23.2.19

SERVILISMO DO BOLSONARO NA GUERRA INSANA CONTRA A VENEZUELA É INCONSTITUCIONAL

JEFERSON MIOLA -


A atuação do governo Bolsonaro como cônsul do presidente estadunidense Donald Trump nas manobras da guerra insana contra a Venezuela é inconstitucional.

A Constituição Federal, no Artigo 4º, estabelece com clareza os princípios que regem as relações internacionais do Brasil.

O primeiro princípio é o da independência nacional [inciso i], violentado pela postura de capacho e de vergonhoso servilismo do governo brasileiro em relação aos caprichos do lunático beligerante que preside o império norte-americano.

Outros princípios são o respeito à autodeterminação dos povos [inciso iii], a não-intervenção [inciso iv] e a defesa da paz [inciso vi].

Nicolas Maduro, goste-se ou não dele e do governo que ele lidera, é o presidente eleito legitimamente para governar a Venezuela.

Maduro é o chefe de Estado e de Governo venezuelano reconhecido pela ONU – ou seja, é a autoridade legalmente constituída que representa aquele país soberano no conserto das nações.

Juan Guaidó, o usurpador que se autoproclamou presidente da Venezuela no roteiro conspirativo escrito em Washington, vale tanto como uma cédula de 3 dólares, ou seja, absolutamente nada, não tem poder para dar ordens sequer ao guarda da esquina.

Guaidó não é oficialmente reconhecido nem pela OEA, nem pela ONU, nem pela maioria absoluta dos demais 150 países do globo, mas por apenas 50 governos cônsules dos EUA.

A participação do Brasil junto com governos igualmente capachos e domesticados pelo Trump no teatro que chamam de “ajuda humanitária” caracteriza, nesse sentido, clara ofensa aos princípios constitucionais de respeito à autodeterminação dos povos, da não-intervenção, e da defesa da paz.

Com esta provocação ao governo constitucional da Venezuela, Bolsonaro sujeita-se a crime de responsabilidade por descumprir a Constituição, e faz do Brasil um pária internacional que atua à margem do direito internacional.

Bolsonaro e seus seguidores delirantes podem juntar-se até com o diabo, se quiserem, mas não têm o direito de participarem de conspiração internacional para desestabilizar e interferir na situação política de países vizinhos e detonar uma guerra de proporções imponderáveis na América Latina.

Com esse desatino, Bolsonaro agride de morte a CF, que diz que “A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações” [Parágrafo único do Artigo 4º].

EM DIA DE ASSEMBLEIA DE ACIONISTAS DA EMBRAER, SINDICATOS FARÃO PROTESTO CONTRA VENDA PARA BOEING

REDAÇÃO -

No mesmo dia em que os acionistas da Embraer irão votar a venda para a Boeing, na próxima terça-feira (26), um protesto contra a transação comercial acontecerá em frente à sede da empresa, em São José dos Campos. A assembleia dos acionistas também será na sede da Embraer.


A manifestação começa às 9h e está sendo convocada pelos Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Botucatu e Araraquara, cidades onde estão localizadas as plantas da fabricante de aviões.

As entidades defendem que a venda da Embraer será um crime contra o país, já que representa uma ameaça à soberania nacional, aos empregos e ao futuro da indústria aeronáutica no Brasil.

Para barrar esse crime, os sindicatos reivindicam que o presidente Jair Bolsonaro recue de sua decisão anterior e vete a venda. Terça-feira é também a data-limite para que o governo faça uso da ação Golden share e impeça a entrega para a Boeing.

Empregos - Desde o início das negociações, em 2017, a Embraer já demitiu cerca de mil trabalhadores, segundo estimativas do Sindicato. Mas novos postos de trabalho podem ser fechados após a conclusão da venda. Pelos termos do acordo, ficam “excluídas todas e quaisquer garantias de emprego”.

O documento também determina o fim de qualquer impeditivo ao “fechamento de uma fábrica, demissão em massa ou evento similar”.

O Sindicato enviou ontem pedido de esclarecimentos para a Embraer a respeito de rumores de demissão em massa que estaria sendo programada para a próxima semana, mas ainda não obteve retorno.

O protesto acontecerá em frente ao portão F42/4, da sede da Embraer, na Av. Faria Lima, s/nº.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos

ENQUANTO LULA OFICIALMENTE É CANDIDATO AO NOBEL DA PAZ, MORO E DALLAGNOL CHAFURDAM NA LAMA

EMANUEL CANCELLA -

Aécio Neves recordista em denuncias na lava Jato e Michel Temer três vezes denunciado por Crime (9,10).


Lula é candidato oficial ao Nobel da Paz:

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é oficialmente candidato ao prêmio Nobel da Paz. Na primeira fase da campanha, o ex-presidente conseguiu apoio de todas as categorias, incluindo chefes de Estados e ganhadores do prêmio em outras edições. Esse tipo de apoio foi feito direto no site do Comitê Norueguês, organizador do Nobel. Mais de 600 mil pessoas assinaram o manifesto a favor da candidatura Lula” (3)!

