornalista Carlos Monforte, da Rede Globo, foi captada por antenas parabólicas de telespectadores. No diálogo antes de entrar ao vivo no Jornal da Globo, reproduzido depois por toda a imprensa brasileira e até internacional, Ricupero afirmou: “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, esconde”, insinuando uso do Plano Real para favorecer a candidatura do tucano Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República na sucessão de Itamar Franco. Será que Sergio Moro segue a mesma lógica do "eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, esconde”?

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REFORMA TRABALHISTA É CRUEL E VAI PRECARIZAR A MÃO DE OBRA, DIZ PRESIDENTE DA NOVA CENTRAL

Via FENEPOSPETRO -

Para o presidente da Nova Central, José Calixto, o governo e o Congresso Nacional praticaram uma crueldade contra os trabalhadores e as organizações sindicais, ao impor a Reforma Trabalhista como lei para regulamentar o mercado de trabalho. Ele acredita que os sindicatos terão dificuldades para transpor essa nova realidade na relação capital-trabalho.


A Reforma Trabalhista vai dificultar as negociações salariais, mesmo com o argumento de alguns especialistas de que a nova lei vai empoderar os sindicatos. Se isso fosse realmente verdade, o governo e o Congresso Nacional não desprenderiam tanto esforço para mudar a legislação trabalhista. A declaração foi feita pelo presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), José Calixto, em entrevista ao site da FENEPOSPETRO. Para ele, o Congresso atendeu ao apelo da classe empresarial ao rasgar as Consolidações das Leis do Trabalho (CLT). O sindicalista diz que a reforma vai precarizar a mão de obra e as relações de trabalho.

José Calixto questiona a constitucionalidade da Reforma Trabalhista e diz que os sindicatos não poderão elaborar uma Convenção Coletiva de Trabalho em cima de uma lei ilegal. O presidente da Nova Central acredita também que não será fácil para os empresários aplicarem a lei nos exatos termos que ela se apresenta.

AÇÕES - Calixto diz que as centrais sindicais já trabalham para entrar com ações na Justiça questionando a inconstitucionalidade da nova lei, pois existem alguns pontos da reforma que ferem a Constituição Federal. Ele orienta os sindicatos filiados à Nova Central que busquem formas pacíficas para reagir e resistir aos possíveis ataques dos patrões às negociações coletivas. O presidente da Nova Central defende que os sindicatos não devem levar em conta só o que está escrito na lei, mas nos termos do acordo que era aplicado antes da Reforma Trabalhista. “Dessa forma conseguiremos mostrar nossa resistência. Essa é uma reação ordenada, respeitosa e de resistência. Nós perdemos os anéis e agora vamos lutar para manter os dedos. Diante da nova lei a resistência tem que ser muito maior”, afirma.

CUSTEIO - Segundo José Calixto, os tempos que se anunciam são de incertezas, tendo em vista que a nova lei retirou das entidades, inclusive das centrais sindicais, os recursos para a sobrevivência do movimento sindical:

De uma forma inteligente e agressiva os poderes executivo e legislativo tentam alijar a luta da classe operária em defesa dos seus direitos. A Reforma não extinguiu o custeio sindical, mas em seis artigos da lei deixa claro que para o empregador descontar a contribuição sindical tem que haver autorização prévia e expressa do trabalhador. Essa manobra torna visível o golpe do governo e dos parlamentares contra os sindicatos. Todos sabemos que por opção ninguém assina uma autorização para desconto de qualquer natureza. Os descontos da Previdência Social e do imposto de renda são impostos pelo governo e não uma doação espontânea.

O presidente da Nova Central alerta que o governo, aliado à classe empresarial, tenta acabar com a luta que o movimento sindical trava há anos em defesa de direitos não só trabalhista, mas também sociais, ao retirar o único recurso compulsório que as entidades dispunham para realizar o seu trabalho.

Ele não acredita que o governo vai enviar ao Congresso a Medida Provisória (MP) que vai corrigir alguns pontos da Lei da Reforma Trabalhista, e decidir também a questão do custeio das entidades sindicais. Calixto diz que mesmo que a MP chegue ao Congresso, ela terá que ser apreciada pelos mesmos traidores do povo que aprovaram a reforma que retira direitos.

SINDICALIZAÇÃO - O presidente da Nova Central afirma que o grande empecilho da sindicalização é o convencimento. Segundo Calixto, não basta o sindicato ir às ruas. O trabalhador que ainda está empregado teme qualquer movimento em consequência da facilidade que o empresário tem de demitir. Para ele a solução não é só ir para as ruas. “Os dirigentes têm que se aproximar mais da sua base. A questão é coletiva, mas as decisões são individuais. A decisão é geral e atinge a todos”, conclui.

CONTRADIÇÃO - José Calixto declara que o governo se contradiz ao usar a Reforma Trabalhista como bandeira para criação de novos empregos, mas ao mesmo tempo cria um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para enxugar o quadro de funcionários públicos. Ele diz que é preciso investimento com segurança jurídica para o país voltar a crescer. O presidente da Nova Central afirma que o empresário não investe por amor à pátria, mas pela certeza do retorno do seu capital com lucro. No entanto, se não tiver segurança jurídica a economia fica parada. Calixto defende que os responsáveis pelas empresas públicas envolvidos em escândalos de pagamento de propina devem ser punidos.

