23.8.17

REPÚDIO A REDUÇÃO DO VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO

EUSÉBIO PINTO NETO -

Governo afrouxa a corda dos banqueiros e enforca o trabalhador. Sem aumento real no salário mínimo em 2018, governo empurra milhões de brasileiros para a pobreza e a miséria.


É impressionante a capacidade que este governo tem para produzir maldades em série contra o povo, em especial, contra o pobre, que é desprezado pela elite e tratado como um estorvo. Na semana passada, o Ministro do planejamento, Dyogo Oliveira, representando o ministro da Fazenda - que age claramente a serviço dos banqueiros - anunciou que o salário mínimo para o ano que vem sofrerá uma redução de R$10 e ao invés dos R$979,00 previstos, o valor será de R$969,00.

Na defesa para a cretina redução, os mandrakes da economia usaram a muleta da revisão das metas inflacionárias durante a elaboração do orçamento para 2018. Como a projeção da inflação será menor, o valor do mínimo também diminuirá. Com o corte de R$10 no bolso do trabalhador, o governo espera economizar R$ 3 bilhões no ano que vem.

A valorização do salário mínimo teve início no governo Fernando Henrique, que não tinha uma política salarial, mas também não havia inflação; e ganhou força e expressão no governo Lula. Entre 2002 e 2016, o salário-mínimo registrou ganho real, descontada a inflação, de 77% ao passar de R$ 200,00 para R$ 880, em aumento que conferiu dignidade ao trabalhador. Essa valorização se deve a união da classe operária - através das Centrais Sindicais - que focaram nas bandeiras dos trabalhadores e lutaram para reduzir a desigualdade no país. Nos últimos 14 anos, o piso nacional teve um aumento real por conta da luta do Movimento Sindical. Esse reajuste retirou milhões de pessoas da linha da pobreza e gerou uma melhoria na qualidade de vida do trabalhador, que conseguiu elevar, significativamente, o seu poder de compra.

Ao contrário da reforma da Previdência, que ainda precisa ser aprovada no Congresso, e da PEC 55, que limita drasticamente os gastos públicos por duas décadas e coloca em xeque os investimentos em educação e saúde no país, o reajuste do salário mínimo sem ganho real é o primeiro impacto direto das ações de ajuste estabelecidas pelo governo.

Para a elite brasileira, conservadora, mesquinha e autoritária e detentora do título de maior concentradora de renda do mundo, o pobre nasceu para lhe servir como capacho e sofrer calado as agruras da vida, provocadas por um modelo econômico perverso e flagrantemente criminoso. Para chegarmos a esta conclusão tomamos por base a diferença no tratamento dispensado por este governo aos ricos e aos pobres.

Enquanto reduz o valor do salário mínimo para tapar uma parte do rombo fiscal e economizar bilhões que seriam destinados ao estrato mais pobre da população, o governo perdoa a dívida de banqueiros, que financiaria por mais quase oito anos a diferença do salário mínimo que rouba do trabalhador.

E foi o que aconteceu com o COAF, Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do governo, que numa canetada só liberou o Itaú – Unibanco, maior banco privado do país e que teve um lucro líquido de mais de 6 bilhões de Reais, apenas no primeiro trimestre deste ano, a não pagar uma dívida de 25 bilhões de reais cobrados pela Receita Federal no processo de fusão do Itaú com o Unibanco.

Segundo o Coaf a transação estaria livre do pagamento de impostos, permitindo que o Itaú – Unibanco engordasse o seu cofre em 25 bilhões de reais, e, mais ainda, com a porta escancarada, a farra da renúncia fiscal foi aproveitada pelo banco Santander que também deixou de pagar 338 milhões em impostos. Ou seja, contra a elite econômica e financeira, o governo se mostra fraco, benevolente e caridoso e afrouxa a corda para quem lucra muito e por isso mesmo, pode, perfeitamente, pagar seus impostos; ao passo que com os pobres, o governo é duro e implacável nas suas decisões e não hesita em cortar direitos e em apertar, ainda mais, a corda no pescoço do povo que está pagando a conta pelos desacertos e pelo entreguismo desta equipe econômica, que desmonta o estado e arrasa com a vida de milhões de brasileiros.

* Eusébio Pinto Neto, presidente da Fenepospetro e do Sinpospetro-RJ.

O GOVERNO GOLPISTA DO PMDB E DO PSDB ESTÁ DESTRUINDO O BRASIL!

EMANUEL CANCELLA -

A lava Jato prendeu Aldemir Bendine e Cândido Vaccarezza indicado por Dilma do PT, por suspeita de corrupção, e nem sequer investiga, FHC e Pedro lalau Parente, corruptos incontestes (6,7)!


Com apoio da mídia principalmente da Globo, derrubaram Dilma, a presidente honesta e colocaram o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil, Michel Temer (5). Agora assistimos um jogo de cena da mídia principalmente da Globo que diz que quer o “Fora Temer” mas apoia todas as medidas do governo golpista.

O PSDB encena sair do governo, brigam para inglês, ver sobre a presidência do partido. Eles querem iludir a sociedade, mas o PSDB é o governo golpista. Tudo que de mal que o farsante FHC fez e deixou de fazer em seu governo esta sendo feito e aprofundado no de Temer.

A Privataria Tucana esta de volta; quando FHC que se aposentou aos 37 anos de idade e chamou os aposentados de vagabundo ele queria acabar com as aposentadorias, e Temer vai acabar (1).

Os golpistas querem acabar com todos os direitos dos trabalhadores trabalhistas e previdenciário.  Os direitos trabalhistas já acabaram, e para garantir que não vai haver resistência, estão acabando com os sindicatos de trabalhadores.

A Petrobrás que o governo de FHC pela pressão popular e a maior greve da categoria não conseguiu privatizar, Michel Temer indicou para a presidência um tucano, Pedro lalau Parente, que esta entregando o que há de melhor na companhia.