Deltan Dallagnol procurador da Lava Jato denunciou Lula sem provas só com convicção e, mesmo assim, o juiz Sergio Moro aceitou a denúncia e condenou Lula (4).

Depois com base na delação premiada  de Léo Pinheiro, da OAS, preso pela Lava Jato, num claro intuito de diminuir sua pena, disse que a reforma de Luxo no tríplex de Guarujá foi a pedido de Lula que, em troca, lhe daria vantagens ilícitas na Petrobrás.

Primeiro que a lava Jato nunca provou através do registro de imóveis, ou outro documento hábil, que o tríplex de Guarujá seja do ex-presidente Lula. Segundo, fotos e vídeos provam que nunca houve reforma no tríplex de Guarujá (1,2).

Vale lembrar que a prisão de Lula pelo juiz Moro foi num claro intuito de impedir sua candidatura e favorecer Bolsonaro. Tanto isso é verdade que Moro virou ministro da justiça de Bolsonaro. E Lula segundo pesquisa do Ibope ganharia a eleição em 1º turno (5).

Moro fez mais a 6 dias da eleição vazou pessoalmente delação premiada do ministro Antonio Palocci fazendo serias acusações ao PT, Lula e Dilma. Essa delação vazada foi rejeitada pelo MPF por falta de provas.  Quem denunciou Moro foi o Carlos Fernando Lima, procurador da Lava Jato (8).

O descaramento é tanto que o genro de Leo Pinheiro, Pedro Guimarães recebeu de Bolsonaro a presidência da Caixa Econômica Federal (6).

Depois de um pouco da trajetória de Moro vamos a Dallagnol.

Deltan Dallagnol coordenador dos procuradores da Lava Jato que através de suas convicções sem provas denunciou lula comprou dois apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida. A sociedade sabe que os imóveis desse Programa são voltados para pessoas de baixa renda.

Essa semana um compositor parceiro de Zeca Pagodinho que não vou dizer o nome me procurou por que estaria com dificuldade para se inscrever no Programa minha Casa Minha Vida, pois não tinha como declarar renda já que vive de show principalmente em casa de amigos que nunca rola recibo de pagamento.

Cheguei a pedir auxilio a companheiros num grupo de watssapp e um fato me chamou atenção. No caso de Dallagnol qual a renda que ele declarou para adquirir o imóvel do Minha Casa Minha Vida?

E o pior é que Dallagnol comprou as duas unidades do programa não foi para morar foi para especular, ganhar dinheiro (7).

E quem tá preso é o Lula!

Fonte:

AJUDANTE DE PEDREIRO DESAFIOU RODRIGO MAIA: "SE AGUENTAR 30 DIAS, ABRO MÃO DA APOSENTADORIA" [VÍDEO]

REDAÇÃO -


"Covarde! Taí a prova de sua sogra, que se aposentou com 41 anos e ganha um salário de R$ 30 mil. Você é duro mesmo? Vem aqui mais eu", diz o trabalhador.

Em vídeo que viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (21), um ajudante de pedreiro mostra sua indignação contra a declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ) que, em defesa da Reforma da Previdência de Jair Bolsonaro (PSL), disse que “todo mundo consegue trabalhar hoje até 80 anos”.

“Faço um desafio a essa pessoa que não nos representa, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia: se ele aguentar passar 30 dias mais eu batendo concreto aqui na obra, eu abro mão da minha aposentadoria. Trabalho até morrer”, disse o trabalhador.

Na ânsia de defender a necessidade da reforma da Previdência Social, Maia despertou a indignação nas pessoas em entrevista à GloboNews. ““Eu sou a favor de uma regra de transição mais curta. Todos nós temos uma expectativa de vida maior. Nós temos que entender que trabalhar até 62 anos sem transição não é problema nenhum. Todo mundo consegue trabalhar hoje até 80, 75 anos”, disse o demista.

Chamando Maia de “canalha e safado”, o pedreiro fala ainda da aposentadoria da sogra de Rodrigo Maia, Clara Maria de Vansconcelos Torres Moreira Franco, que passou a receber o benefício aos 41 anos de idade, em 1997. Ganha R$ 30 mil por mês, enquanto cerca de dois terços dos aposentados brasileiros têm de se virar para sobreviver com salário mínimo.

“Covarde! Taí a prova de sua sogra, que se aposentou com 41 anos e ganha um salário de R$ 30 mil. Você é duro mesmo? Vem aqui mais eu”, diz.


O presidente da Câmara é um filhinho de papai (seu progenitor, por sinal, o ex-prefeito carioca Cezar Maia, é um político que se notabilizou pelo oportunismo depois de trair o socialismo moreno de Leonel Brizola e se bandear para a direita neoliberal), nunca pegou realmente no batente e está acostumado a dar expediente em salas com ar condicionado. É impressionante como gente desta laia, que frequenta o Palácio e a alta sociedade, costuma dar seus palpites arrogantes sobre jornada de trabalho e de vida do sofrido proletariado brasileiro.