ELEIÇÕES - O presidente da Nova Central, José Calixto, adverte que os trabalhadores devem dar a resposta aos ataques do Congresso e do governo contra o povo, nas urnas, em 2018. Os trabalhadores precisam analisar mais o candidato e escolher representantes comprometidos com o povo. O voto é como uma duplicada em branco, afirma.

ENTREVISTAS - A série de entrevistas com os presidentes das centras sindicais teve início em agosto. O site da Fenepospetro já entrevistou os presidentes da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva - o Paulinho -; da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah; da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo e da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antônio Neto.

* Estefania de Castro, assessoria de imprensa Fenepospetro

A POLITICALHA ESTRAÇALHA A REPRESENTATIVIDADE

HELIO FERNANDES -

Precisamos de uma reforma em todos os setores, ou melhor, em todos os Poderes. Não existe prioridade, a comunidade aplaudiria que Legislativo e Judiciário fossem totalmente reestruturados, reformulados, reescalonados. Mas não para beneficio pessoal de juízes e parlamentares, e sim para que um país de 207 milhões de habitantes se liberte dessa minoria escandalosa de aventureiros, de toga ou sem ela.

Judiciário e Legislativo querem que tudo continue com está. E se forem pressionados a fazer modificação, preservarão os favores dos quais gozam ilimitadamente. E manterão todos os privilégios indecentes e cumulativos, quando chegarem á aposentadoria miraculosa, suntuosa e luxuosa. Afronta á desigualdade de um povo pobre, explorado miseravelmente, que paga essa farra eterna e rigorosamente duradoura.

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A FARSA DA RETOMADA DA ECONOMIA SINALIZADA PELO IMPOSTO DE AGOSTO

JOSÉ CARLOS DE ASSIS -


A utilização da receita tributária de agosto como indicador de retomada da economia é mais uma farsa de Henrique Meirelles e Michel Temer para apaziguar aliados no Congresso, os quais já se revelam incomodados pela combinação de depressão econômica e corrupção presidencial. O aumento da receita no mês, em relação a julho, se deveu essencialmente ao Refis e aos impostos baseados em lucro, assim como a imposição de imposto sobre combustíveis.

O grande público não sabe o que é Refis. Para descrevê-lo sucintamente, é o prêmio que o Governo dá, regularmente, aos sonegadores de impostos. Sob a alegação de que a arrecadação por baixo, agora, é melhor do que arrecadação do imposto cheio, posteriormente, o Governo desesperado por dinheiro faz qualquer negócio, inclusive viciando os sonegadores nas práticas de jamais pagar tributos em dia, pois o que vem depois é sempre mais barato.

Naturalmente, dinheiro do aumento de Refis não pode ser considerado indicador de retomada da economia. Só é recolhido uma vez. Não resulta de aumento da atividade econômica. Ao contrário, em termos estritamente econômicos, retira dinheiro da atividade econômica para transferi-lo à fogueira especulativa do Governo, na medida em que qualquer aumento de receita na atual situação fiscal brasileira se transforma em pagamento de juros.

O aumento dos tributos sobre lucro (IRPJ, CSLL) também não sinalizam retomada de crescimento. Lucro reflete uma atividade econômica passada, não atual. Uma empresa lucrativa hoje pode quebrar em um mês. Sua contribuição ao crescimento da economia pode ser nula, já que, como o do Refis, o aumento de sua arrecadação também vai para a voragem financeira administrada pelo Banco Central e pela Secretaria do Tesouro.

Outro tributo que supostamente teria crescido, o PIS/Cofins sobre os combustíveis, na verdade aparece como tendo crescido mas de fato foi aplicado pela primeira vez. Mais grave é que, não sendo um sinalizador de aumento de atividade econômica, esse tributo é um sinalizador de contração, porque significa a retirada de recursos do setor privado para, mais uma vez, queimar na especulação financeira comandada pelo Governo.

Anos atrás, fiz um trabalho para a ANEOR-Associação Nacional de Empresas de Obras Rodoviárias, propondo o aumento da CIDE-Contribuição para Intervenção no Domínio Econômico aplicada sobre combustíveis. Eu me convenci de que não haveria forma alternativa de conservar e ampliar a infra-estrutura logística brasileira sem recursos desse tipo. Como qualquer imposto, ela retiraria recursos do setor privado. Entretanto, seria imediatamente devolvido sob a forma de obras. E salvaria nossa infra-estrutura de transportes, que está absolutamente degradada.

Nos anos seguintes, sob diferentes governos, assisti ao presidente da ANEOR, José Alberto, travar uma batalha inglória pela adoção do imposto. O importante, no caso, é que sua arrecadação possibilitaria fazer um fundo de investimento que poderia multiplicar seu poder de financiamento. Nada. O que vejo agora é o indefectível Henrique Meirelles impor ao país um imposto estritamente financeiro, sem qualquer vinculação com o setor produtivo, e que certamente vai contribuir decisivamente para a a retração econômica no país – e propagando a farsa de que é esses impostos são indicadores de retomada!