Como se não bastasse lalau é réu em ação movida por petroleiro pela venda de ativo quando ministro de FHC e membro do Conselho de administração da Petrobrás(1). Lalau deu um prejuízo de R$ 5 BI a Petrobrás, a ação é de 2001, e está parada, 16 anos se passaram e o MPF e Lava Jato acumpliciado com lalau!

Lalau destrói a cadeia virtuosa do petróleo, a empresa integrada: Do poço ao poste “vende” sem licitação áreas estratégicas e valiosíssimas da Petrobrás. Como o campo de Carcará, a preço de um refrigerante o barril do petróleo; a Petroquímica de Suape pelo valor de 5 dias de faturamento (3,4).

Dando vazão ao seu programa destruidor da Petrobrás, lalau, tira a Petrobrás e entrega principalmente aos gringos, setores mais estratégicos, lucrativo e empregatício do petróleo: Gás, Petroquímico, Fertilizante e de Biocombustíveis (2).

Como se não bastasse, lalau, está transformando o conteúdo local em internacional, acabando com a indústria naval brasileira, liquidando com os empresários brasileiros dessa área, e desempregando milhares de trabalhadores brasileiros. Foi FHC, quem em seu governo mandou construir navios e plataformas nos exterior gerando emprego e renda para os gringos e lalau faz o mesmo!

A lava Jato e o MPF são mancomunados com os tucanos os fatos não deixam duvidas, FHC já foi delatado inúmeras vezes na Lava Jato  e em varias delas envolvendo seu próprio filho em corrupção (8,9).

E o que faz o MPF? Ao invés de apurar a denuncia formalizada por petroleiro em novembro de 2016, chamando a Lava Jato de omissa em relação a gestão de Pedro lalau Parente.

O MPF a pedido do juiz Sergio Moro, em dezembro do mesmo ano, intima o denunciante por possíveis crimes contra honra do funcionário público (10,11).

A lava Jato prendeu Aldemir Bendine e Cândido Vaccarezza indicado por Dilma do PT, por suspeita de corrupção, e nem sequer investiga, FHC e Pedro lalau Parente, corruptos incontestes (6,7)!

Na verdade o golpe não é só do Temer, ele é jurídico, midiático, parlamentar, encabeçado pelo PMDB e PSDB!

Fonte:

LUÍZ ARRAES, DA FEPOSPETRO, PARTICIPA EM BRASÍLIA/DF DE REUNIÃO DO CONAMA SOBRE MEIO AMBIENTE

Via FEPOSPETRO -


O presidente da Federação Estadual dos Frentistas, Luiz Arraes, participa nesta quarta-feira (23), em Brasília/DF, da 126° reunião do Conama - Conselho Nacional do meio Ambiente -, evento  que acontece no auditório do IBAMA, localizado no  Setor de Clubes Esportivos Norte - SCEN. O dirigente da Fepospetro participa como  integrante do Conselho, formado por vinte e dois representantes de  Centrais Sindicais e Confederações de Trabalhadores da área Urbana, como a CNTC,  grupo que  compõe a  diretoria tripartite do Órgão, responsável maior no país por estabelecer políticas de sustentabilidade, e cujo presidente é o Ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho (PV/MA). O encontro  do Conama é quadrimestral e inclui em sua pauta assuntos comuns à categoria dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis, tais como a regulação de normas e padrões de controle da poluição causada por veículos automotores, aeronaves e embarcações. Versa sobre o tema a mais recente resolução do Órgão, que revoga o decreto Nº 349/2004, o qual dispõe sobre o licenciamento ambiental de empreendimentos ferroviários de baixo potencial de impacto ambiental e a regularização dos empreendimentos em operação, como Postos de Combustíveis.

Seminário

Durante a  reunião do Conama em  Brasília o público presente será convidado, pela presidente do IBAMA, Dra. Suely Araújo, a participar do evento "Seminário Rio Doce: Desafios da Governança Interfederativa", programado para  os dias  24 e 25 de agosto de 2017, no auditório do IBAMA, em Brasília/DF.

*Assessoria de Imprensa da Fepospetro / Imagem: Janekelly.

MADRINHA DOS "GUARIMBEIROS" FUGITIVA DA JUSTIÇA VENEZUELANA CONSPIRA EM BRASILIA: DANE-SE A AMERICA LATINA!!!

Por ANDRÉ MOREAU -


A madrinha dos guarimbeiros, ex- Procuradora Geral da República Bolivariana da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, frustrada por não ter conseguido derrubar o Presidente Nicolás Maduro Moros, antes da Constituinte de 30 de julho, após fuga cinematográfica da Venezuela para a Colômbia, desembarcou no Brasil (22), para se reunir com os "expertos" procuradores do Ministério Público Federal. A missão da ex-Procuradora Díaz, continua sendo a mesma, mas agora, no laboratório dos golpistas da América Latina, a madrinha dos "guarimbeiros" deixou cair de vez sua máscara, é que a loura pretende trabalhar na elaboração do processo de crime contra a humanidade a ser protocolado junto ao Tribunal de Haia, colocando como réu o Presidente Maduro.

Aos que operam desviando o foco das informações usando a "teoria da conspiração" forjada nos EUA, cumpre ressaltar que a petição já vinha sendo encubada pela "experta" advogada Janaina Pachoal, co-autora do processo de impeachment, sem mérito, contra a Presidenta Dilma Rousseff. A madrinha dos "guarimbeiros" sabe que só atingindo o coração da Revelução Bolivariana, através desse novo plano condor de golpes de estado que usa agentes ligados ao judiciário de diferentes países, articulados por agentes de Washington, será possível controlar as economias do Continente, assim como foi tramado por Henrry Kissinger. Resta saber se a madrinha dos "guarimbeiros" vai receber mais do que os R$ 45.000 (quarenta e cinco mil reais), pagos pelo PSDB então presidido por Aécio Neves, à advogada Janaina Pachoal ou se o soldo será maior. Menor sabemos de ante mão que é a consciência.

Luisa Ortega Díaz, responderia juridicamente por favorecimento de crimes de ódio nos quais nove pessoas foram queimadas vivas, mas de cem assassinadas e trinta feridas.