Fonte: CTB

A VÉSPERA DO AI-5 E A SUA CONCRETIZAÇÃO

HELIO FERNANDES -


No dia 12 de dezembro de 1968, a Comissão de Constituição e Justiça presidida pelo notável Djalma Marinho, se reuniu para cassar o mandato do bravo Marcio Moreira Alves. Acontece que o Marcito foi absolvido, provocando um tremendo pandemônio.

Os generais que acompanhavam a votação e tinham como certo que a cassação seria consumada, derrotados, queriam resolver tudo no mesmo dia, praticamente já à noite.

Numa das raras vezes que fui a Brasília, tenho que incluir essa em homenagem ao meu grande amigo Djalma. Fui com Rafael de Almeida Magalhães e assistimos ao espetáculo inesperado da derrota dos generais torturadores.

Telefonaram para o general Costa e Silva, que estava no Rio. Não atendeu nenhum telefonema, e deu ordens ao General Portela, chefe da Casa Militar: "Só tratarei do assunto amanhã e estou convocando uma reunião ministerial para amanhã às 9 horas da manhã".

Os Generais em Brasília ficaram furiosos mas tiveram que atender a ordem do "Presidente". O AI 5 já estava pronto, mandado redigir pelo Ministro da Justiça Gama e Silva. A reunião começou às 9 em ponto, com todos os ministros presentes. Antes da hora do almoço já estava tudo decidido, o AI 5 entraria em vigor com decisão unânime. Destaque para o voto do Coronel Ministro Jarbas Passarinho: "Detesto dizer isso, mas voto a favor do AI 5 com plena consciência de que estou servindo ao meu país".

A caça às bruxas foi terrível. Quem estava em liberdade foi preso imediatamente, o que aconteceu comigo. Fui levado para o Regimento Caetano de Farias, onde já estava meu grande amigo jornalista Oswaldo Peralva, editor do Correio da Manhã. Ficamos a noite toda conversando.

No dia seguinte, chegou Mario Lago, que estava trabalhando no Teatro Princesa Izabel, seu personagem era um escocês e ele estava com a roupa característica desse povo. Como existiam outros presos que nós não conhecíamos, ele foi logo falando: "Aqui só quem me conhece é o Helio e o Peralva, que já estiveram presos comigo. Eu estou com essa roupa, mas não sou veado." (naquela época, há mais de 50 anos, a palavra gay estava longe de existir). No dia seguinte, chegou o Carlos Lacerda.

Ficamos presos até o dia 6 de janeiro, Dia de Reis. Os Generais eram torturadores, mas muito católicos, então mandaram nos soltar.

UM HOMEM E O SEU CARNAVAL

Por CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE -



“Deus me abandonou
no meio da orgia
entre uma baiana e uma egípcia.
Estou perdido.
Sem olhos, sem boca
sem dimensão.
As fitas, as cores, os barulhos
passam por mim de raspão.
Pobre poesia.
O pandeiro bate
É dentro do peito
mas ninguém percebe.
Estou lívido, gago.
Eternas namoradas
riem para mim
demonstrando os corpos,
os dentes.
Impossível perdoá-las,
sequer esquecê-las.
Deus me abandonou
no meio do rio.
Estou me afogando
peixes sulfúreos
ondas de éter
curvas curvas curvas
bandeiras de préstitos
pneus silenciosos
grandes abraços largos espaços
eternamente.”

Carlos Drummond de Andrade (do livro Brejo das Almas, 1934)

TRAIÇÃO

MIRANDA SÁ -

“Assim como há uma Rua Voluntários da Pátria, podia haver uma outra que se chamasse, inversamente, Rua Traidores da Pátria” (Nelson Rodrigues)


Quando o machismo e o sexísmo se juntam, atrapalham qualquer pesquisa sobre “traição”, que é confundida com adultério… Para a palavra traição o doutor Google traz, entre dez referências, nove sobre deslealdade conjugal e/ou entre amantes.

Este verbete que dicionarizado é um substantivo feminino de etimologia latina “traditione (la)” – entrega -, e tem uma vasta sinonímia a qual se acrescentam outras dezenas para o verbo “Trair”, e para “Traidor”, aquele (a) que trai.

A traição pelo adultério é por demais estudado na Psicologia e explorado na literatura. Psicólogos apontam uma imensa diversidade de fatores que levam à infidelidade, desde questões culturais até por vingança contra o parceiro (a) traidor (a).

Homero e Shakespeare trouxeram nas suas obras Ilíada e Otelo, referências ao adultério, e o nosso Machado de Assis deixou-nos o caso antológico de Bentinho e Capitu no romance “Dom Casmurro”. Jorge Amado politizou a traição levando-a para a quadrilha dos Capitães de Areia, que tinham por princípio a expulsão do bando de quem o traísse.