1- POR 10 VOTOS CONTRA O DE GILMAR MENDES, STF DECIDE ENVIAR PELA SEGUNDA VEZ DENÚNCIA E TEMER SERÁ JULGADO COMO CHEFE DE QUADRILHA NA CÂMARA; 2- FATIA DE 1% DA POPULAÇÃO CONCENTRA MAIS DE 23% DA RENDA DO PAÍS

REDAÇÃO -


Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira, por 10 votos contra 1, enviar de imediato à Câmara dos Deputados a segunda denúncia contra Michel Temer, por chefiar uma organização criminosa. A partir de agora, caberá à Câmara decidir se autoriza que a Suprema Corte julgue o caso, conforme determina à Constituição.

Entendimento do STF contraria pedido feito pela defesa de Temer, que pretendia suspender o envio da denúncia para esperar o término do procedimento investigatório, iniciado pela PGR, para apurar ilegalidades no acordo de delação da JBS, além da avaliação de que as acusações se referem a um período em que o presidente não estava no cargo, fato que poderia suspender o envio.

Por 10 votos contra o de Gilmar, STF decide enviar denúncia contra Temer à Câmara. Leia mais sobre o caso na reportagem da Agência Brasil

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Fatia de 1% da população concentra mais de 23% da renda do país

Do Valor:

Poucas coisas são tão imutáveis no Brasil quanto o tamanho da grande fatia que os 1% mais ricos da população concentram da renda nacional, indica estudo do pesquisador Pedro Ferreira de Souza, doutor em Sociologia e pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na área de desigualdade e pobreza, na sua tese de doutorado publicada no ano passado.

O NARCOTRÁFICO TEM ALTERNATIVAS PARA AUMENTAR O LUCRO

ALCYR CAVALCANTI -


O narcotráfico há tempos controla tudo na maior parte das favelas do Rio de Janeiro, desde a venda do botijão de gás, à distribuição de bebidas. a TV a cabo (gatonet), a cobrança de  uma taxa ao comércio legalizado e até a entrada e saída de qualquer pessoa estranha na favela. Em uma determinada época a contravenção também pagava um "imposto" ao chefe do tráfico para os apontadores poderem atuar em liberdade e principalmente na instalação das máquinas caça níqueis. A influência também é exercida em época de eleições seja em associações de moradores seja nas eleições reguladas pelo TSE para permitir o livre transito de candidatos.

A velha tática de possuir e poder se instalar em muitas casas também é um artifício para evitar a localização quando em incursões policiais e também servir ao "dono do morro" é uma atitude favorável que pode render dividendos. De qualquer forma é uma forma de associação ao tráfico, embora de maneira bem light, visto que a delação é crime imperdoável nos rígidos códigos de procedimento e de sobrevivência.

A distribuição do botijão de gás sempre foi motivo de discórdias. Foi controlado durante uma época por Fábio Lucas da Conceição, o Fábio doGás, que desapareceu misteriosamente e nunca mais foi encontrado. A distribuição do gás ficou então com Gonçalo Valdemar Evangelista o Valdemar do Gás, morador da região conhecida como Vila Verde e pessoa muito querida na área, até por ter feito muitas melhorias na Vila Verde. Valdemar foi vice presidente da UPMMR, associação de moradores na chapa com Claudinho da R1 que depois seria eleito vereador. Valdemar foi vítima de um sequestro em 2007, mas logo foi liberado e disse não ter sido torturado. Uma das regras para o comércio local são as relações de boa vizinhança com os eventuais "donos do morro". Não só esta regra como algumas outras são necessárias para poder atuar em qualquer negócio. Afinal o "olho que tudo vê" tem tudo sob controle.

Por isso não deve causar espanto, até por não ser nenhuma novidade o rastreamento que o bando de Rogério 157 tem feito em possíveis colaboradores de Nem. É apenas uma questão de sobrevivência no lado escuro e selvagem das mais de 950 favelas na bela e caótica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro para mostrar aos mais de 120 mil  moradores quem afinal é o "dono do morro".

INTERVENÇÃO JÁ

Por PEDRO AUGUSTO PINHO -


O Brasil foi invadido e as Forças Armadas (FFAA) precisam expulsar, rapidamente, este inimigo que se apossou de nossa Nação.

Os militares já estudaram no passado, nem tão remoto, que a invasão do País também se dá pela ideia totalitária, que promoverá o fim da nacionalidade, da justiça, da liberdade e da coesão social.

Esta força vai se infiltrando solertemente, se apossando de nossas riquezas, destruindo a altivez dos brasileiros e faz tudo isso em proveito dos escusos interesses externos.

Quem é esta força, onde e como atua e quem a representa no Brasil são as questões norteadoras da ação militar.

