24.9.18

A ENTREGA DO PRÉ-SAL PELOS TRAIDORES DA PÁTRIA

JOSÉ CARLOS DE ASSIS -


Nada, absolutamente nada prejudicou mais a economia brasileira, em todos os tempos, do que a entrega do pré-sal, a maior riqueza do país, às multinacionais do petróleo. Fala-se em ciclo do ouro, ciclo do açúcar, ciclo da borracha. Tivemos todos esses ciclos e não nos desenvolvemos porque, cada um a seu tempo, não resultaram em crescimento com distribuição de renda. O ciclo do pré-sal era a porta aberta para, finalmente, um ciclo de desenvolvimento completo. Foi liquidado por Temer e sua base.

No Congresso, os principais artífices da entrega do petróleo foram, na Câmara, os deputados José Carlos Aleluia, Rodrigo Maia, André Moura, Beto Mansur e Danilo Forte. No Senado, o principal articulador da derrota do povo foi José Serra, Romero Jucá, Cassio Cunha Lima, Fernando Bezerra Coelho e Ana Amélia, agora vice de Alckmin. Seus nomes devem ficar escritos em ferro e fogo nas colunas do Alvorada. Foram eles, para todos os efeitos, os verdadeiros vendilhões da Pátria.

Não é que isso seja irreversível. O governo Temer, felizmente, está se esgotando e a maioria do Congresso pode mudar. Nesse caso, poderemos ter, para além da anulação do pré-sal, o referendo revogatório de todas as medidas de traição deste Governo , que significam a anulação das principais delas. Justamente por isso as eleições são absolutamente fundamentais. É o momento de o povo ir à forra contra mega-traidores como Jucá, Aleluia, Rodrigo Maia e os aliados de Serra.

Justamente por isso tenho destacado a importância das eleições que vamos realizar. Não adianta sentar no meio fio e chorar em face das condições restritivas para a oposição das regras eleitorais criadas pelo Governo e pelo TSE. É delas que dispomos e temos que disputar dentro dessas regras. Lembro-me das eleições de 1974, em plena ditadura, extremamente restritivas para a oposição ao regime. Foi uma verdadeira surra. Candidatos contra o regime ganharam em todos os estados, menos o pequeno Sergipe.

Não são as restrições dos donos do poder que tornam a vitória eleitoral difícil para a oposição. É também a incompetência desta última. Veja quanta besteira o PT, principal partido de oposição, fez ou está fazendo nessas eleições. Apostou o tempo todo na defesa jurídica de Lula, desconsiderando o fato de que estamos dentro de um golpe jurídico que faz as instituições a seu modo. Com isso, foi incapaz de articular uma candidatura alternativa fora do PT que levasse a luta para o campo político.

O PT poderia ter percebido que os militares da ativa só interviriam na ordem política em caso de anormalidade do processo eleitoral. Diante da prisão de Lula, sem resistência, o único caminho era político. E esse caminho, pelo menos no atual ciclo eleitoral, estava fechado a Lula, como se verificou. Portanto, era preciso articular uma alternativa que deixasse os militares da ativa naquela posição que Gramsci aconselhava, ou seja, trazer o opositor para uma posição da qual só pode recuar com desonra.

O caminho escolhido foi o do confronto jurídico, uma banalidade tendo em vista posições recorrentes no âmbito judiciário, em todos os níveis, de impedir a candidatura de Lula e mantê-lo na cadeia. Com isso, perdeu-se a oportunidade de trazer o debate jurídico para a esfera própria, ou seja, para a questão da venda da soberania nacional, da traição do povo, do esbulho da democracia. O debate presidencial tomou a forma esdrúxula das promessas de creche e de escola, ou de segurança, atribuições de Estados.

Não quero crucificar o PT em sua hora de amargura, mas, sabendo que perderia alguma coisa nessas eleições depois de anos e anos de ataque da mídia, acabou se protegendo sob a sombra enfraquecida de Lula, sacrificando o próprio ex-presidente.

Pensou mais em si mesmo, como partido, do que no seu líder aprisionado. O resultado é pobre. Provavelmente perderá as eleições, levando, nessa perda, milhões de cidadãos que se privarão de uma representação popular em sua maioria autêntica. Diante disso, é preciso ir às urnas com a convicção de uma vitória ao menos relativa dos progressistas. Para isso, preste atenção na traição do pré-sal: quem trai na parte, trai no todo.

DIÁRIO DE VIAGEM II: VISITANDO PONTOS FAMOSOS DA COREIA SOCIALISTA - 5 DE SETEMBRO

LUCAS RUBIO -

Lenan Cunha e Lucas Rubio nas estátuas de KIM IL SUNG e KIM JONG IL, erguidas em bronze para eternizar as imagens dos grandes homens que libertaram e lutaram pela Coreia até os seus últimos dias de vida...
Coreia do Norte - Meu segundo dia na Coreia Popular começou por visitas a pontos muito conhecidos do país e realmente encantadores! Visitamos o Museu da Revolução Coreana, Monumento aos Líderes, Museu da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria e a Torre Juche.

Pelas 8h da manhã, saímos do hotel junto com as delegações da Inglaterra, Suécia e alguns outros países e fomos para o Museu da Revolução Coreana, localizado bem atrás das gigantescas estátuas dos Líderes KIM IL SUNG e KIM JONG IL, na colina Mansu. Quando chegamos na colina, as estátuas estavam fechadas para visitação porque estavam passando pela limpeza diária, então entramos no museu.

Como em qualquer lugar do mundo, dentro do Museu da Revolução Coreana não é permitido fotografar. Lá dentro, é possível ver incríveis artefatos, fotografias, maquetes e instalações que contam toda a história da Revolução Coreana, iniciada em 1926 com a fundação, por parte de KIM IL SUNG, da União para Destruir o Imperialismo. Nesse museu há fotos raríssimas e muito belas, além de bandeiras, medalhas, uniformes, documentos e outras coisas mais, incluindo até mesmo um carro soviético presenteado por Stalin a KIM IL SUNG. Como o museu é imenso, visitamos apenas algumas áreas, em especial a área que tratava da fundação da República, em 1948, já que estávamos visitando o país justamente por causa dessa data especial.