No cinema, foi alvo de muita polêmica em 1948, o filme “O Traidor”, baseado em livro homônimo de Humphrey Slater. A fita nada acrescentou à arte cinematográfica e a discussão prendeu-se à atuação do ator Robert Taylor, que fez o papel de um oficial britânico espionando para URSS. Diziam que atuou como espião para se livrar de perseguição do macarthismo.

A expressão mais odienta da traição é justamente a deslealdade para com a Pátria, como ocorreu com o traidor da Inconfidência Mineira, Joaquim Silvério dos Reis, que entregou os seus companheiros conjurados em troca do perdão de suas dívidas pela Coroa.

Na lei militar, traição é o crime de deslealdade de um cidadão à sua Pátria. Em tempo de guerra, se uma pessoa que coopera com o inimigo (colaboracionismo), é considerado um traidor e condenado à morte.

Durante as guerras, são sempre descobertos atos de espionagem típicos de traição, e ficou na Primeira Grande Guerra o exemplo bombástico da dançarina holandesa Mata Hari, celebre pela sua sensualidade e descoberta como agente dupla para alemães e franceses, sendo fuzilada por traição.

Também famosa é a expressão “quinta coluna”, referindo-se a traidor da Pátria: Surgiu na Guerra Civil Espanhola, no ataque de Franco à Madri com quatro colunas as quais o seu lugar tenente, general Queipo de Llano, acrescentou a quinta, pois encontraria na cidade apoio encoberto de um grupo de inimigos da República.

No Brasil dos nossos dias, a traição nacional é transparente. Partidos “de esquerda” apoiam abertamente, em notas oficiais, a ditadura sanguinária de Maduro, da Venezuela, ficando contra o governo brasileiro. E o chefe do PT, criminoso e preso Lula da Silva, recebeu dinheiro do ditador líbio Muamar Khadaffi para campanha eleitoral, segundo denúncia do ex-ministro António Palocci.

Este comportamento é crime previsto pela Constituição, que é rasgada por juízes nomeados para preserva-la, atentando contra a harmonia dos poderes republicanos. Agora mesmo usurpam a função de legislar do Congresso, cometendo uma traição à República.

…E temos também uma quinta-coluna atuando contra a necessária, fundamental e urgente reforma da Previdência. Conspiradores contra o futuro do País juntam-se a corporativistas, pelegos sindicais e agitadores da extrema esquerda psolista, para sabotar as propostas que garantirão as futuras aposentadorias. É o “quanto pior melhor” atravessando a Rua dos Traidores da Pátria…

JUSTIÇA DETERMINA BLOQUEIO DE R$ 11,5 MILHÕES EM BENS DE AÉCIO NEVES

REDAÇÃO -

Reportagem de José Marques na Folha de S.Paulo informa que a Justiça determinou o bloqueio de R$ 11,5 milhões em bens do atual deputado e ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB) por suspeita de uso, sem comprovação de interesse público, de aeronaves oficiais do estado para 1.337 voos às cidades do Rio de Janeiro, Cláudio (MG) e outros municípios.


De acordo com a publicação, a decisão liminar (provisória) foi publicada nesta quinta-feira (21) pelo juiz Rogério Santos Araújo Abreu, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte. Nela, o magistrado também aceita a ação civil pública do Ministério Público e transforma o ex-governador em réu. Ele deu prazo de cinco dias para que Aécio apresente bens no valor citado à Justiça. A defesa de Aécio diz que irá recorrer.

De acordo a Promotoria, enquanto governava o estado Aécio realizou 1.424 deslocamentos aéreos de janeiro de 2003 a março de 2010, quando deixou o cargo para concorrer ao Senado. Destes, apenas 87 tiveram justificativa. Os demais foram feitos para transporte de passageiros que não foram identificados no momento dos voos, afirma a acusação, completa a Folha.

Fonte: DCM

SOBERBA E DEVANEIOS ANIQUILARAM A JT

ROBERTO M. PINHO -

(...) “Avessos a conciliação, por conseqüência a “paz social” há o muito o juiz laboral deixou de ser o âmago da especializada. O problema é a edificação desse direito, onde a objetividade e a efetividade da decisão se transformem em realidade, contemplando o trabalhador no que concerne a sua justa remuneração.”


O direito do trabalhador, a sua mais valia é consagrado na Carta Cidadã. Ao trabalhador a condição de hipossuficiente (parte mais fraca) na relação com o empregador remete-o em vantagem num embate com o empregador. Administrar essa questão não é tarefa fácil. A sensibilidade do trato da questão é singular para o julgador, onde a sua consciência e o desapego a influência ideológica, devem manter-se ao largo. No entanto não é dessa forma que milhões de decisões iniciais, já contrariaram normas de direito. A afronta se escuda num texto excludente e de uso constante dos julgadores especializados de que “a norma a ser adotada é a que mais favoreça o reclamante”.