Esta força estrangeira é a nova ordem mundial, também conhecida por sistema financeiro internacional, que aqui abreviaremos por banca. Ela é controlada por cerca de quarenta famílias, nenhuma brasileira, e objetiva a destruição de nossa Nação, da eliminação de nossas fronteiras, da subversão de nossas leis e da exclusão da cidadania brasileira.

O exemplo de sua atuação é identificado em várias partes do mundo. Assim a vemos no mundo árabe, onde a banca se infiltrou no seio da religião, criou uma rivalidade entre os pensamentos sunitas e xiitas e destruiu os países que conhecíamos como Líbia e Iraque. O objetivo foi se apossar das enormes riquezas petrolíferas destes países e colocar suas populações nas condições de vida e de civilização que lembram as ocorridas há 800 anos.

Também no Afeganistão a banca vem provocando uma guerra civil interminável para a qual colocou, inclusive, estadunidenses e outros cidadãos estranhos ao povo afegão que causam ainda mais desavenças e mortes.

Presentemente, estas forças vem atuando com incalculável prejuízo material, humano e moral na Síria, no México e, aqui mesmo, em nosso subcontinente sulamericano, na Venezuela.

Como atua a banca? Pela corrupção, comprando, com dinheiro e doutrinação, os brasileiros que passam a agir em seu proveito. Houve uma época que a atuação estrangeira se dava, preferencialmente, pela modificação das mentes militares. Hoje, estes interesses alienígenas preferem atuar pelo poder judiciário.

A banca concluiu – e o Brasil dos generais Henrique Lott, Ernesto Geisel, para não ir mais longe com Leitão de Carvalho e o Almirante Álvaro Alberto, o comprovaram – que os militares eram nacionalistas, e para a banca o nacionalismo é o maior inimigo; como ideologia internacionalista que é.

Assim, a intervenção militar deve começar onde a banca mais se empoderou: na justiça e nas finanças; intervindo no Supremo Tribunal Federal, no Ministério Público Federal e nos Estaduais, em Tribunais de Justiça, em Varas Criminais e no Ministério da Fazenda, no Banco Central e nas empresas chaves para o desenvolvimento brasileiro como a Petrobrás, a Eletrobrás, a Nuclebrás, a Vale e nas Agências Reguladoras que decidem sobre áreas estratégicas para soberania brasileira.

A banca é também escravizadora, ela cerceia a liberdade, extinguindo a voz do povo, o exercício democrático da cidadania, retirando o projeto de País escolhido pelo voto para colocar no lugar o seu projeto espoliador, tirânico, totalitário.

É também fundamental que as FFAA assumam o controle da mídia que vem divulgando falsidades e licenciosidades contra o Brasil e o povo brasileiro.

As FFAA estarão assim, não apenas agindo como preceitua a Constituição, na defesa do País, de sua riqueza, de sua soberania e da vida livre do povo, mas ganhando o aplauso e apoio da maioria dos cidadãos que não se venderam para banca.

É preciso dar um basta neste esbulho, nesta posse clandestina do Brasil e repor o projeto de Nação que a maioria absoluta do povo deseja.

Pela imediata derrogação dos poderes dos ministros, desembargadores, juízes, promotores, presidentes e diretores de agências e empresas nacionais que estão agindo em favor da banca.

* Via e-mail / Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

SE HOUVER GUERRA NUCLEAR GLOBAL, QUANTOS MORRERIAM? E O BRASIL COMO FICA?

JOÃO LUIZ GARRUCINO -

Alertamos a todos que relemos e rescrevemos o texto e terminamos nova versão às 2,24 horas de 22/09/17 caso já tenham lido ou copiado antes. Avisem a todos.


Tivemos que republicar este texto com novo título chamando a atenção para o momento grave do Brasil e da humanidade, ou do planeta Terra inteiro, diante dos planos sendo armados de uma provável guerra nuclear global envolvendo a disputa por uma nova correlação de forças entre EUA X Rússia e China.

O texto anterior, abaixo, o mesmo, não chamou a devida atenção pois infelizmente o povo quer mesmo ver somente tragédias ou desgraças ou saber de quantos morreram ou irão morrer, enquanto que o título anterior apenas falava do livro com revelações do Chico Xavier para duas pessoas que conviveram intimamente com ele antes da sua morte.

E pior ainda somente por referir-se ao Chico Xavier muitos sequer leram e já vieram dizer nos grupos da extrema direita pedindo intervenção militar, que era algo religioso, ou que deveria postar em grupos espíritas, quando falamos de mecânica quântica apenas e sempre procuramos fazer apenas análises dos cenários ou da conjuntura atual fora das velhas caixas de crenças ou ideologias religiosas, políticas e econômicas, e como livre pensador.


* João Luiz Garrucino, jornalista, radialista, blogueiro, analista RH e bancário.

MÁSCARA

MIRANDA SÁ -

“Por baixo desta máscara não há só carne…Por baixo desta máscara há uma ideia Sr. Cryde. E ideias são à prova de bala! ” (V de Vingança)


Nas artes cênicas, a máscara é possivelmente o elemento mais simbólico da linguagem no teatro, mas também em cerimônias religiosas primitivas, nas festas carnavalescas e, até no uso medicinal como proteção de vírus para si ou para os outros.