Uma das coisas que vale a pena citar e que vimos durante o passeio pelo museu, é que a primeira grande construção realizada pelo regime socialista após a libertação do país em 1945 é a Universidade KIM IL SUNG (1947), mostrando que o país investiu na educação logo no primeiro momento, uma vez que os ocupantes japoneses haviam destruído todas as instituições de ensino, sequestrado todas as mentes do país e destruído todas as indústrias. Era necessário reconstruir tudo isso e somente a educação foi capaz de realizar essa tarefa. No mesmo ano de 1947 o governo socialista confiscou as terras dos donos de terras e as distribuiu gratuitamente aos camponeses pobres.

As crianças sempre visitam os museus para desenvolver o conhecimento e o amor à história
A nossa guia no museu ressaltou como que, em apenas 3 anos (de 1945 a 1948), KIM IL SUNG foi um verdadeiro mestre ao fundar um Partido, um Exército e um Estado! Outro fato muito legal é que logo em 1948, a Assembleia Popular elegeu para um dos ministérios mais importantes, o da propaganda, uma mulher. Em 1948, praticamente em lugar nenhum do mundo existiam mulheres trabalhando na política, mas na Coreia do Norte já tinha uma ministra.

Após sair do museu, podemos visitar as estátuas belíssimas de KIM IL SUNG e KIM JONG IL, os pais do povo coreano. As estátuas são imensas e são feitas de bronze. Até 2012, a colina Mansu tinha apenas a estátua de KIM IL SUNG, mas depois a estátua de KIM JONG IL foi inaugurada ao lado do Presidente. Atrás das estátuas há um lindo mosaico mostrando o Monte Paektu, o monte da fundação da Coreia e da Revolução, símbolo nacional. Bem ao lado, dá pra ver a famosa estátua do Chollima, o cavalo alado símbolo do desenvolvimento rápido do socialismo coreano. De frente para as estátuas, é possível ver toda a Pyongyang, visão lindíssima!!! E nos lados, bandeiras vermelhas com estátuas muito detalhadas de trabalhadores, camponeses, crianças, idosos...

Depois, fomos visitar o Museu da Vitória na Libertação da Pátria. Ele também é imenso, muito bonito e bem conhecido na Coreia, de modo que visitamos também apenas algumas áreas. Bem na entrada, conhecemos a nossa guia, uma militar graduada do Exército Popular da Coreia, muito simpática. Nessa hora, um momento engraçado: um camarada britânico, que me conhecia apenas na internet, virou pra guia e disse que eu era uma 'estrela na internet'. Que vergonha, kkkk! A guia olhou para mim e perguntou se era verdade e depois disse que esperava que eu tivesse uma boa impressão do museu.

Museu da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria
Bem na parte da frente do museu, monumentos belíssimos dando glórias aos soldados que deram a vida pela defesa da pátria contra os EUA. Nossa primeira visita foi aos equipamentos militares dos EUA capturados e destruídos pelos coreanos durante a guerra, um momento em que todos nós rimos e humilhamos os EUA, afinal, os arrogantes imperialistas americanos achavam que venceriam facilmente a Coreia por possuírem modernos equipamentos e a bomba atômica. Nessa guerra da bomba atômica contra o fuzil, venceu o fuzil e a força do povo coreano. Enquanto víamos os equipamentos usados pelos americanos e vários outros países que também foram pra guerra, tive a satisfação de dizer para nossa guia que o Brasil negou e nunca participou da Guerra da Coreia, graças à campanha pública do Partido Comunista Brasileiro e das mães dos soldados que se negavam a deixar seus filhos irem lutar numa guerra injusta do outro lado do mundo. Nessa parte do museu também havia equipamentos não só da guerra de 1950-1953, mas também equipamentos capturados em agressões ocorridas nas décadas seguintes, como helicópteros e até um micro-submarino para um homem só.

Equipamentos americanos capturados
Dentro do museu, sem palavras! Assim que entramos há uma escadaria imensa e uma estátua também imensa do grande Presidente KIM IL SUNG em uniforme militar branco, que nos dá boas-vindas com uma saudação militar. Nos curvamos diante da estátua e começamos a ingressar nas salas muito bem feitas do museu. Entramos em salas impressionantes que eu não serei capaz de descrever. Eram reproduções de ambientes da guerra, como florestas ou interior de montanhas. Vimos como os homens do Exército Popular resistiram à agressão dos EUA, que tentou destruir o socialismo coreano de maneira bárbara, e também vimos como eles produziam suas próprias armas em oficinas improvisadas. Um dos pontos altos do museu é o 'panorama', uma sala em que você fica em cima de uma plataforma que vai girando e você vê pinturas e maquetes de um combate real, elas se mexem por causa de uns efeitos de luz e tem muitos sons de tiros, de aviões, nossa, é de arrepiar!!! Tinham muitas crianças de escolas impressionadas assim como eu...

Depois, visitamos o USS Pueblo, um dos maiores troféus de guerra do mundo. É um navio espião americano capturado em 1968 enquanto tentava espionar as águas coreanas para realizar um ataque posterior. A Coreia do Norte é o único país do mundo que possui um navio americano capturado. Na época, os EUA ofereceram dinheiro para que o navio voltasse, mas a Coreia do Norte negou.

Foto com o veterano de guerra que participou da captura do navio espião americano USS Pueblo. Nessa foto, camaradas muito queridos da Inglaterra que conhecia por internet e só fui conhecer pessoalmente em Pyongyang, além dos camaradas da Suécia
Dentro do navio, é possível ver os buracos das balas da artilharia norte-coreana que assaltou e capturou a embarcação. Também é possível ver vários documentos dos espiões, fotografias, os equipamentos de monitoramento do navio, uniformes, cartas com pedidos de desculpas ao povo coreano e também fotografias dos bravos coreanos envolvidos na captura do navio. E olha que honra! Nós tivemos a chance de ver e tirar uma foto com um veterano da Marinha, que servia na época e participou da captura do navio americano! Ele foi muito simpático e nos cumprimentou.