Destituída da função de procuradora por traição a pátria, pelos membros da Assembléia Nacional Constituinte (ANC), por unanimidade, a Sra. Díaz, terá que explicar na justiça, porque usou a máquina pública para beneficiar a oposição em tais ações criminosas.

Dos mais de trinta crimes de ódio denunciados, ocorridos para desestabilizar a Revolução Bolivariana, apenas dois foram investigados por orientação de Díaz que depois de dezoito meses de sua posse, pediu a destituição de Magistrados objetivando favorecer mais ainda a oposição, em nítida violação da Lei Orgânica e da Constituição de 15 de dezembro de 1999.

Imediatamente após a decisão dos membros da ANC, editorias dos meios de comunicação golpistas, voltaram seus holofotes para a fugitiva que passou a acusar de corrupção, sem provas, o Presidente Nicolás Maduro, fato que hoje no Brasil não quer dizer nada, posto que está em vigor a "Teoria da convicção".

* Via e-mail. André Moreau, é Coordenador-Geral da Pastoral IDEA, Professor, Jornalista, Diretor do IDEA, Canal Universitário de Niterói, Unitevê, Universidade Federal Fluminense (UFF).

CHEGOU A VEZ DOS GOLPISTAS DE 2016 ENTREGAREM DE MÃO BEIJADA A ELETROBRÁS

MÁRIO AUGUSTO JAKOBSKIND -

Golpista entreguista Michel Temer acabou de anunciar a privatização da Eletrobrás, algo que FHC não conseguiu realizar em dois mandatos.
O que o governo Fernando Henrique Cardoso não conseguiu fazer em dois mandatos, o do golpista entreguista Michel Temer acabou de anunciar. Ou seja, o Ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho anunciou que a Eletrobrás será privatizada, possivelmente será abocanhada por alguma multinacional, como sempre quis o ex-presidente Cardoso. Os golpistas estão cumprindo um programa com o apoio externo. Está clara a estratégia e o motivo pelo qual decidiram se apossar indevidamente do governo brasileiro.

E diariamente são anunciados favorecimentos à continuidade da entrega de mão beijada do que resta das estatais. Hoje é a Eletrobrás e com a explicação (mentirosa) de que a conta de energia elétrica vai baixar para o consumidor.  Foi o que disse o Ministro Coelho Filho, representante do governo golpista no setor. Mas a presidenta deposta, Dilma Rousseff, que já foi Ministra de Minas e Energia disse exatamente o contrário. O tempo dirá quem está com a razão.

Com o argumento de quem decide pela privatização é sempre o mesmo, é perfeitamente plausível saber de antemão com quem está a verdade. FHC e seus asseclas do PSDB, hoje acompanhados do PMDB, do DEM e outros partidos da mesma linha, há anos usam os mesmos argumentos destinados a enganar a opinião pública e que com o passar dos anos ficam claros. A privatização anunciada, que em breve poderá ser a vez da Petrobras, vai ser defendida com unhas e dentes pela mídia comercial conservadora e pelos colunistas de sempre.

Todo esse esquema de entrega faz parte do iniciado com o golpe de 2016 quando o hoje putrefato Michel Temer divulgou a tal “ponte para o futuro”, um projeto que na verdade teve início no governo de FHC que não conseguiu entregar tudo o que queria. O Estado brasileiro pós Cardoso se fortaleceu, da mesma forma que as conquistas sociais, que estão sendo riscadas do mapa desde a ascensão dos golpistas de 2016. Estes jamais voltariam ao poder através de eleições diretas e já se preparam para um novo golpe, defendido ostensivamente pelo PSDB e pelo putrefato Michel Temer, qual seja a instituição de um regime parlamentarista, que viria sem nenhum tipo de consulta popular. Por enquanto se discute no Congresso uma ridícula reforma política, na verdade uma brincadeira de mau gosto que ofende brasileiros e brasileiras.

Os golpistas temem qualquer tipo de eleição onde o povo seja o principal protagonista e não os atuais integrantes de um Congresso desmoralizado por ser integrado por políticos como Romero Jucá, Tasso Jereissati, Aécio Neves e tantos outros do mesmo naipe. Os golpistas de 2016 querem se eternizar no poder para conseguir que o retrocesso seja definitivo. Essa é a realidade e que somente o despertar do povo brasileiro poderá conter tamanha sem-vergonhice de políticos integrantes de partidos como o PSDB, DEM, PMDB e demais apoiadores do tal centrão, que cobram a fatura por terem evitado que o putrefato Michel Temer fosse julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Em suma, o Brasil não merecia tanto retrocesso.

* Via site Brasil de Fato.

A DÍVIDA EXTERNA QUE PASSOU A DÍVIDA PÚBLICA

HELIO FERNANDES -

Todos os países têm divida EXTERNA. Não é para ser paga e sim para ser amortizada. Potencias como EUA e China não são exceção, mas mantêm o equilíbrio com os juros. Os empréstimos são para investimento. E se os juros forem muito altos, um desastre.

O Japão tem a menor taxa do mundo: 0,1%. O Brasil já teve a maior, verdadeiramente inacreditável: 40%, no desgoverno FHC. Os EUA ficaram em dezenas de anos, 0,25% ou 0.50%. Só agora aumentaram ligeiramente.

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BRASIL UM PAÍS ONDE O PODER CONSTITUÍDO, PERDEU A VERGONHA NA CARA!

EMANUEL CANCELLA -

E além dos mortos, ainda deixaram milhões de refugiados, famílias e crianças, em busca de abrigo.


Meus pais e as famílias de uma forma geral, sempre pregavam a vergonha na cara! Tipo perdeu a vergonha na cara, perdeu tudo. Pois estamos diante de uma sociedade onde o poder perdeu a vergonha na cara. Na cúpula do poder, a começar pelo golpista Michel Temer, são todos uns sem vergonhas. Aliás, são bandidos mesmo.