Dicionarizada, “Máscara” é um substantivo feminino que designa um acessório para cobrir total ou parcial o rosto a fim de ocultar a identidade. O verbete tem origem discutível; poderá vir do latim mascus ou masca, “fantasma”, ou no árabe maskharah, “palhaço”, “homem disfarçado”.

Seu uso vem de muito longe no tempo como peça incorpórea; mas não é apenas um meio de cobrir o corpo e mais particularmente o rosto. Atualmente há um misterioso poder de transfiguração nas expressões e nos gestos do ser humano, servindo também de disfarce social e político.

Tal qualidade de transfiguração é inata à muitas pessoas. Uns fingem mais, outros fingem até sem o saber, e fingem até poeticamente, como expressa Fernando Pessoa: “O poeta é um fingidor / Finge tão completamente/ Que chega a fingir que é dor/ A dor que deveras sente”…

O ruim, porém, é que o uso da máscara como fingimento é muitas vezes antissocial. A psicologia estuda muitas formas das expressões enganosas com o fito de conquistar confiança ou simpatia. As mais comuns são a “máscara de religioso” que exibe conhecimento de textos “sagrados” sem leva-los à prática pessoal; a “máscara do forte”, de homens e mulheres que embora decaídos, não revelam fraqueza.

Na política brasileira tal qual a conhecemos fala-se comumente numa locução dirigida a um político: “deve tirar a máscara”, o quê, no sentido figurado, manda-o abandonar a dissimulação para mostrar-se como realmente é.

Entre os profissionais da política as máscaras são reconhecidas com a convivência, o noticiário sem desmentido, e algumas delas são patéticas!  Não há exemplo melhor no nosso dia-a-dia do que o caso das denúncias de Tuma Júnior, no seu livro “Assassinato de Reputações”, que aponta Lula da Silva como informante da ditadura militar, que não sofreu contestação do referido…

Outros políticos de todos os partidos mostram-se mascarados de “bonzinhos”, “reformadores” e “honestos”, e se revelam travestidos de bondade, maquiados de reformadores e de aparência enganosa.

Existem milhares desses fingidores na pirâmide da atividade política, da Presidência da República no ápice, descendo pelos ministros, senadores, deputados federais ou estaduais e prefeitos e vereadores dos mais longínquos municípios. Mostram-se defensores ou opositores ao poder constituído, otimistas ou insatisfeitos com a realidade, tudo para manter o status quo.

Na Justiça, é banal a “máscara do justiceiro” de magistrados que vendem sentenças e com elas a consciência. Muitos juízes aparentam uma postura que não corresponde à garantia dos direitos à punição dos crimes.

Ao lado dos proxenetas e eunucos da Política e da Justiça, existem, sem dúvida, honrosas exceções; temos políticos sérios, patriotas e bem-intencionados, e distribuidores da Justiça de excepcional espírito público, com saber, independência e equanimidade.

Infelizmente temos que admitir, penosamente, que a grande maioria dos homens públicos (não se pode usar “mulheres públicas” neste caso) podiam ser personagens de cinema, não no filme “V de Vingança”, que é contra o totalitarismo e a corrupção governamental; mas daquele filme de Chuck Russell, “O Máskara”, que traz Jim Carrey com a máscara de Loki, o deus escandinavo de pele verde que realiza loucuras desonestas e violentas.

Nos quadrinhos, os super-heróis também colocam máscaras e se transformam naquilo que não são na frente dos outros; esses são imitados na vida real como os “heróis petistas da corrupção”. No gibi de Lula-Loki e dos seus quadrilheiros, entretanto, sua aparência não é verde, mas vermelha…

PLANO DENTÁRIO DO 'SINPOSPETRO CARIOCA' GARANTE ATENDIMENTO FORA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Via SINPOSPETRO-RJ -

Associados do sindicato, que têm familiares fora do estado do Rio de Janeiro, podem incluir dependentes no Plano da Sempre Odonto, que garante cobertura em todo o país. É o caso da frentista Ana Silvia Pereira que incluiu no plano, os dois filhos que moram na Pará.

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O amor de mãe é incondicional e ultrapassa todas as barreiras. Mesmo distante a mais de três mil quilômetros dos filhos, a frentista Ana Silvia luta para dar uma boa qualidade de vida aos seus dependentes. Como associada do SINPOSPETRO-RJ há dez anos, Ana tem direito ao plano dentário da Sempre Odonto e decidiu incluir, também, os dois filhos, que moram no Pará. Ela tomou essa decisão depois de saber que o mais novo convênio do sindicato garante atendimento em mais de 14 mil clínicas em todo o país.

Ana Silvia esteve no sindicato nesta quinta-feira (21) para fazer a carteira da Sempre Odonto para os dois filhos. O plano dentário é extensivo aos familiares, desde que o associado pague mais R$ 12,90 por dependente. Além de filhos e do cônjuge, o associado pode colocar também pai e mãe.

CARÊNCIA - Para os novos sócios é exigida a carência de 60 dias para iniciar o tratamento. Esse prazo é válido mesmo para quem já recebeu a carteirinha em casa. Já o atendimento aos dependentes do sócio só é liberado depois do primeiro pagamento.