Torre Juche, a maior torre de concreto do mundo
Depois disso, fomos para a Torre Juche! A Torre Juche, o meu sonho de anos!!! Na base da Torre, você olha pra cima e chega a doer o pescoço de tão grande e bela que ela é. Ela está na margem do Rio Taedong, o rio que corta Pyongyang, e de lá dá pra ver o centro da cidade, muito lindo! Na base da Torre, há várias plaquinhas de delegações do mundo todo que estudam a Ideia Juche. A Torre foi erguida em 1982 para comemorar os 70 anos de nascimento do Presidente KIM IL SUNG e ela tem um bloco para cada ano de vida do Presidente até então! Depois de ver a base da Torre, subimos até o topo dela!!! De lá, uma visão de tirar o fôlego: é possível ver toda a Pyongyang de lá, com um vento fresco incrível batendo. Meu coração estava em felicidade nunca antes vista, é muito bonito ver toda a cidade de lá! Você olha pra baixo e vê o Rio Taedong, que é límpido! Olha pro lado e vê o gigantesco Estádio Primeiro de Maio, o maior do mundo, além de outros monumentos e prédios conhecidos. Bem na frente, a monumental Praça KIM IL SUNG, o coração da Coreia...

O Rio Taedong e a belíssima visão de Pyongyang de cima da Torre Juche
O dia foi incrível!!!

ESCRITORA ISA COLLI RECEBE PRÊMIO DESTAQUE LIBERDADE DE IMPRENSA NA OAB-RJ

Via O POVO -


Emocionada, a escritora Isa Colli subiu ao palco do plenário Evandro Lins e Silva, na OAB-RJ, na noite de quarta-feira (19), para receber o prêmio Destaque Sindical e Destaque Liberdade de Imprensa 2018. A iniciativa é da Tribuna da Imprensa Sindical, em parceria com o Centro de Documentação e Pesquisa da OAB-RJ.

“Me sinto muito honrada com esse reconhecimento. Sou escritora, jornalista e entendo que meu papel é ajudar a mudar o país e o mundo através da educação. Eu escrevo livros com abordagens importantes para a formação do carácter cidadão, porque para mim, a literatura é extremamente importante para transformar. E as nossas crianças é que farão toda a diferença”, afirmou Isa.

A premiação, em sua segunda edição, se consolida como uma das mais prestigiadas e importantes do Brasil, segundo profissionais da área. Além de Isa Colli, foram laureadas personalidades que se destacaram em defesa da imprensa livre, como o jornalista Sidney Rezende e o escritor e cineasta André Moreau. Também foram premiados diversos líderes sindicais. Vito Giannotti, José Louzeiro e Audálio Dantas receberam homenagem póstuma.

Isa agradece a homenagem (Fotos: Tribuna da Imprensa Sindical)
“O reconhecimento mostra que estamos no caminho certo. Esse prêmio é um combustível para seguir adiante com minha missão de levar conhecimento, cultura, valores e entretenimento às crianças deste país”, conclui Isa.

Sobre Isa Colli

Aos 50 anos, a autora ítalo-brasileira, que mora atualmente na Bélgica, conquistou espaço no mercado literário nacional e internacional, tendo participado das principais feiras do mundo. Nos últimos dois anos, apresentou suas obras nas bienais de São Paulo e do Rio de Janeiro e nas feiras internacionais do livro de Bruxelas, Bolonha, Lisboa e Frankfurt.

Desde a edição de seu primeiro livro “Um Amor, um Verão e o Milagre da Vida”, em 2011, já lançou 11 obras. Os mais recentes: “A Gatinha Penélope” e “O Aniversário de Margarida”. Para os próximos meses, prepara o lançamento de “Tainara entre Amigos” e “Vivene e Florine na Amazônia”, entre outras novidades.

Seus livros, que abordam temas como sustentabilidade, respeito pelo próximo e tolerância às diferenças, estão sendo adotados em escolas de todo o Brasil, como apoio didático. Sua obra também é comercializada em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Angola, EUA, Irlanda e Reino Unido.

Isa dedica-se agora a um novo desafio: começa, ainda neste semestre, a publicar livros pela Colli Books, editora própria que criou com o objetivo de dar espaço a novos talentos.

NENHUMA SEMELHANÇA ENTRE A ELEIÇÃO DE 1989 E DESTE 2018

HELIO FERNANDES -


Quase todo dia, os mais diversos órgãos de comunicação, e jornalistas, pessoalmente, tentam comparar as duas disputas presidenciais. Nada mais disparatado e sem o menor sentido. Não só pelos personagens, mas também pelo clima e a satisfação dos candidatos e dos eleitores. Depois de 29 anos sem nenhuma eleição (desde 1960), a volta do voto direto, com candidatos expressivos.

1 ano antes, a constituinte que discutiu, votou e aprovou a nova Constituição, que o doutor Ulisses logo identificou e consagrou como a "Constituição cidadã".

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PT DEVERIA ENTRAR COM MEDIDA CAUTELAR POR PROVÁVEL GOLPE NA ELEIÇÃO, PELA DA LAVA JATO, PF, E MÍDIA!

EMANUEL CANCELLA -

A mentira estampada na capa da revista Veja e replicada no JN.
Lava Jato, PF, Veja e Globo são reincidentes em picaretagem contra o PT em véspera da eleição. Não se trata de teoria da conspiração!

A Globo, a Lava Jato e Veja, na véspera da reeleição de Dilma, passaram por cima do TSE. Isto porque o Tribunal Superior Eleitoral, a maior autoridade na eleição, havia proibido a mídia de divulgar a farsa do vazamento de delação premiada vinda da Lava Jato, do doleiro Alberto Youssef, de  que Lula e Dilma saberiam da corrupção na Petrobrás (1).

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CAIXA: MUDANÇA NO ESTATUTO É GOLPE!

REDAÇÃO -


A mudança no estatuto da Caixa, proposta pelo governo e submetida ao Conselho de Administração do banco, configura um golpe. É o que avalia o dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, Dionísio Reis.

“Qualquer alteração proposta por este governo ilegítimo nesse momento é um verdadeiro golpe. Na ultima vez, tentaram fazer uma reforma estatutária, inclusive transformando a Caixa em S.A, e nós conseguimos impedir. Agora querem permitir que os diretores venham do mercado, e não do corpo de empregados da Caixa. Quaisquer novas diretrizes devem ser determinadas por quem for eleito pelo povo”, avalia Dionísio.