Nos governos anteriores o ministro caia em desgraça era imediatamente afastado. Agora é fortalecido, exemplo: Jucá, Moreira Franco Eliseu Padilha etc. lembram Lula não pode ser ministro de Dilma, a justiça deliberou que ele ia usar o cargo para buscar a imunidade. Dilma foi afastada do governo por conta das pedaladas fiscais, que nem fez. Hoje pedalada fiscal é lei!

Nos tribunais antigamente tínhamos, por exemplo, o juiz Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, que foi preso, tamanha as falcatruas. Até então juiz picareta tinha como castigo aposentadoria compulsória com todos os direitos.

Hoje temos juiz picareta a dar de pau, da primeira instancia aos tribunais superiores, e nada acontece. Antigamente ganhar acima do teto constitucional era crime, hoje virou rotina. E não é só o Gilmar Mendes que sai em defesa dos baratas; a lava Jato e a Globo não ficam a desejar, exploram as crianças. A Lava Jato faturando em cima da Apae; e a Globo abatendo o próprio imposto de renda com as doações do Criança Esperança.

Juízes como Sergio Moro, procuradores como Deltan Dallagnol, tidos como paladinos da justiça, alem da excrescência de auxilio moradia e educação, seus salários estão muito acima do teto constitucional,  e essas figuras são tidas pela mídia como heróis nacionais!

Tem uma multidão que encheu as avenidas no Brasil, bateram panelas com as famílias nas janelas, pobres, e classes media ao lado da empregada. Queriam dar um basta na corrupção! foram enganados, e lamentavelmente a corrupção cresceu de forma geométrica.

Muitas dessas pessoas estão envergonhadas. Hoje ninguém vestiu a camisa da CBF, bateu panela... Com o Fernando Collor de Mello foi a mesma coisa, ninguém votou nele, e ele foi eleito.

A primavera árabe, no Oriente Médio; no Brasil “os ventos de junho”  foi coisa de profissionais. Eu fui um dos que acreditei!

Hoje sabemos que tudo não passou de uma grande farsa. No oriente médio, como no cone sul, as grandes mobilizações nada tinha a ver com derrubada de ditadores, da busca da democracia, o império e seus aliados estavam de olho no petróleo e avançaram. E além dos mortos, ainda deixaram milhões de refugiados, famílias e crianças, em busca de abrigo.

Saquearam o petróleo do Iraque, da Líbia, etc. No Brasil com a derrubada de Dilma, estão tomando nosso pré-sal e na Venezuela querem derrubar o presidente Nicolás Maduro para se apossar da maior reserva de petróleo do planeta.

Na Venezuela eles já deram o golpe, no grande comandante Hugo Chávez em 2002, e em 47 horas, foram postos pelo povo para correr para Miami (1)! No Brasil já derrubamos a ditadura militar, conquistamos as “Diretas Já”!

Se os imperialistas tiveram a petulância de organizar a “primavera árabe” e “os ventos de junho” nós precisamos usar a ousadia dos canalhas e unir todo nosso povo, que tem vergonha na cara, para botar para fora do poder, os golpistas, aliados dos imperialistas, os sem vergonhas!

Fonte:
http://causaoperaria.org.br/blog/2017/04/16/ha-15-anos-o-povo-nas-ruas-derrotou-um-golpe-de-estado/

* Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex diretor do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP , ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em: http://emanuelcancella.blogspot.com.br/2017/07/a-outra-face-de-sergio-moro-pontos-de.html

1- RENAN SOBE AO PALANQUE COM LULA E DIZ QUE TEMER CORTA RECURSOS DO BOLSA FAMÍLIA; 2- “AS CARAVANAS”, NOVA CANÇÃO DO CHICO BUARQUE DE HOLLANDA [VÍDEO]

REDAÇÃO -

Renan pai e Renan filho com Lula em Alagoas.
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o governador de Alagoas Renan Filho (PMDB) recepcionaram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na chegada da caravana do petista a Alagoas. Pai e filho estavam no porto de Penedo, onde o ex-presidente chegou de barco, pelo rio São Francisco, vindo de Sergipe. Renan pai usou o palanque para voltar a atacar o presidente Michel Temer.

“O governo do senhor é do povo, para o povo, diferentemente do governo de agora, com qual não podemos concordar, que tem um deficit, um buraco, um rombo de R$ 139 bilhões e vai elevar para R$ 159 bilhões, enquanto corta recurso do programa Bolsa Família. Alagoas era um dos mais expressivos nesse programa, e perdeu 21 mil famílias. Se multiplicarmos por três, são mais de 60 mil pessoas diretamente beneficiadas”, disse Renan Calheiros.

Apoiador do presidente Michel Temer no início de seu mandato como interino na Presidência, Renan atacou as reformas e outros cortes do governo. “O governo está flexibilizando direito do trabalhador, oprimindo as pessoas mais pobres, e fazendo a terceirização sem regra. Hoje recebi a notícia de que o Brasil cortou os recursos da fiscalização do trabalho escravo, e esse modelo de bem-estar social que o senhor ampliou que temos que defender com coragem e dedicação”, afirmou.
(…)

Lula iniciou seu discurso elogiando a recepção e citando a “coragem” de Renan Filho de estar à espera dele. “Normalmente, um governador se tiver medo do governo federal não virá receber. Teu gesto de independente é muito importante”, afirmou. (…)
(via Uol)

***
“As Caravanas”, nova canção do Chico

MULHERES AINDA SÃO MINORIA NA ENGENHARIA

Via FISENGE -


A engenharia é uma profissão predominantemente masculina, na qual poucas mulheres conseguem ingressar e permanecer. De acordo com os dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), do total de profissionais registrados, apenas 13,9% são mulheres. Para a engenheira metalúrgica Sarah Hannah Alves, 31 anos, a necessidade de afirmação do conhecimento técnico é muito maior em relação a ela do que com outros homens. “O descrédito é frequente. Além disso, é mais difícil chegar a cargos de chefia e se manter neles, pois, para ocupar uma posição de destaque, a pessoa deve ser reconhecida como autoridade, e é mais difícil para mulheres serem vistas desta forma”, afirmou.