Vontade das partes - O Direito do Trabalho se caracterizou por buscar a entrega da prestação jurisdicional, pela simplicidade, oralidade, economia processual e sempre visando solução rápida no reconhecimento dos direitos resultantes dos créditos trabalhistas. No entanto quando decide de forma extremamente judicializada, com fundamentos aquém do necessário, criando as “pegadinhas”, onde aplicam arranjos nas decisões importando entendimento e o subsidiam em códigos, a exemplo do fiscal, CDC e o próprio Novo CPC, deixa de ser essa justiça almejada pelos seus idealizadores. Dois pontos estão claros: a igualdade, o que é garantido na Carta Magna e a “vontade das partes”, que podem ser reguladas nos dissídios extrajudiciais, não são acolhidas pelos doutos juízes especializados.

As verbas para manter a folha dos servidores se dissipam (97%) alimentando robustos e desnecessários salários. Saltam aos olhos de todos, o fato de que essa justiça seja a mais cara do planeta. Para gerar a máquina, que tem como objetivo tão somente solucionar controvérsias, na maioria simples, entre empregado e empregador, são gastos cerca de R$ 55 bilhões anualmente.

Paz social – Avessos a conciliação, por conseqüência a “paz social” há o muito o juiz laboral deixou de ser o âmago da especializada. O problema é a edificação desse direito, onde a objetividade e a efetividade da decisão se transformem em realidade, contemplando o trabalhador no que concerne a sua justa remuneração. Prevalece aqui a máxima de é “melhor um pássaro na mão do que dois voando”. Deixando a esmo a solução, e assim ocorrem com as empresas acionadas fecham suas portas, sem patrimônios e sócios falidos. O resultado é surpreendente, desde a entrada em vigor da Lei em novembro de 2018, os processos protocolados diminuíram 60%.

A reforma - A JT opera com uma hiper estrutura. Prioriza os seus integrantes, mantendo um monstrengo material (edificações suntuosas). Possui quatro instâncias para resolver um conflito simples, impulsionada pela descabida e criminosa judicialização, que data vênia, prejudica o empregado que padece para receber (quando recebe) sua demanda. Está evidente que os que se manifestam a favor dessa estrutura alem dos seus próprios integrantes, são os advogados de estatais e de servidores públicos. Todos se locupletam, sem distinção. Agora sob efeito da reforma trabalhista o quadro é outro. A previsão de custas para empregados e advogados que produzem lides criminosa, resultam em pesadas multas e processo administrativo.

22.2.19

LIVRO DO DR. AROUCA ANALISA E ILUMINA CENÁRIO SINDICAL

REDAÇÃO -

Trata-se do novo livro do advogado trabalhista e ex- juiz do TRT-SP, dr. José Carlos Arouca, “Comentários à Legislação Sindical - Da CLT à Reforma Trabalhista - Lei 13.467”, publicado pela editora LTr em 2018.


Segundo o autor, foram quatro anos de trabalho para a conclusão da obra, cuja Parte I trata da   “Associação profissional/sindical” e o fecho se dá no Item III, da Parte XII, na qual, além de analisar a Reforma Trabalhista – Lei 13.467, o dr. Arouca escreve um pequeno ensaio sobre “Um novo Sindicato”.

Ideia - O dr. José Carlos Arouca entende que seu livro preenche uma lacuna na literatura nacional sobre o tema, “uma vez que não faltam livros e textos sobre todos os ramos do Direito, mas há pouca coisa publicada com relação ao Direito Sindical”. Portanto, há nisso algo de pioneiro.

Como todo autor e pensador do Direito, o dr. Arouca tem suas referências. Ele conta: “No meu caso, são Antonio Ferreira Cesarino Júnior, um negro, de origem humilde, severo e que, ao nos encontrar depois de formados, nos chama de colega; Evaristo de Morais Filho, professor e sociólogo que se dedicou mais ao magistério; Luiz de Pinho Pedreiro da Silva, um baiano muito simples, mas de capacidade extraordinária; e José Martins Catharino, homem rico e advogado brilhante”.

Mas, afinal, em seu caudaloso livro, que modelo sindical ele esboça para o futuro? O dr. Arouca responde: “É o que já aponta nossa Constituição. Um Sindicato de resistência, que tenha presença nacional, participe das lutas sociais e se engaje na construção de uma sociedade livre, justa e igualitária, como está escrito no Artigo 3º”.

Forma - Para José Carlos Arouca, advogado, escritor e juiz, um Sindicato pode ser único, nacional, parecido na forma com a Ordem dos Advogados do Brasil, com representações estaduais e regionais.