A reunião que aprovou a alteração do estatuto foi realizada semana passada,  dia 17, mas a medida, para vigorar, precisa ser aprovada em Assembleia Geral do banco, ainda sem data marcada. Segundo Dionísio, a presidenta do Conselho, Ana Paula Vescovi, indicação política do então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vem inclusive tencionando os demais membros a aceitarem as mudanças.

“A representante dos bancários, Rita Serrano, por outro lado, já marcou sua posição contra este retrocesso e contra possíveis mudanças no estatuto que afetem negativamente o banco público”, ressalta o dirigente.

O que mudaAs mudanças no estatuto propostas permitiriam que diretorias da área de controle (Jurídica, Auditoria e Corregedoria) fossem ocupadas por não concursados do banco. A proposição gerou manifestações de repúdio de entidades como Fenae, Apcefs, Advocef e sindicatos de bancários.

Esta iniciativa já havia sido rechaçada pelos empregados e suas entidades representativas em 2017. Em maio deste ano, a imprensa ventilou o retorno da proposta, o que gerou ações populares contra conselheiros. Em agosto, o Conselho de Administração anunciou que os próximos vice-presidentes serão escolhidos em processo seletivo externo, conduzido por consultoria privada.

Fonte: Seeb SP

ANDRÉ BARROS 50420 FOI VISTO POR UM MILHÃO EM UMA SEMANA! [VÍDEO]

ANDRÉ BARROS - Atualizado às 00h19 -


Em vídeo gravado em uma plantação autorizada pela Justiça Brasileira, André Barros, advogado, ativista, colunista da Smoke Buddies e candidato a Deputado Estadual pelo PSOL no Rio de Janeiro, atinge a marca de 1 milhão de views. Em tempos onde ideologias fascistas, racistas, homofóbicas, entre outras, essa marca é uma grande vitória para André e para todo o ativismo canábico. Entenda mais sobre o caso na coluna da semana.

“Meu nome é André Barros, 52 anos, carioca, mestre em Ciência Penal, sou advogado da Marcha da Maconha e candidato a Deputado Estadual – Nesta eleição, não esqueça: baseado na sua consciência, baseado na sua mente, aperta 50420, 50 do Sol, 4 e 20 da planta. Depois, não esquece, confirma, aperta de novo, o verde.”

Este é o texto que falei no sensacional vídeo gravado por meu amigo Ique Larica. O cenário é uma linda plantação, autorizada pela Justiça para uso medicinal. Publicamos este vídeo aos 2 primeiros minutos do primeiro dia em que a campanha eleitoral foi permitida por lei. Em uma semana, foi visualizado por 1 milhão de pessoas. Na linguagem da internet, podemos dizer que o vídeo viralizou. Neste momento tão triste para a história do Brasil, com o crescimento dos fascistas, que lançam abertamente o seu cardápio de terror e um candidato a presidente do país, quando milhões não querem sequer votar, ter um vídeo sobre política com tal alcance é uma grande felicidade.

O vídeo mostra a força da causa da maconha com quase 20 mil compartilhamentos no Facebook, sem termos a possibilidade de saber a quantidade que circulou por WhatsApp. Trata-se de um vídeo político de um candidato que está há muitos anos na luta pela legalização da maconha e, com ela, a mudança dessa política racista de segurança pública. É importante registrar que a única forma de mudar esta sociedade brutalmente desigual é através da política. No entanto, a mídia oficial é concentrada nas mãos de poucos, e irresponsavelmente presta um enorme desserviço à nação ao imputar à política a causa de todos os males. Essa mídia do capital, que não pode informar que esses políticos das quadrilhas dos milhões, na realidade trabalham e prestam enormes serviços às quadrilhas dos bilhões. Formadas por capitalistas milionários e bilionários, que assaltam bilhões do erário em obras e serviços públicos, combinando o preço e quem vai vencer a concorrência.

Com boa dose de ironia contra toda a hipócrita criminalização da maconha, o vídeo consiste numa apresentação e é muito sério. Com termos jurídicos, apresenta o currículo acadêmico e de lutas de André Barros, candidato a Deputado Estadual do Rio de Janeiro. O número da candidatura é simbólico. O 50 do PSOL, que é o número do Partido Socialismo e Liberdade, e o 420 da planta, pois 420 era o código que a polícia de Nova Iorque usava para casos relacionados à maconha e também a senha de estudantes da Califórnia para fumar maconha. Por isso, 20 de abril virou o Dia Internacional da Maconha, que, em inglês, é escrito na forma 4/20, em função do mês 4 e do dia 20.

É um vídeo de enfrentamento de alguém que tem base jurídica e está na luta há muito tempo e tem consciência do que está fazendo. Quando digo que sou advogado da Marcha da Maconha pode parecer esquisito, pois esta “pessoa jurídica” não existe e a Marcha é um evento político. Mas sou um dos autores e signatários da representação encaminhada à Procuradoria-Geral da República em 2009 contra 10 decisões judiciais que proibiram a realização da Marcha em 10 cidades do Brasil. Essa representação gerou a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 187, julgada em 15 de junho de 2011, e garantiu a realização da Marcha da Maconha em todo o Brasil pelo Supremo Tribunal Federal. A decisão do STF garantiu que nenhuma autoridade brasileira pode interpretar que a Marcha da Maconha está praticando o crime de apologia e que o evento está garantido pelo direito de reunião e manifestação, exercício direto da democracia, onde todas e todos têm o direito de lutar pela mudança de uma lei. Trata-se apenas de uma pequena demonstração do que vou fazer no plenário da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ.


*André Barros é advogado da Marcha da Maconha, candidato a Deputado Estadual pelo PSOL do Rio de Janeiro, com o número 50420, colaborador do site TRIBUNA DA IMPRENSA SINDICAL, vice-presidente licenciado da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e 3º suplente de Deputado Estadual pelo PSOL do Rio de Janeiro.

1- PROFUSÃO DE PESQUISAS ELEITORAIS ACIRRA A DISPUTA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA; 2- MILITAR GAÚCHO USA CAMINHÕES DO EXÉRCITO EM SUA CAMPANHA

REDAÇÃO -

Institutos contratados por empresas financeiras tornam a cobertura das tendências praticamente diária. Além de guiar voto útil, índices de intenção de voto podem ajudar a impulsionar ou arrasar campanhas.