As diferenças de tratamento também se apresentam durante a faculdade, já que as mulheres são minoria nas salas de aula. A estudante de engenharia civil na Universidade Federal da Bahia (UFBA), Larissa Pereira, conta que teve que enfrentar o machismo no ambiente acadêmico. “Meu professor era misógino e me fez passar por situações bem desconfortáveis. Consegui falar com a direção e ele foi processado administrativamente pela universidade”, contou. E as dificuldades seguem na busca pelo estágio. “Na maioria dos processos seletivos dos quais participei, restavam apenas candidatos homens além de mim. Apenas nas empresas onde os auxílios e as bolsas eram reconhecidamente menores que os de mercado para a mesma posição, é que havia mulheres nas fases finais dos processos seletivos além de mim”, relembra Sarah, que ainda revelou que a maioria dos colegas homens conseguiu estágio com menor esforço. “Eu tive que procurar muito mais que meus colegas e participar de um número expressivamente maior de processos seletivos”, pontuou.

A engenheira conta que, ainda como estudante, escolheu atuar no campo e que nesses ambientes muitas vezes não havia banheiros femininos. “As atividades de campo, em geral, têm ambientes mais hostis e não direcionados as mulheres. Ao passar por uma grave crise financeira, essa empresa começou a admitir mulheres nas atividades de campo, uma vez que, segundo o dono da empresa na época, elas tinham salários mais baixos e executavam um trabalho, em soldas de maior responsabilidade, de melhor qualidade em acabamento”, relatou Sarah.

Entretanto, assim como no resto do mundo, as mulheres engenheiras vêm conquistando cada vez mais seu espaço, como conta a estudante Letícia Partala, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “Hoje existem coletivos feministas, como o Enedina Alves da UFRPR, que dão muita voz às mulheres e que servem como porto seguro para compartilhar todos os problemas que sofremos enquanto mulheres e engenheiras. A busca pelos espaços de poder também tem sido bem forte. No nosso setor, dos oito cursos, quatro possuem mulheres como presidentas dos diretórios e centro acadêmicos”, relata. Além dos coletivos, existe também a “comissão anti-opressão”, criada pelo C7 (Conselho dos Estudantes do Setor de Tecnologia da UFPR), que promove debates, divulgações e até festas. A estudante afirma, também, que além das mulheres que participam dos encontros para dialogar, muitos homens estão começando a se interessar. “Eles acabam sendo mais receosos a participar dos debates, mas percebemos que vários têm se interessado e abraçado a nossa causa”.

 * Por Leila Ferrell com supervisão de Camila Marins.

1- CANDIDATA APOIADA PELO SINDIPETRO-RJ GANHA ELEIÇÃO PARA O C.A DA TRANSPETRO; 2- NOTA DE REPÚDIO DA UGT: SOMOS CONTRA A REDUÇÃO DE R$ 10 NA PREVISÃO DO SALÁRIO MÍNIMO

REDAÇÃO -


A candidata comprometida com a unidade de todos os petroleiros e petroleiras, independente de federação a qual o sindicato pertence,  e apoiada pelo sindicato, Fabiana dos Anjos (foto), venceu o segundo turno da eleição para a representação dos trabalhadores no Conselho de Administração da Transpetro encerrada neste domingo (20). Foram 875 votos (61,92%) da técnica de operação do Terminal Aquaviário de Madre de Deus, na Bahia, contra 538 (38,08%) de Kassem Lima Zaidan, candidato apoiado pela empresa.

A vitória da Fabiana dos Anjos, por uma grande maioria, demonstra mais uma vez que os trabalhadores do sistema Petrobrás estão antenados na defesa da Transpetro  e do sistema contra o  processo de desmonte e  privatização promovido pelo governo Temer através de Pedro Parente. (via Sindipetro-RJ)

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Somos contra a redução de R$ 10 na previsão do salário mínimo

O presidente da UGT, Ricardo Patah, condenou o decreto do governo que torna o setor supermercadista atividade essencial. Segundo o dirigente, a medida gera uma interpretação de que os empresários não precisarão mais de acordo prévio com os Sindicatos sobre o trabalho aos domingos e feriados. Confira a íntegra do texto.

NOTA DE REPÚDIO:
Somos contra a redução de R$ 10 na previsão do salário mínimo.

A decisão do governo em reduzir em dez reais a previsão do salário mínimo é algo totalmente infundado e incoerente. Não tem nexo algum – não obstante as explicações de que a inflação esperada para o ano que vem caiu – querer mexer no lado mais frágil que é o bolso do trabalhador. Isso causará um problema seríssimo ao país, visto que tirar 10 reais do salário mínimo pode parecer pouco para eles, mas vai mexer e muito na vida financeira do trabalhador brasileiro, sobretudo do aposentado. O brasileiro trabalha muito e ganha pouco. Todo ano – às vezes mais de uma vez – recebe um baque no aumento dos combustíveis, dos impostos, da cesta básica. Recebeu um tapa na cara ao ver a mudança na lei trabalhista, que o deixa fragilizado em diversos sentidos. Agora está vendo a meta do salário mínimo cair em dez reais, e o prenúncio de que o governo pouco se importa com o trabalhador.   Vamos reagir, porque não suportamos mais essa brincadeira com nosso bolso. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) repudia este absurdo. Não é justo tirar o pouco que se tem. Haveremos de lutar, sempre, por nenhum direito a menos. E por nenhum centavo a menos também.

Ricardo Patah Presidente Nacional da UGT

TRABALHO NO SÉCULO XXI REGULADO PELO SÉCULO XIX

Por PEDRO AUGUSTO PINHO -


O século XX conheceu, além das guerras e conflitos ideológicos exacerbados, a grande mudança na compreensão das relações entre o homem e a natureza e nas próprias relações humanas. Isto não ocorreu no mundo místico nem simplesmente ideológico. Deveu-se, fundamentalmente, à direção das pesquisas que as máquinas de calcular impulsionaram alguns cientistas no pós guerra: a teoria geral dos sistemas e a teoria da informação.