ATENDIMENTO - O plano da Sempre Odonto não cobre tratamento estético como clareamento e implante dentário. Mas o plano oferece cobertura gratuita em mais de 250 procedimentos odontológicos. O associado pode consultar a rede credenciada através do site do sindicato ou baixar o aplicativo da Sempre Odonto no celular. Mesmo sem a carteira do plano, o trabalhador pode ter acesso às informações da rede credenciada acessando o site apenas com o número do CPF. Dessa forma ele baixa a carteira virtual no celular e pode ser atendido em qualquer clínica. O trabalhador pode agendar a consulta na clínica mais perto do seu trabalho ou da sua casa, com disponibilidade de horário até nos fins de semana.

SÓCIA - A frentista elogiou os serviços prestados e os convênios firmados pelo sindicato e disse que mesmo quando está desempregada continua contribuindo como sócia:

Eu eu sou diabética, preciso de acompanhamento médico e o sindicato me garante essa segurança. Faço os meus exames regularmente e tenho acompanhamento médico nas clínicas conveniadas ao SINPOSPETRO-RJ. Sem o plano médico ambulatorial teria mais dificuldades para tratar da doença. Isso me dá tranquilidade!

ASSOCIADO - Para ter direito ao Plano Odontológico da Sempre Odonto e de outros serviços e convênios prestados pelo sindicato, o trabalhador precisa ser associado à entidade. Para fortalecer a categoria e fazer parte do sindicato acesse o site e no link filie-se preencha a ficha de inscrição ou ligue para (21) 2233-9926.

* Estefania de Castro, assessoria de imprensa Sinpospetro-RJ

21.9.17

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE DO COMITÊ DE ESTADO E COMANDANTE DA COREIA SOCIALISTA, KIM JONG UN

LUCAS RUBIO -

KIM JONG UN, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e do Comitê de Estado da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, publicou uma declaração relativa ao discurso do presidente dos Estados Unidos da América, pronunciado na Assembleia Geral da ONU.

A declaração em nome do Presidente do Comitê de Estado da RPDC foi publicada hoje, dia 21 de setembro de 2017 na sede do Comitê Central do PTC. Segue a íntegra do pronunciamento.


DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE DO COMITÊ DE ESTADO DA RPDC

Pyongyang, 22 de setembro de 2017 - O Máximo Dirigente KIM JONG UN, Presidente do Comitê de Estado da República Popular Democrática da Coreia publicou no dia 21 de setembro uma declaração.

A seguir, o texto na íntegra:

Atualmente, a situação da Península Coreana se agrava mais do que nunca e se aproxima cada dia mais do ponto de explosão. Em tais circunstâncias delicadas, chama a atenção mundial o discurso do mandatário norte-americano que se pronunciou pela primeira vez na ONU.

Supus em até certo ponto o que ele ia dizer. Porém, pensei que esse sujeito, o presidente norte-americano, faria declarações pelo menos mais preparadas, diferentemente dos disparates que pronuncia de maneira improvisada em seu escritório, pois a ONU é o cenário diplomático oficial mais importante do mundo.

No entanto, longe de dizer palavras convincentes a favor do relaxamento da situação, ele falou em "destruição total" do nosso Estado, uma tolice grosseira que nenhum dos presidentes estadunidenses anteriores havia pronunciado.

O cão covarde ladra ainda mais.

Aconselho Trump que, ao pronunciar palavras diante do mundo, saiba escolher termos mais adequados, tendo em conta a quem está se dirigindo.

Indo além do quadro de ameaça de mudar o nosso Poder ou derrubar nosso regime, ele expôs abertamente na ONU sua vontade anti-ética de destruir completamente um Estado soberano. Essa conduta é tão psicopata que as pessoas de mentes normais ficaram perplexas e perderam a paciência e prudência.

Isso me faz lembrar as palavras de zombaria como "ignorante nos assuntos políticos" e "herege político" que se diziam para referir-se à Trump durante a campanha eleitoral dos EUA.

Trump, tendo chegado à presidência, atormenta mais do que nunca o mundo inteiro ameaçando e chantageando todos os países. Não merece, indiscutivelmente, ser a autoridade máxima das forças armas de uma potência. Não há dúvidas de que ele carece de capacidade como político e é um patife gângster que sente paixão pela guerra.

O discurso do governante estadunidense expressou sua vontade e a opção do seu país e não me surpreendeu nem me deteve, mas confirmou que o caminho que escolhi é justo e devo continuar até o fim.

Como Trump fez oficialmente a declaração de guerra para eliminar a RPDC, a mais violenta sem precedentes na história, negando e me insultando pessoalmente e ao nosso Estado, não tenho outra alternativa senão pensar na necessidade de implementar nossa contra medida de super intransigência e rigidez, a maior nunca vista na história.

A melhor opção é ensinar com ações este velho que não escuta os outros e diz o que deseja.