Se você é eleitor do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) provavelmente gostou da última pesquisa BTG/FSB, que indicou 30% de intenção de voto para o capitão reformado do Exército. Foi o maior índice atingido por ele na segunda semana de setembro em qualquer das medições que alimentam o noticiário eleitoral quase que diariamente. Já os eleitores petistas puderam celebrar os 22% do ex-prefeito Fernando Haddad (PT) na única pesquisa Vox Populi/CUT desta campanha, que o mostrou à frente até de Bolsonaro. O candidato do PSL, líder nas pesquisas de institutos mais tradicionais, como Ibope e Datafolha, aparecia com apenas 18% no levantamento do Vox Populi, que justificou a disparidade entre seus números para os das outras pesquisas por ter associado o nome de Haddad ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diante das diferenças, qual dado estaria certo?

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), Duilio Novaes, todos. “Os levantamentos são feitos com diversos tipos de metodologia, e os resultados que a gente tem visto estão todos alinhados, não tem nada muito discrepante”, diz Novaes. A Abep tem um conselho de regulamentação com a prerrogativa de questionar como foram feitas as pesquisas e avaliar se foram bem conduzidas. Isso acontece sempre que alguma queixa é apresentada, mas o presidente da associação diz que isso é "bem raro".

Segundo o estatístico Paulo Guimarães, que trabalha em 13 Estados na eleição deste ano, o eleitor está mais exposto aos levantamentos nestas eleições. Além de Ibope, Datafolha, MDA e Vox Populi, a corrida eleitoral vem sendo abastecida por institutos como FSB, Ipespe, Paraná Pesquisas, DataPoder360 e Brasilis —desses, apenas DataPoder360 e Ipespe não fazem parte da Abep. Parte deles é contratada por instituições financeiras, cujas pesquisas causam oscilações na Bolsa de Valores de São Paulo e no valor do dólar quase que diariamente. Questionadas sobre o interesse de acompanhar as tendências eleitorais, BTG e XP Investimentos, que contratam pesquisas da FSB e do Ipespe, preferiram não comentar.

“Há quatro anos, tenho a impressão de que se a divulgação de pesquisas fosse como hoje, o Aécio [Neves] não chegaria onde chegou”, diz o estatístico. Em 2014, o senador tucano chegou a ser dado como carta fora do baralho durante a campanha, por aparecer empacado em terceiro lugar com 15% de intenções de voto, mas ultrapassou Marina Silva (então no PSB, hoje na Rede) na reta final do primeiro turno. Guimarães, que acompanhava de perto a campanha de Aécio e hoje presta consultoria para candidatos como Alckmin e o governador da Bahia, Rui Costa (PT), diz que as pesquisas têm o poder de reforçar as tendências que expõem. “Hoje, como se faz muita pesquisa aberta, [os eleitores dizem] ‘vou votar em fulano porque o outro não tem chance’. Sempre tivemos essas respostas, mas nunca em um grau tão elevado quanto agora”, diz, em referência aos grupos controle de eleitores que coordena.

Por conta da grande polarização que se estabeleceu entre os eleitorados anti-PT e anti-Bolsonaro, os institutos passaram a medir a possibilidade desse voto útil. Segundo o Ibope, 32% dos eleitores admitem grande chance de não votar em seu candidato de preferência para evitar a eleição daquele que consideram o pior presidenciável possível —outros 18% dizem que há possibilidade "média" de votar dessa forma. Quando questionados sobre se deixariam de votar no candidato de preferência para tentar eleger alguém com mais chances de vitória, 6% disseram que a possibilidade de fazê-lo é "muito alta" e 10% responderam que é "alta". As chances de vitória costumam ser medidas a partir das pesquisas de intenção de voto, que apresentam ainda os cenários de favoritismo para o segundo turno.

Por isso, o assunto se tornou tão sensível e alvo de questionamentos. Nesta sexta-feira, Ciro Gomes, do PDT, levantou dúvidas sobre os institutos durante campanha em Pindamonhangaba (SP). “Em um país onde se compra até deputado é razoável que a gente suspeite de que alguns institutos de pesquisa não estejam propriamente levantando números”, disse aos jornalistas, sugerindo que Geraldo Alckmin (PSDB) terá mais votos em São Paulo do que as pesquisas estão indicando —todas elas dão vantagem a Bolsonaro no Estado. Ciro disse ainda que os institutos de pesquisa serão "desmoralizados completamente" após a divulgação dos resultados do primeiro turno.

Na última quinta-feira, o Instituto Datafolha teve que explicar a metodologia de seus levantamentos depois de dois comunicados viralizarem no WhatsApp. Os dois textos são de autoria de James Gulbrandsen, gestor de investimentos da NCH Capital, gestora de fundos americana, e afirmam que as pesquisas trazem um "recorte tendencioso" e "uma parcela maior de pessoas que se identificam com ideais de esquerda", segundo afirmou o jornal Folha de S.Paulo. “O Datafolha, em seus levantamentos eleitorais, aplica conceitos e técnicas baseados na Teoria da Amostragem. As amostras são representativas da população estudada —neste caso o eleitorado brasileiro com 16 anos ou mais— e selecionadas através de critérios estatísticos, tendo como base fontes oficiais, como IBGE e TSE (...) O desenho da amostra é obtido através de método estatístico robusto e probabilístico", disse o Datafolha.

Mercado - Apesar do crescimento no número de cenários de intenção de voto divulgados, o mercado de pesquisas eleitorais parece menos aquecido neste ano do que 2014. Na última eleição, do dia 1º de janeiro até o dia 13 de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tinha registrado 498 pesquisas de nível nacional sobre a corrida presidencial. Durante o mesmo período deste ano, a quantidade registrada era de 331.

Para o presidente da Abep, é preciso esperar o balanço no mês de dezembro para ter noção exata sobre o impacto da eleição para o mercado, porque o ano está muito diferente. Segundo ele, o período de campanha mais curto do que o normal —caiu de 90 para 45 dias— pode ter concentrado a divulgação de pesquisas, dando a impressão de que a quantidade aumentou. A distribuição dessas informações por meio de redes sociais também pode ter tornado o processo eleitoral mais intenso, transportando os eleitores para dentro das campanhas, que acompanham o desenrolar do jogo político como se seguissem os trackings internos dos candidatos. (via El Pais)

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MILITAR GAÚCHO USA CAMINHÕES DO EXÉRCITO EM SUA CAMPANHA
Isso, pode?