O que antes era tratado como força, potência, seja erg, horse power, ou newton, passou a ser conceituado, medido e trabalhado como informação – bit.

Esta profunda transformação, ainda em processo de conhecimento e implementação, foi apropriado, política e economicamente, com argúcia e presteza, pelo sistema financeiro, a banca. Não quero com isso dar qualquer exclusividade aos atuais “donos do mundo”, mas seu próprio modelo de construir a dominação – formação de grupos multidisciplinares e multi-influentes – favoreceu a rápida capacitação, em algumas áreas importantes, deste novo conhecimento.

Coloquemos no texto de um dos fundadores deste novo conhecimento, William Ross Ashby (Introdução à Cibernética, Editora Perspectiva, 1970), sua própria dimensão: “a cibernética está para a máquina real – eletrônica, mecânica, neural ou econômica – assim como a geometria está para um objeto real em nosso espaço terrestre”.

Não é, por conseguinte, difícil a meus caros leitores perceberem a enorme mudança que este conhecimento iria, como de fato ocorreu, mudar a compreensão e a forma do trabalho, entre diversas outras profundas transformações.

Permitam-me uma rápida digressão. Nos governos militares, em especial no de Médici e sobretudo no de Geisel, cientes da importância deste conhecimento para a própria soberania nacional, forneceram os recursos, no âmbito público e no privado, para o desenvolvimento da “informática”. Estas denominações – informática, cibernética, processamento de dados – ainda hoje não são pacificamente conceituadas, e usarei doravante o termo informática para estes conhecimento.

E qual é a base deste conhecimento? Entender tudo, no mundo físico e mental, como sistema: o corpo humano, um rio, uma fábrica ou uma religião, e tratar este sistema como um fluxo informacional, onde sempre haverá uma fonte emissora, um meio propagador e um receptor da mensagem. É isto, em linhas muito simples, o que consiste a informática. Voltemos ao Brasil.

Com o projeto de dotar o País com capacitação acadêmica e industrial para o mundo da informática, o Brasil chegou a construir, com recursos humanos e materiais próprios, o minicomputador. O professor Ivan da Costa Marques, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em três notáveis trabalhos descreve esta oportunidade perdida (Revisitando o discurso mobilizador da “reserva de mercado” dos anos 1970 à luz dos Estudos CTS; Brazil and its unenlightened desposts: 1979/1980; e Minicomputadores brasileiros nos anos 1970: uma reserva de mercado democrática em meio ao autoritarismo). Em minha modesta opinião, o General Geisel foi o primeiro dirigente nacional a sofrer um golpe da banca ao designar o General Figueiredo seu sucessor. Esclareço que a banca inicia seu empoderamento, nas características atuais, com as “crises” do petróleo, nos anos 1960/1970.

Fica absolutamente nítido, que este novo recurso modifica inteiramente a própria conceituação do trabalho. Há muitas frases sobre a era do conhecimento, mas o trabalho continua a ser tratado como força e não como informação.

Escreve-se e fala-se de progressos tecnológicos, de racionalidades econômica, da supressão de empregos, mas, dificilmente se encontra uma formulação que incorpore o novo trabalho, uma nova postura diante da era da informática. No próprio título de seu livro, Norbert Wiener, outro fundador, coloca “Cibernética ou O Controle e a Comunicação entre Animais e Máquinas”, ou seja, é a nova relação dos homens entre eles e entre a natureza e o ser humano que este conhecimento busca interferir.

Em seu segundo livro, de 1950, “O Uso Humano de Seres Humanos”, Wiener já antevê a resposta conservadora ao mundo descortinado pela informática: “a nova revolução industrial é, pois, uma espada de dois gumes. Pode ser usada para o benefício da Humanidade, mas somente se a Humanidade sobreviver o bastante para ingressar num período em que tal benefício seja possível. Pode ser também usada para destruir a Humanidade, e se não for empregada inteligentemente, pode avançar muito nesse caminho” (na tradução de José Paulo Paes, para edição brasileira da Editora Cultrix, 1968, da edição revista por N.W. em 1954).

Tenho afirmado que foi a banca quem melhor soube se apossar dos recursos da informática. Ao dar o golpe no Presidente Geisel, impediu o surgimento de uma competição fora de seu controle. Provavelmente outros países sofreram, de algum modo, este impedimento.

Os golpistas de 2016, retornando o trabalho a condições análogas às do Império Brasileiro, não apenas escravizam nosso povo; colocam ainda mais distante do controle nacional os usos da informática.

É inacreditável que isto esteja se passando diante de nossos olhos e ainda exista quem considere o Partido dos Trabalhadores, Lula, o “bolivarianismo” como os inimigos do Brasil e de seu povo.

O projeto, em curso, da banca é o fim dos Estados Nacionais, só não vê quem nada entende ou quem não quer ou pode enxergar. O golpe de 2016, seus magistrados, promotores, parlamentares e jornalistas, ou seja, seus instrumentos, ainda poderão conhecer o futuro sombrio antevisto por Norbert Wiener, que não era comunista nem de “esquerda”.

* Via e-mail. Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado.

ESPECIALIZADA NÃO RESOLVE 65% DAS AÇÕES

ROBERTO M. PINHO -

(...) “Ocorre que a insatisfação da sociedade brasileira no que concerne a prestação jurisdicional, a cada dia vem aumentando gradativamente, em razão principalmente da morosidade do poder judiciário, acrescido a distância desse poder com a sociedade, seja materialmente ou social”.


Em 2008 um lote de 70,1 milhões de processos tramitou na Justiça brasileira. Desse total, 25 milhões foram julgados, ou seja: apenas 30%, deixando um estoque de 45 milhões de ações, número praticamente igual ao que havia sobrado em 2007. Ou seja, o Judiciário consegue resolver casos novos, mas não soluciona antigos. Os piores números estão na Justiça estadual.