Fonte: Força Sindical

GUERRA ESTÚPIDA E PERDIDA ANTES MESMO DE COMEÇAR

JOSÉ CARLOS DE ASSIS -


O Brasil não vai declarar guerra à Venezuela. Se atacar por acidente vai perder. É que não há justificativa moral ou mesmo militar para um ataque a nosso vizinho que nunca nos fez mal. As Forças Armadas da Venezuela estão embaladas por um sentimento nacionalista que tem poucos paralelos numa América Latina que, com raras exceções, presta total vassalagem a Washington. Que dizer de nossas Forças Armadas? Seriam tão nacionalistas ao ponto de atirar seus soldados quase imberbes numa guerra de interesse exclusivo americano?

Os Estados Unidos perderam vergonhosamente a guerra do Vietnã. Do outro lado estava um exército nacionalista disposto a se matar em defesa da pátria. Seus próprios soldados, sem motivação e sem apoio da opinião pública, descontavam sua frustração na maconha e nas deserções. Como conseqüência, o Pentágono mudou as regras do recrutamento. Acabou com alistamento obrigatório e agora paga soldados para matar ou morrer. Assim mesmo as mães dos que foram mortos não tem direito a um funeral público.

Gostaria de saber como, na hipótese de um conflito armado com a Venezuela, nossas Forças Armadas conduzidas por um ministro das Relações Exteriores bufão vão tratar os soldados mortos. Vão escondê-los? Ou vão deixar que as mães os chorem diante da televisão? E os próprios soldados, que motivação terão para lutar? Para defender a democracia na Venezuela? E se descobrirem que a democracia que está realmente em risco é a nossa? E os oficiais, sobretudo aqueles que não estão sob doutrinação cerrada norte-americana?

Lembro-me do que me contava George Cabral, um romântico jornalista comunista que havia se exilado na antiga Checoslováquia nos anos 60, a propósito de uma campanha de mães contra a participação brasileira na guerra da Coréia. Os americanos pressionavam fortemente para isso. Numa grande manifestação de rua, elas gritavam compassadamente: “Os soldados, nossos filhos, não irão para a Coréia!”. Não foram. Naquele tempo, em plena Guerra Fria, havia estadistas no Catete. Agora somos a ralé da diplomacia mundial e só temos bufões no Planalto.

Exclusivamente por culpa norte-americana em sua obsessão de provar hegemonia econômica e militar no mundo, está sendo reconstituído de forma absolutamente imoral o mapa da guerra fria. Lembro-me que, logo após a desestruturação da União Soviética, falava-se em todo mundo nos dividendos da paz. Havia uma esperança geral nesse sentido. Os americanos liquidaram com essas esperanças na medida em que lançaram a OTANC na conquista dos antigos países da esfera soviética para encurralar militarmente a Rússia.

Em poucos anos foram incorporados à OTAN nove países do Leste europeu violando acordos feitos com Gorbachev e Yeltsin. Tentaram também absorver a Geórgia e, com um golpe de Estado financiado pelo Departamento de Estado através de ONGs, a própria Ucrânia, nas costas da Rússia. Nessa altura, a Rússia, uma potência nuclear de primeira linha, havia recuperado também sua capacidade industrial militar convencional. Impediu o cerco ocidental à Geórgia, garantiu os russófilos da Ucrânia e incorporou por plebiscito a Criméia.

Os americanos vociferaram e impuseram boicotes à Rússia mas a situação geopolítica estava configurada: os EUA não mais mandavam no mundo inteiro. Assim mesmo, sob a belicista Hillary Clinton no Departamento de Estado, mataram Kadafi, dividiram a Síria e liquidaram a Líbia – hoje entregue a milícias do petróleo. Agora, aproveitando-se de uma debilidade do governo venezuelano que eles próprios ajudaram a promover com seus boicotes, pretendem trazer a guerra geopolítica do petróleo paras as fronteiras brasileiras.

É surpreendente que a parte mais sensata do atual governo, os militares, não está se dando conta da tragédia que se arma sobre o nosso povo, sem nenhuma razão, fabricada exclusivamente por amadores grotescos que um acidente eleitoral levou ao Planalto. Se não fosse trágico seria simplesmente surrealista. É verdade que ouvi do general Mourão, o vice-presidente, a observação de que o Brasil não entraria em guerra que não fosse para vencer. Se isso representa o pensamento médio dos militares no governo, já é o momento de eles tranqüilizarem a nação de forma mais incisiva.

Levantem-se, pois, mães brasileiras dos soldados que se tornarão bucha de canhão num eventual conflito. Gritem nas ruas, gritem nas igrejas, gritem nas escolas e nas universidades, gritem compassadamente: “Os soldados, nossos filhos, não irão para Caracas!”

ARTIGO PROPÕE SOLUÇÃO PARA A MANUTENÇÃO DO CUSTEIO SINDICAL

REDAÇÃO -


O presidente da CSB, Antonio Neto, e a advogada Augusta Raeffray são os autores de artigo que apresenta – por meio de fundamentação jurídica – uma fundamentação para o custeio sindical das entidades após a sanção da reforma trabalhista.