DESEQUILÍBRIO ELEITORAL NA DISPUTA NO RIO DE JANEIRO

JOSÉ CARLOS DE ASSIS -


O Estado do Rio de Janeiro, dilapidado, roubado, fraturado, submetido aos processos de corrupção mais torpes da história brasileira, apresenta como candidatos ao Senado figuras como César Maia e Pastor Everardo, e gente como Francisco Dornelles para deputado, todos desqualificados para enfrentar os desafios de um processo de regeneração do Estado e do país. “Não, César Maia é um grande economista”, dirão. “Vai ajudar a consertar o Estado”. Porém, seria eu um economista tão desqualificado que não viria nele um simples oportunista?

Foi César Maia quem inventou o termo factoide. Ele é tão petulante, tão arrogante, tão pretensioso que foi capaz de inventar uma palavra para qualificar sua própria hipocrisia diante do povo. Factoide é mais ou menos o que se chama hoje de fake news. Enquanto isso significa um truque de adversários do qual somos vítimas nada se pode fazer a não ser denunciar o artifício. Diferente é quando alguém anuncia publicamente que criou um factoide em benefício próprio. Nesse caso, é a divulgação pública de uma maneira de enganar o povo.

O extremo oposto do factoide é a explicitação de interesses pessoais no jogo eleitoral. Francisco Dornelles se candidata a deputado federal com o fim óbvio de conquistar um mandato político enquanto sinecura de final de vida. Em política, questões de idade devem ser consideradas pois implicam conseqüências para a população. Aparentemente, Dornelles quer morrer no poder. Não lhe satisfez passar a vida toda usufruindo de sinecuras públicas. Quer levar isso para o túmulo, ajudando, eventualmente, a subida de um suplente.

Quando aos Maia, outro aspecto de sua política é uma espécie de coronelismo urbano reverso, pelo qual pai e filho trocam entre si posições de mando, um tendo feito o filho deputado, outro, já municiado com a Presidência da Câmara, tentando fazer do pai senador, talvez por uma atitude filial de agradecimento. Desses dois não se sabe absolutamente nada de contribuição ao processo econômico e político brasileiro. Lembram outras famílias do Nordeste, que passaram pelo poder em brancas nuvens, exceto no apetite para se favorecerem.

Nem tudo está perdido. Confronte César Maia, Rodrigo Maia e Dornelles com o senador Lindbergh e verão a colossal distância entre eles em termos de luta por interesses do povo e da cidadania. Faço essa comparação sem qualquer víeis partidário. Não sou do PT. Tive grande dificuldade em votar em Dilma no segundo mandato, tendo em vista a direção econômica que estava dando a seu governo. Quando nomeou Joaquim Levy para ministro da Fazenda, bandeei-me totalmente, com armas e bagagens, para a oposição.

Veio então o processo de impeachment, e me ficou absolutamente claro que não havia crime de responsabilidade por parte dela. O povo nem sempre compreende isso mas para derrubar uma presidenta da República não basta considerar seu governo ruim. É preciso ter crime definido na Constituição. Lindbergh tinha não só essas razões, mas também razões partidárias para defender Dilma. Fez isso como um leão na tribuna e no plenário do Senado, revezando-se com outra defensora intransigente do processo constitucional, a senador Gleisi.

Quando a Lava Jato tomou conta do sistema político e empresarial brasileiro, Lindbergh foi novamente um leão no Senado, colocando-se contra a corrupção e defendendo sua apuração rigorosa, mas procurando defender as empresas. Nisso, coincidimos inteiramente. Em janeiro de 2015, quando o escândalo havia estourado havia alguns meses, propus ao presidente do Clube de Engenharia, Francis Boghosian, fazer um seminário a respeito. Nossa conclusão: prendam os corruptos mas não impeçam as empresas de funcionar.

O passo seguinte, para testar o caráter de Lindbergh, foi a perseguição a Lula pela Lava Jato. Ele defendeu com garra o ex-presidente. Fez de uma forma que também eu acabei fazendo como jornalista: pediu as provas. Nunca foram dadas. Tudo se baseou em delações premiadas. Na realidade, a Lava Jato liquidou o sistema jurídico brasileiro e as instâncias superiores o confirmaram. Lindbergh deve ter perdido votos com isso. Mas seria difícil agir de outra forma sem perder o caráter, como os políticos que o desafiam.

1- ENTIDADES DOS SERVIDORES REALIZAM ATOS PELO VOTO CONSCIENTE; 2- POLÍTICA DE PREÇOS DA GASOLINA PREJUDICA CONSUMIDOR E PETROBRAS

REDAÇÃO -

Prepare-se! Mobilize-se! O Dia Nacional do Voto Consciente acontece na próxima quinta-feira (27). Serão realizados em todo o País diversos atos e manifestações promovidos por servidores públicos, lideranças e ativistas do setor. Todos os servidores estão conclamados a participar das mobilizações em seus respectivos estados e a integrar essa força nacional pela democracia.


A previsão é de que os atos sejam feitos em local de confluência de pessoas nas cidades, ou simbolicamente em frente aos TRE (tribunais regionais eleitorais). O movimento vai distribuir, virtualmente e presencialmente, diversos materiais celebrando o dia e essa direção do voto, leia as orientações.

A campanha conta com o apoio de entidades como a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) e tem como prioridade oferecer visibilidade para candidaturas engajadas de forma multipartidária no fortalecimento das carreiras públicas, nos investimentos em serviços públicos de qualidade e um Estado mais republicano. Segundo o movimento, são 16 milhões de servidores públicos no Brasil e com potencial de influência sobre 35 a 45 milhões de votos.

Carta de Convocação  destaca que a projeção das pesquisas sinaliza alto índice de não comparecimento às urnas e votos nulos. A orientação é para que o servidor público não desperdice as oportunidades oferecidas pela democracia e que possam eleger candidatos que façam a diferença, independentemente de partidos políticos. “São aqueles já com trajetória de lutas reais e engajamento na prática em setores dos serviços públicos como educação, saúde, segurança pública, ciência e tecnologia, desenvolvimento econômico e outros”, destaca o documento.