Pela dignidade e honra do nosso Estado, do nosso povo e por mim mesmo, eu, como representante da RPDC, farei as autoridades estadunidenses pagarem pela sua ameaça de extinção da República Popular Democrática da Coreia.

Eu não pronuncio retóricas como prefere Trump.

Estou analisando com cuidado até onde chegaria nossa reação a qual Trump deveria ter imaginado antes de dizer esses disparates.

Seja qual for o que ele pensou, o resultado sobrepassará sua imaginação.

Declaro reiteradamente que domarei com fogo o maníaco estadunidense.

* Com informações da Agência Central de Notícias da Coreia - KCNA.

DESENCONTRO DE DATAS E FALTA DE PRAZO DE CONVOCAÇÃO DIFICULTAM MOBILIZAÇÃO DA QUARTA CONFERÊNCIA DE IGUALDADE RACIAL

ROGER MCNAUGHT -


Neste ano de 2017 que tanto tem trazido notícias tristes para os movimentos sociais, em particular movimentos de defesa de liberdade religiosa e de valorização da ancestralidade africana, o Rio de Janeiro enquanto cidade vem deixando a desejar.

O calendário federal prevê prazos específicos para a realização de conferências livres, municipais, estaduais e por fim uma conferência nacional e, segundo denúncias recebidas de leitores, este calendário tem sido tratado com descaso na cidade do Rio de Janeiro.   Segundo o calendário – que já sofreu modificações e ampliação de prazos para as conferências – a etapa municipal da IV Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial deveria ser realizada primeiramente até o dia 6 de junho, tendo sua data prorrogada até o final de setembro do corrente ano.

A prefeitura, a quem caberia receber a diretiva federal e realizar a conferência ou abrir a responsabilidade da mesma para a sociedade civil, aguardou até o limite do prazo publicando convocatória em Diário Oficial apenas no dia 20 de setembro – e pior, convocando a conferência para o dia 29, apenas 9 dias para convocação e realização do evento. Na ocasião da publicação foi possível reparar que a convocatória não especificou local para a conferência, dificultando a mobilização e não incluindo a sociedade civil na construção.

Ainda segundo denúncias, a construção estaria programada em uma reunião “secreta” a ser realizada no dia 22 de setembro na Irmandade Nossa Senhora do Rosário, às 14 horas.

Procurados por telefone, membros do COMDEDINE – Conselho Municipal de Defesa Dos Direitos Do Negro – responderam não estarem cientes de tal reunião para o dia 22 e tampouco deram maiores informações sobre os prazos, respondendo somente que houve a publicação do dia 20 de setembro em Diário Oficial, na página 53.


Em páginas nas redes sociais de movimentos atuantes, percebeu-se uma indignação para com o descaso da atual administração em relação ao tema e à conferência – particularmente diante de repetidos casos de agressões à pessoas afrodescendentes motivados por discriminação religiosa e social.

ADIADA A VOTAÇÃO DA PEC DA REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

RUMBA GABRIEL -


O art.228 da Constituição Federal, que prevê a inimputabilidade penal dos menores de 18 anos, constitui uma cláusula pétrea e assim o Poder Constituinte derivado não pode reduzir a idade penal. Além de ser uma cláusula pétrea (CFRB, art.-60, IV), ou seja, de impossível modificação pelo constituinte derivado, a cláusula da idade penal, implicou no estabelecimento de um direito subjetivo inscrito na tradição. Logo, sua modificação significaria o que Canotilho chama de “Proibição de Retrocesso Social”. Inscrito no contexto brasileiro um marco divisório da responsabilização, a redução implicaria em retrocesso social, cuja factibilidade encontra barreira na teoria da Constituição de viés democrática.

Observamos aí, a insistente presença da visibilidade midiática e nenhuma ação preventiva, mas o eterno discurso da punição satisfazendo desta forma, às elites e alguns da classe média.

Vivemos sempre diante de tragédias previamente anunciadas. O que nos leva a uma determinada sensação de que são intencionalmente produzidas.

Este fato me transporta para o século XIX, quando já havia uma obrigação imposta pela Inglaterra, de que a escravidão deveria acabar. Mas Portugal insistia com sua embromação doentia prolongando assim o seu término produzindo leis paliativas como: Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, para finalmente promulgar a Lei Áurea que por sinal, também foi mal feita, pois não indenizou e nem distribuiu terras para os “livres” que sobreviviam nas senzalas.

Hoje, esse processo se encontra presente nos negros livres dos açoites, mas presos à falta de cidadania nas favelas, onde milhares de crianças e adolescentes vivem as margens de uma sociedade hipócrita que nega projetos em todas as áreas sociais. Mais uma vez passam por cima da Constituição, pois negar direitos é inflação à dignidade da pessoa humana, além de não cumprir o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O resultado desta negação fica claro aos nossos olhos ao avistarmos os contínuos arrastões, assaltos e o pior de tudo isso, à servidão ao tráfico de drogas. O que chamávamos de “cascudos” comandando seus grupos, hoje vemos crianças e adolescentes extremamente despreparados se é que existam preparos para tal com esta finalidade e objetivo. Mas a pura verdade é que são eles que agora infelizmente também se encontram como partes integrantes destes grupos.