Embasada com decisões e materiais técnicos, o artigo esclarece a necessidade de que as categorias profissionais contribuam com as entidades que a representam para que estas instituições mantenham sua atuação na defesa da classe trabalhadora.

Confira a íntegra.

BOLSONARO PRECISA DE UMA GUERRA COM A VENEZUELA PARA QUE A SOCIEDADE ESQUEÇA O QUEIROZ, AS MILÍCIAS E O BEBIANNO!

EMANUEL CANCELLA -

China e Rússia apoiam reeleição de Maduro.

Vladimir Putin e Xi Jinping.
O pano de fundo das principais guerras no mundo é de fortalecimento da imagem do governante e a disputa pelo petróleo.

No Brasil, não precisou de guerra. Fizeram um golpe, em conivência com nosso Congresso, Justiça e mídia, e colocaram Temer no poder, que passou a entregar nosso ouro negro. Para perpetuar a entrega, impediram Lula de ser candidato e Bolsonaro segue distribuindo nossas riquezas. Vale lembra que segundo o Ibope Lula seria eleito em primeiro turno (6).

O Donald Trump está perdendo todas as disputas, em seu país, inclusive o murro do México, cuja discussão levou à paralisação da máquina estatal. E a política de Trump para os refugiados é de total violência e desrespeito ao ser humano, separando inclusive os filhos dos pais, colocando as crianças em verdadeiros campo de concentração. Até porque esses refugiados são consequências das guerras que os americanos fazem em países que têm petróleo, cujo objetivo é só para abocanhar suas riquezas.

Outro desgaste muito grande foi sair do ‘Acordo do Clima de Paris’ (1,2).

A Guerra na Síria, para derrubar Bashar al-Assad, fracassou (3). Existe ainda um fantasma de um impeachment contra Trump (4). E, nesse clima, começa a discussão das eleições nos EUA.

Uma guerra, a do Iraque (2003), fez reeleger Bush e outra guerra, como a da Venezuela, pode reeleger Trump. A maioria do povo americano gosta de guerra, lógico que fora de seu território, e tanto para Trump como para Bolsonaro a guerra cai como uma luva.

A guerra também serve para desovar as armas de guerra, que o digam principalmente os EUA, Rússia, e Israel. Além de ser um dos negócios mais lucrativos do mundo, é uma oportunidade de renovação do arsenal.

Da parte de Donald Trump, existe até a motivação da guerra que é clara e veio a público em 2017, quando ele próprio disse: ‘Por que não estamos em guerra com a Venezuela? Eles têm todo esse petróleo’ (5).

Já para Bolsonaro a guerra, além de melhorar sua imagem, que está em baixa, mesmo servindo como capacho dos EUA, poderia fazer com que o brasileiro pare de falar em Fabrício Queiroz, milícia e do Gustavo Bebianno!

Fonte:

STF VAI ANALISAR EM MARÇO AÇÃO QUE SUSPENDEU PRIVATIZAÇÕES SEM AUTORIZAÇÃO DO CONGRESSO

REDAÇÃO -

As privatizações estão na mira do governo Bolsonaro, mas nem todas as empresas podem ser vendidas sem autorização.


do Congresso Nacional. Nesta terça, 19, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse à imprensa que deve liberar no início do mês que vem ação que trata das privatizações de empresas públicas para votação em plenário. Segundo o ministro o voto trará elementos para corroborar a liminar que concedeu em junho do ano passado proibindo o governo de privatizar estatais sem prévia autorização do Congresso.

Lewandowski é o relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Contraf-CUT e a Fenae, entidades participantes do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, contra a lei 13.3013 (Estatuto das Estatais). Após a concessão da liminar, em setembro passado foi realizada uma audiência pública convocada pelo STF com especialistas e representantes de diferentes segmentos para discutir a questão. A coordenadora do comitê, Rita Serrano, participou da audiência. “Nossa expectativa é que o voto do ministro reforce a necessidade dessa discussão mais ampla no âmbito do Congresso, em defesa do patrimônio, soberania e emprego dos brasileiros”, afirma Rita.

Quando a ação for liberada para a pauta caberá ao presidente do Supremo, Dias Toffoli, marcar a data para o julgamento do caso, o que pode acontecer ainda no primeiro semestre. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também opinou para que o STF mantenha a necessidade de aprovação das privatizações pelo Congresso.

Levantamento feito pela Contatos Assessoria Política em parceira com o Diap aponta que 38% das 135 empresas estatais controladas pela União dependem de autorização do Congresso para seguir com o processo de privatização, conforme cada lei específica de criação. Estão nessa regra 51 empresas, caso da Petrobras, Correios, Caixa, BNDES e Banco do Brasil.