Acesse o link dos materiais promocionais da Campanha Dia Nacional do Voto Consciente e os utilize para ajudar a eleger candidatos comprometidos com a agenda dos servidores públicos!

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POLÍTICA DE PREÇOS DA GASOLINA PREJUDICA CONSUMIDOR E PETROBRAS

A política adotada por Parente na Petrobrás, desde outubro de 2016, elevou o preço dos combustíveis acima dos internacionais. Preços altos e variação diária, em função dos preços do petróleo, da cotação do dólar e da estimativa do custo de internação, apesar do petróleo ser produzido e refinado no Brasil. Essa política levou ao aumento das importações de derivados e das exportações de petróleo cru, trouxe prejuízos aos consumidores e à Petrobrás, e culminou com a greve dos caminhoneiros.

A greve trouxe prejuízos de R$ 15 bilhões, o governo federal adotou programa de redução de impostos e subvenção aos produtores e importadores de diesel de R$ 13,5 bilhões até o final de 2018. (enviado por Felipe Coutinho - presidente da AEPET)

23.9.18

CHAPA VILLA-LOBOS: A AGONIA DA ABI USADA PARA CALAR QUEM LUTA PELA SOBERANIA NACIONAL

CHAPA VILLA-LOBOS (ABI) - Por MIRSON MURAD -

Com esta série a coordenação da Chapa Villa-Lobos, Associação Brasileira de Imprensa (ABI), retoma sua marcha que objetiva restaurar entre os Confrades as boas lutas por liberdade de expressão e direitos humanos, interrompida arbitrariamente pela atual diretoria, antes do pleito 2016-2019.


A Associação Brasileira de Imprensa, a gloriosa ABI, está agonizando nas mãos grandes desse traidor da classe jornalística, locutor da Record, Domingos Meirelles, que se assenhorou da entidade para destruí-la e entregar, de mão beijada, seu edifício-sede para a Universal. Isso é o que Meirelles demonstra com suas atitudes ditatoriais na presidência da ABI, cargo que só alcançou infernizando seu protetor na carreira e na Casa do Jornalista, seu presidente Maurício Azêdo.


Esse sujeito, mesmo perdendo na Justiça com falsas acusações e, ainda hoje, tornou a perder pelo voto de cinco desembargadores (unanimidade de voto) só parou com sua sanha quando o presidente Maurício Azêdo veio a óbito, angustiado, sofrendo, por ver o Brutus Meirelles agir com atitudes rasteiras contra sua administração. Na ocasião, pouco antes de falecer, Azêdo confidenciou-me com muita tristeza que, se soubesse o quanto Domingos desejava a presidência da ABI ele, Maurício Azêdo, elevaria seu pupilo e algoz ao cargo almejado. Domingos Meirelles com o intuito de perpetuar-se na presidência da ABI, agindo com mãos de ferro, está destruindo a Casa de Gustavo de Lacerda, Barbosa Lima Sobrinho, e Maurício Azedo acumulando arbitrariedades administrativas, rasgando os estatutos da entidade, isolando totalmente quem é contra suas criminosas ameaças à destruição desse símbolo da liberdade e da democracia.


Nem mesmo os boletos da anuidade são enviados aos seus adversários para que possamos cumprir nossa obrigação financeira com a Associação e as chapas concorrentes nas eleições são impedidas de disputar a direção da entidade. A ABI sempre esteve na linha de frente em defesa da soberania nacional das Terras de Pindorama em gigantescas lutas como "O Petróleo é Nosso" e na resistência ao golpe militar que instalou-se no Brasil sob a égide de Tio Sam. Por essas e muitas outras arbitrariedades contra a Casa de Gustavo de Lacerda, que está na agonia, é necessário - é urgente - que todos os jornalistas que amam sua ABI se unam contra essa figura rasteira que faz da gloriosa ABI um trampolim para tentar concretizar suas desenfreadas ambições. É preciso dar um basta a tudo isso! Chega!!!
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Este é o terceiro artigo da série A ABI NÃO PODE SER USADA PARA CALAR QUEM LUTA PELA SOBERANIA NACIONAL que tem por objetivo ajudar a esclarecer o “modus operandi” que vem desviando a ABI de seus objetivos precípuos, num momento tão importante da História.

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*Mirson Murad, é Jornalista, membro da Chapa Villa-Lobos, arbitrariamente impedida de concorrer a direção da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no pleito 2016-2019.

É PRECISO MANTER O PÉ ATRÁS PARA NÃO TROPEÇAR NA REDE DE PROPAGANDA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

ANDRÉ MOREAU -



O “impressionismo liberal” dos cidadãos ditos “democratas” contra o “fascismo” repercutido até mesmo por pessoas consideradas progressistas, sem levar em conta a questão de classes, vem revelando um potente gerador de confusões, promovido pelos que mandam no capitalismo. A confusão deflagrada com a matéria de capa da revista The Economist, que fala do presidenciável esfaqueado ser uma ameaça para a América Latina, preocupa quando vemos pessoas ditas esclarecidas, embarcarem na reprodução dessa manipulação de impressões, ao estilo “falem mal, mas não deixem de falar de mim,” naturalmente pelo fato de terem instrumental precário para questionar a rede formada por 1% dos senhores mais ricos do mundo que estão por trás da citada editoria britânica, herdeiros dos empresários que financiaram a ascensão de Hitler e Mussoline, visando expandir seus respectivos negócios no planeta.

Qual seria a intenção desses “iluminados democratas," hoje?

É preciso pelo menos partir do golpe de Estado que derrubou a Presidenta Dilma Rousseff, para tentar tratar de forma plausível do porque o candidato esfaqueado não é o preferencial dos que passaram a mandar no país de uma forma mais acirrada.

Qual o candidato que o capital pretende alçar ao segundo turno, para derrotar o esfaqueado?

De centro esquerda ou de direita.

Qualquer um deles terá de fazer concessões que possibilitem o aprofundamento da “ditadura branda”.