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SINDICATO DOS FRENTISTAS DO RJ GARANTE LAZER A PREÇO DE CUSTO PARA OS ASSOCIADOS

Via SINPOSPETRO-RJ -

O lazer é um direito humano básico, como a educação, o trabalho e a saúde, mas com o aumento do custo de vida, muitas famílias são forçadas a deixar a diversão para o segundo plano.


O lazer influencia diretamente no humor e na qualidade de vida do trabalhador. Por este motivo é importante se desligar no período de férias e nas folgas do trabalho, para recarregar as energias e retomar o fôlego. Os frentistas do Rio de Janeiro contam com convênios em pousadas e parques aquáticos no estado, que garantem diversão a preço acessível para toda a família.

Os trabalhadores de postos de combustíveis e lojas de conveniência que quiserem passar dias de férias ou fins de semana nas pousadas em Barra de São João, Penedo, Angra dos Reis e Miguel Pereira, conveniadas ao SINPOSPETRO-RJ devem agendar a reserva com um mês de antecedência. A diária por pessoa custa em média R$ 90,00 e crianças, de 4 a 12 anos pagam a metade. Estão inclusos na diária café da manhã, almoço e jantar, exceto bebidas.

No Sul do estado, o convênio com o Parque Resort Aldeia das Águas, em Barra do Piraí, garante desconto de 56% para os associados, que na compra do ingresso individual pagam R$55,00. Os associados também podem optar pelo plano família que é extensivo a todos os dependentes e custa R$ 105,60 por mês. O pacote família dá direito a entrada ilimitada no parque e o associado poderá incluir no plano como dependentes: cônjuge; namorado (a); pais; sogros e filho até 24 anos se estiver estudando.

As crianças de até 6 anos não pagam. Para ter acesso ao parque o trabalhador terá que apresentar a carteira de sócio do sindicato.

O Resort Aldeia das Águas fica a menos de duas horas da cidade do Rio de Janeiro. O parque abre de terça a domingo das 9h às 17:30h. No espaço de 330 mil metros quadrados de área construída, o associado poderá comemorar aniversário, casamento e festejar com os amigos as coisas boas da vida.

O parque tem 17 piscinas, inclusive piscina com ondas, spas, quadras poliesportivas, campos de futebol society, tirolesa e espaço para esportes radicais e um incrível lago de pesca. O parque Resort Aldeia das Águas é conhecido por abrigar o Kilimanjaro (classificado como o maior toboágua do mundo pelo Guinness book, o livro dos recordes). No local há também quiosques para lanches e restaurante.

ASSOCIADO - Para se associar ao sindicato entre em contato pelo telefone (21) 2233-9926, na sede de Vila Isabel ou ligue para as subsedes de Volta Redonda, no Sul do Estado (24) 3348-4955 e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (21) 22667-5126. Ou então solicite a visita de um diretor do sindicato ao seu local de trabalho.

* Estefania de Castro, assessoria de imprensa Sinpospetro-RJ

22.8.17

BRASILEIROS, A GRANDE VÍTIMA

HÉLIO DUQUE -



É preciso dizer esta verdade: o Brasil está fiscalmente quebrado. Os gastos do setor público são superiores ao que se arrecada, gerando “déficit primário” de 2,2% do PIB (Produto Interno Bruto). A redução das receitas, entre 2011 e 2015, oriundas da equivocada política econômica, anulou o superávit primário médio que vinha sendo de 2,4%. A dívida bruta em relação ao PIB, como decorrência da nova matriz econômica, produziu o desastre em que estamos mergulhados. Investimento em infraestrutura, saúde, segurança, educação e afins foram as principais vítimas. Sem reformas estruturais que limite os gastos públicos, disciplinar o poder do corporativismo estatal, a situação fiscal será caótica. Em 2017, o déficit primário previsto é de R$ 159 bilhões. Para 2018, o cenário não é diferente.

Ante essa realidade, quem acompanha o noticiário veiculado pela mídia eletrônica, a ação dos parlamentares e dos analistas políticos, essas questões são tangenciadas. A falta de rudimentares conhecimentos da economia da maioria dos políticos e de muitos analistas na área jornalística, não enxergam a gravidade do momento em que está mergulhada a economia brasileira. No Congresso prevalece a falta de racionalidade no enfrentamento realista, com propostas consistentes, seja à direita ou à esquerda, despidas de ranços populistas. Em áreas do jornalismo político televisivo contenta-se em relatar episódios isolados envolvendo os personagens públicos em tramas e fofocas, atribuindo a fontes dos bastidores.

O jornalismo político, divorciado da realidade econômica, e a grande maioria dos homens públicos não informam a sociedade com rigor da crise fiscal gravíssima. O governo Michel Temer, enquanto vice-presidente, foi partícipe juntamente com o seu partido, do desastre fiscal e econômico construído ao longo do governo Dilma Rousseff. Ao chegar à presidência despertou para a gravidade da crise, em autêntica “mea culpa”, mudou a política econômica.

Desaprovado popularmente tem na sua equipe econômica a sustentação no enfrentamento do incesto produzido, em anos recentes, pelo contubérnio dos setores públicos e privado. Enfraquecendo o Estado, privilegiando grupos privados delinquentes, retratados na corrupção ampla e geral que a “Operação Lava Jato” vem, há três anos, demonstrando documentalmente. Reconstruir os pilares da economia brasileira é missão que durará muitos anos. Infelizmente com o combate feroz dos porta vozes cínicos dos autores e responsáveis, com presença no Congresso e em setores de um jornalismo militante, buscando atribuir virtudes a um tempo passado de governabilidade, onde a tragédia política, econômica e social foi construída com aplauso, infelizmente, de amplas áreas da própria sociedade.

Felizmente o Brasil é maior do que o pessimismo que estamos vivendo. A degeneração ética e moral, a tragédia econômica, a perda de confiança nas instituições políticas, é reflexo da maior recessão econômica da sua história. Pesquisa do Ibope, realizada recentemente, apontava que 15% dos brasileiros não confiam em membros da própria família. Cerca de 33% não confia no círculo de amizades e 45% dos pesquisados acreditam que quem nasce no Brasil não merece confiança. Quando se trata das instituições, Congresso Nacional, governo, partidos políticos a desaprovação fica acima dos 80%.