Temos fartos exemplos que nos levam a crer nesta premeditação descabida – o abandono destes pré-destinados ao sofrimento, cuja sociedade paga um caríssimo preço por esta absurda determinação em não cumprir as regras claras do jogo. Seguem aqui dois pequenos exemplos desta realidade: A direção do Movimento Popular de Favelas no exato momento dos primeiros arrastões nas praias da zona sul, aonde os ônibus da linha 474 conduzia os adolescentes suspeitos daqueles delitos, reuniu-se com o Governador Luiz Fernando Pezão e ofereceu ajuda a fim de minimizar os feitos. A finalidade era erradicar aquela onda através da promoção do projeto Chamado de Arrastão da Cidadania. Construímos o projeto e o governo não aprovou. Imediatamente mostramos o resultado da negativa da proposta. Um aumento de adolescentes nas bocas de fumo. O segundo exemplo vem do Centro de Referência da Juventude com base no Jacarezinho. Em todas as favelas em que o CRJ se faz presente, existem projetos. Já no Jacarezinho, a segunda maior favela do Rio, não tem. Pasmem! Foi literalmente invadido pela UPP. Ao invés de projetos, armas e policiais. Em uma visita de surpresa da Comissão de Direitos humanos aquele setor, flagrou-se os policiais promovendo junto com o seu comandante, um churrasco às 12 horas sem nenhum pudor. Ora, onde deveria está acontecendo realizações de projetos, se encontram policiais ociosos enquanto a cidade chora!

A conclusão é percebermos que fica muito fácil falar em punição e promover abandono, do que construir de verdade uma proposta definitiva cujo objetivo seja a tão sonhada Cidadania. Por isso dizemos não a redução da maioridade penal.

FUNCIONÁRIOS DEVEM CONTROLAR EXTRATO DO FGTS, ALERTA MINISTÉRIO DO TRABALHO

Via FETRHOTEL -



O Ministério do Trabalho orienta que todo funcionário com carteira assinada mantenha controle de seu extrato de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A atenção vale para conferir se o empregador tem depositado corretamente o FGTS.

Quando é observada a ausência dos depósitos, existem algumas alternativas. Não existe prazo para que a reclamação seja aceita.

Por um lado, o trabalhador pode apresentar denúncia ao sindicato de sua categoria ou nas superintendências regionais do Trabalho. Existe, ainda, a opção de denúncia ao Ministério Público do Trabalho ou até ingressar com reclamação na Justiça do Trabalho. Ainda não há como registrar denúncias por meio eletrônico.

Para formalizar a denúncia, o trabalhador deve ter em mãos comprovante de que os depósitos não estão sendo realizados. Essa comprovação pode ser realizada com o extrato atualizado da conta vinculada do FGTS, obtida em qualquer agência da Caixa Econômica Federal. É preciso apresentar o cartão do trabalhador, carteira de trabalho e o cartão ou número do PIS.

Direito do Trabalhador

De acordo com a Lei 8.036/1990, todo empregador deve depositar em conta vinculada o valor correspondente a 8% do salário pago no mês anterior, incluídos os valores relativos a comissões, gorjetas e gratificações e afins, bem como a gratificação de Natal. Esses depósitos devem ser realizados mensalmente até o dia 7 do mês seguinte, e as empresas devem comunicar aos seus empregados os valores recolhidos a título de FGTS.

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Leia também:
Ferramenta online informa se o trabalhador tem direito ao Abono Salarial do PIS/PASEP (via Sinthoressor)

TRUMP, TEMER E MORO TRAZEM DE VOLTA O FANTASMA DE 1964!

EMANUEL CANCELLA -

No Brasil, para nossa salvação, temos que caminhar para ter somente dois partidos: o de Tiradentes, o patrono de nossa independência, e o do traidor, Joaquim Silvério dos Reis.


Donald Trump, com sua política belicista, ameaça intervir na Venezuela e fala em destruir totalmente a Coreia do norte, de Kim Jong-Un. Esquece ele que estamos no mesmo barco, e essa guerra pode destruir o mundo.

Não sabemos quem é mais doido, Trump ou Kim, mas sabemos que estamos diante de uma ameaça muito maior que a última grande guerra mundial, até porque entraram em cena as chamadas bombas atômicas e de forma generalizada.

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GUILHERME ESTRELLA: POR UMA “RUPTURA RADICAL” PARA ANULAR OS ATOS DO ATUAL GOVERNO


Para superar a “tragédia” que abateu o Brasil, o geólogo Guilherme Estrella, um dos pesquisadores responsáveis pela descoberta das reservas de petróleo na camada pré-sal, acredita que será preciso uma nova ‘ruptura radical”, que permita anular os atos e decisões do atual governo. Ao contrário dos que dizem que o país está “sem projeto”, ele vê um propósito firme na gestão Temer: submeter a nação ao papel de fornecedora de matérias primas e energia para manutenção da hegemonia geopolítica dos países mais ricos.

Guilherme Estrella – Foto: Ana Paula Bispo (Arquivo SOS Brasil Soberano)
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