Quando não se sabe fazer cálculos políticos que levem os leitores a pensarem em variantes que o aproximem da realidade, camuflada por trás da cortina de fumaça gerada pelos meios de Comunicação do consórcio da rede neoliberal, o melhor é colocar o pé atrás, para não servir de massa de manobra.

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*André Moreau, é Professor, Jornalista, Cineasta, Coordenador-Geral da Pastoral de Inclusão dos "D" Eficientes nas Artes (Pastoral IDEA), Diretor do IDEA, Programa de TV transmitido pela Unitevê – Canal Universitário de Niterói e Coordenador da Chapa Villa-Lobos – ABI – Associação Brasileira de Imprensa, jornalabi.blogspot.com - arbitrariamente impedida de concorrer à direção da ABI nas eleições de 2016/2019.

DOCUMENTÁRIO DE SILVIO TENDLER INAUGURA CINEMA NO PÓLO DE RESISTÊNCIA DA VIGÍLIA LULA LIVRE

Via SENGE-RJ -

Após sessão de "Dedo na Ferida", o diretor participou da estreia do espaço, ao lado do presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, e do presidente do Senge-RJ, Olímpio dos Santos.


O documentário “Dedo na ferida”, de Silvio Tendler, inaugurou a sala de cinema do Centro de Formação e Cultura Marielle Vive, aberto no dia 4 de setembro no cinturão de locais que animam a Vigília Lula Livre do Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba. O diretor participou da estreia do espaço, no dia 5, debatendo com jovens cineastas, ao lado do presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Nascimento, e do presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), Olímpio dos Santos.

Produzido pelo Senge-RJ e pela Fisenge, o filme apresenta a teia global do capital financeiro e suas manobras para atacar os Estados de bem-estar social e as democracias, ouvindo economistas e estudiosos do país e do exterior. Em Curitiba, as pessoas entraram no novo cinema guiadas pela artista popular Susi Monte-Serrat, ao som de “Para não dizer que não falei de flores”, de Geraldo Vandré.

O Centro de Formação e Cultura Marielle Vive fica a cerca de 100 metros da Superintendência da Polícia Federal (PF), onde Lula é preso político. Conta com a sala de cinema, com capacidade para 150 pessoas, muro aberto a exposições, jardim, viveiro de mudas e minhocário, cozinha comunitária para o pessoal da vigília. O documentário “Dedo na ferida” também foi exibido em Curitiba para o APP-Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná.

“A união popular em torno das causas da justiça e da solidariedade é crucial neste momento em que o fascismo tenta medir forças com a democracia no país”, afirmou Clovis Nascimento. Segundo Olimpio dos Santos, “Lula, preso na PF, irradia as ideias fundamentais para a luta em defesa de um projeto popular e soberano para o Brasil.”

A ASCENSÃO VERTIGINOSA DE HADDAD JUSTIFICA O MEDO A LULA!

EMANUEL CANCELLA -


Os golpistas são corruptos e lesas-pátrias, mas não são burros. Eles servem a algum projeto entreguista e mercenário que vem de fora, visando à estagnação do Brasil para mantê-lo como quintal dos EUA, uma republiqueta de bananas.

Lula, por dois mandatos, governou o país para o Brasil e os brasileiros. Lula, além de ter saído do segundo mandato com 87% de aprovação popular, levou o Brasil a ser a 6ª economia do mundo, passando a Inglaterra. E já colava na França, a ultrapassagem seria inevitável (1).

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UM TEMA IMPORTANTE QUE PRECISA SER CONHECIDO PELO ELEITORADO

MÁRIO AUGUSTO JAKOBSKIND -


Fernando Henrique Cardoso tenta desesperadamente salvar a candidatura do rejeitado Geraldo Alckmin. O apelo feito por ele para a unidade em torno do candidato do PSDB, como se previa, não surtiu efeito, até porque o ex-presidente não consegue convencer mais ninguém, até mesmo seus pares de direita que se apresentam como centro político.

Faria melhor o ex-presidente se decidisse se recolher, mas como ele sabe que qualquer coisa que fale ou proponha terá grande espaço na mídia comercial, Cardoso não desiste.

Falando em mídia comercial, justiça seja feita ao único candidato que colocou um importante tema em pauta no debate, realizado pela CNBB em Aparecida, foi Guilherme Boulos ao dirigir uma pergunta sobre os meios de comunicação a Ciro Gomes.

É preciso que o tema volte ao debate dos candidatos e a única forma de os eleitores conhecerem a posição dos concorrentes é se os próprios candidatos levantarem a questão já que as emissoras responsáveis pelos debates evitarão fazê-lo. Podem imaginar, por exemplo, alguém da Globo colocar a questão da mídia para os candidatos debaterem?

Quanto ao que respondeu Ciro Gomes, o tema se restringiu ao fato de que não há força política para conseguir a democratização dos meios de comunicação, daí porque evita se referir dessa forma.

Não é por aí, até porque se em outras questões, para evitar o aprofundamento do debate, uma resposta afirmando que “não há força política” para o enfrentamento, é uma forma de se evitar ir a fundo na matéria.

E vale também assinalar que um dos principais requisitos para o aprofundamento do processo democrático é exatamente a questão da mídia e o domínio de poucas famílias, que se dedicam, na prática, a defender interesses econômicos que prejudicam a maioria da população.

Por estas e outras, o tema levantado por Boulos deve ser objeto da atenção dos candidatos, até porque é absolutamente necessário que o eleitorado conheça a opinião dos postulantes.

Em suma, o que teriam a dizer, não só o próprio ex-presidente FHC como todos os candidatos que aspiram a Presidência da República em 2018?

É necessário que respondam concretamente e sem nenhum tipo de subterfúgio. Com a palavra, não só novamente os próprios Ciro Gomes e Guilherme Boulos, como Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Jair Bolsonaro, João Goulart Filho e todos os demais pretendentes à Presidência da República. Quem vai escolher o seu candidato precisa conhecer esse posicionamento.

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*Mário Augusto Jakobskind, é Professor, Jornalista, Escritor, membro da Chapa Villa- Lobos, arbitrariamente impedida de concorrer à direção da ABI (2016/2019) e Coordenador de História do IDEA, Programa de TV transmitido pela Unitevê - Canal Universitário de Niterói.