Ante um cenário dessa gravidade, é preciso buscar com competência um novo caminho para o futuro, enfrentando a “velha política”, restaurando com disciplina espartana as instituições do Estado, em todos os níveis, buscando novas lideranças capazes de apontar um futuro para o Brasil. Para isso a sociedade brasileira precisa despertar do torpor alienado Onde ela (a sociedade) é a grande vítima. Em 2018, ocorrerá uma oportunidade que não pode ser perdida, com debates estéreis. Deve se buscar quem venha a formular um projeto nacional, onde não prevaleça o “nós” e “eles”, mas os verdadeiros interesses da nação. Consciente do fato de não existir salvadores da Pátria.

* Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

FEPROP REPRESENTA PROPAGANDISTAS NA NEGOCIAÇÃO COM A SANOFI

Via FORÇA-RJ -


Como a multinacional francesa Sanofi não vem cumprindo a Convenção Coletiva de Trabalho, a Federação dos Propagandistas e Vendedores de Produtos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro (Feprop) intermediou, na última quinta-feira (17), negociação com a empresa, representando cerca de 200 trabalhadores. O encontro aconteceu na sede da Força RJ, com a presença do presidente da Feprop, Alexsandro Diniz, e do coordenador jurídico da Força Rio, Alexsandro Silva.

A Sanofi de pronto atendeu ao convite da Feprop.  Para Alexsandro Diniz, é preciso tentar construir soluções que atendam ao pleito dos trabalhadores através da negociação. “Ajuizamento de ação demonstra o fracasso do principal papel das instituições sindicais, que é o de negociar. Por esta razão, investimos no diálogo e no respeito”, afirmou Diniz.

O coordenador jurídico da Força Sindical RJ, Alexsandro Silva, parabenizou a Feprop pelo profissionalismo e seriedade na condução de todo o processo. “Estamos dando total apoio ao esforço da Feprop”, completou.

O vice-presidente do Sindicato dos Propagandistas de São Gonçalo (Sinprovesg), Arnaldo Maia, disse que o papel da Federação na organização da abertura das negociações foi fundamental para que a categoria pudesse encontrar um meio de levar suas demandas de forma organizada. “Acredito que todos sairemos vitoriosos ao final deste processo, tanto a Sanofi, como os trabalhadores representados no Rio de Janeiro”, concluiu Arnaldo Maia.

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa/Foto: Divulgação Feprop.

CARAVANA SINDICAL ESCLARECE OS IMPACTOS DA REFORMA TRABALHISTA NA VIDA DO FRENTISTA

Via FENEPOSPETRO -

Os impactos da Lei 13.467, também chamada de reforma trabalhista, para a vida do empregado de postos de combustíveis e lojas de conveniência voltaram a ser tema dos debates nesta segunda-feira (21), entre dirigentes da categoria no Sul do país.


Orientar e qualificar o dirigente sindical para lidar com a nova legislação e as regras do mercado de trabalho - que começam a valer em novembro - com a entrada em vigor da Lei da Reforma Trabalhista, esses são os principais objetivos da caravana sindical que o presidente da Federação Nacional dos Frentistas (FENEPOSPETRO), Eusébio Pinto Neto, lançou no início deste mês. Para debater a conjuntura política e econômica do país, bem como o fim do imposto sindical obrigatório e a negociação que se sobrepõe à lei, Eusébio Neto se reuniu ontem (21) com os cinco presidentes dos Sindicatos dos Frentistas do Paraná. No encontro, os sindicalistas também traçaram estratégias de luta para fechar a negociação salarial 2017 da categoria, que tem data-base em maio.

No encontro com os presidentes de Curitiba, Lairson Sena, Ponta Grossa, Jacir Firmino, Cascavel, Antônio Vieira, Londrina, Vera Lúcia e Maringá, Odair José-, todos sindicatos do Paraná-, Eusébio Neto expôs que os sindicalistas precisam se unir e reagir para garantir na Convenção Coletiva os direitos trabalhistas conquistados ao longo de décadas de luta da classe. Segundo Eusébio Neto, é fundamental que os sindicatos tenham em mente que o cenário é completamente diferente e que é preciso trabalhar a partir desta realidade que se apresenta. Ele disse que esse é um momento delicado, já que os sindicatos terão que se impor para impedir que as empresas, sem escrúpulos, reduzam direitos para aumentar os lucros. A caravana, que percorrerá diversas regiões do país, aborda as mudanças provocadas pela reforma que incidirão sobre as negociações coletivas.

O presidente da FENEPOSPETRO está preocupado também com a precarização das condições de trabalho, já que o posto de combustível é um ambiente insalubre e periculoso. “Precisamos acompanhar essas mudanças e denunciar as situações de risco no posto que põem em xeque a saúde e a segurança não só do trabalhador, mas de toda a sociedade”, completou.

Eusébio Neto afirma que as mudanças exigem nova postura dos sindicatos. Ele disse que as entidades terão que passar por uma reestruturação para conseguir êxito nas futuras campanhas salariais. Para o presidente da FENEPOSPETRO a luta, agora, mais do que nunca, tem que ser unificada para proteger os trabalhadores dos ataques do capital.

NEGOCIAÇÃO

Antes mesmo da Reforma Trabalhista entrar em vigor, os presidentes dos Sindicatos dos Frentistas do Paraná encontram dificuldades para resguardar os direitos e conquistar novos benefícios para os 32 mil trabalhadores da categoria no estado. Os sindicalistas esperam pôr um fim no impasse, nesta terça-feira (22), em mais uma reunião de negociação no Ministério do Trabalho (MT), em Curitiba. Os dirigentes fecharam questão com relação aos direitos conquistados e não aceitam alterações nas cláusulas da Convenção Coletiva.

* Estefania de Castro, assessoria de imprensa Fenepospetro