Fonte: AEPET, com informações do jornal Valor

BOLSONARO: SEGURANÇA EXAGERADA NA PREVIDÊNCIA, MEDO JUSTIFICADO DA QUEBRA DO SILÊNCIO DE BEBIANO

HELIO FERNANDES -


O projeto que o presidente levou pessoalmente á Câmara é complicadíssimo, incompreensível, todo esburacado. E não passa de uma promessa. Que terá que enfrentar obstáculos intransponíveis para se transformar em realidade. Precisará tramitar, primeiro na Câmara, (duas votações em plenário) e depois, a mesma coisa  no Senado.

Líderes-coordenadores começaram a falar em 2 meses, (Rodrigo Maia), já estão em 6 meses. O mais certo, é que chegue o recesso do fim de ano, sem aprovação nas duas casas. 5 especialistas respeitados, falaram, (desperdiçaram) quase 5 horas, deixando mais duvidas do que certeza. Alem do mais, é preciso contar com as emendas que serão apresentadas no plenário.

Muitos governadores apoiam a reforma, mas não esse projeto, integralmente. Como é comum no Legislativo, haverá debate acirrado. E é preciso contar ou pelo menos calcular os números necessários para aprovação na Câmara, 308 votos. O vice-presidente Mourão foi textual e taxativo: "Temos 250 votos, precisamos ARRANJAR mais 60 ou 70". Realista.

Rodrigo Maia, entusiasta da vitoria, otimista, considera, "já passamos dos 270, faltam 38, conseguiremos durante a tramitação". Ninguém examina o efeito negativo da crise provocada pela cumplicidade armada pelo cambalhaço entre pai e filho, para derrubar o ministro Bebiano. Perdão, o próprio Bolsonaro  está duplamente preocupado.

1- Considera como presidente responsável pelo projeto, que a repercussão desastrosa, pode tirar muitos votos, indispensáveis para a aprovação.

2- Do ponto de vista pessoal, Bolsonaro está assustadíssimo, ouve de varias fontes, que Bebiano, abrirá o jogo, contará tudo. É lógico que o ex-ministro sabe muito, política e administrativamente.

3- Mas um fato trouxe Bolsonaro para "chorar" em publico. Circula que Bebiano cobraria os serviços de advogado, (dele e de amigos, muitos) prestados durante anos.

4- Sem constrangimento, mostrando seu interesse por dinheiro, revelou publicamente: "Se ele cobrar, para pagar, terei que vender um dos meus apartamentos”.

5- Que Republica!!!

A DIGNIDADE DO VACCARI, A FALTA DE CREDIBILIDADE DE PALOCCI

Era tesoureiro do PT, foi preso sem provas. Está sem liberdade ha mais de 2 anos. Em completo silencio, apesar do cerco que sofre para cometer a deslealdade da delação. Agora, numa revisão automática da sua condenação, foi inocentado e mandado libertar. Só que estão demorando a mandá-lo para casa.

O contrario aconteceu com Palocci. Condenado a 9 anos pelo Magistrado (?) Moro. O TRF4 aumentou para 18 na segunda instancia, para facilitar uma delação feliz e prazerosa. Está em casa, o que discutem agora, é o destino dos 342 milhões, dos quais se aproveitou e se apossou de forma ilegítima.

O corrupto Eduardo Cunha, que teve a delação recusada, pediu para depor novamente. Outra recusa.

O INSTÁVEL E INCONFIÁVEL MORO

Não merece a menor confiança, principalmente depois de afirmar, "jamais farei carreira política". Mudou a convicção (?), não sai das manchetes, garantindo e negando em seguida. Afirmação logo na primeira longa entrevista: "O Caixa 2 é um crime terrível, pior do que qualquer outra forma de corrupção".

Ante ontem foi á Câmara entregar seus projetos anti-crime e anti-corrupção, sentiu que a condenação violenta ao Caixa 2, podia prejudicar o andamento dos projetos. Rapidamente inocentou o Caixa 2, "pode ser julgado pelo tribunal eleitoral". O estarrecimento foi total, com esse "toma lá da cá inesperado".

AS VIAGENS DO PRESIDENTE

Serão três, a primeira seria para os EUA. Encontro com seu ídolo, TRUMP. Resolveu fazer um ligeiro desvio, dará uma passada pelo Chile. Qual o interesse de ir ao Chile? Nenhum. Só que seu presidente é também de extrema direita. 1 ou 2 dias, verá Trump.

Volta, mais 1 mês aqui, outra viagem inútil a Israel. Já mudou de ideia, não mudará a capital para Jerusalém. A não ser que Trump peça. O vice já está fruindo essas interinidades.

A FORD QUER VENDER A MONTADORA DE SP

Ela (e as outras) vieram para o Brasil, numa aventura ruidosa, ruinosa para o Brasil. E para os compradores. Montaram e venderam carros medíocres, a preços  de Mercedes, Alfa Romeu, Ferrari. Ganharam fortunas, que enviaram para os EUA.

Agora, que os tempos são diferentes, precisam investir, as ordens da matriz são curta: "Investimentos não". A não ser com dinheiro brasileiro. E sugerem: "Essa montadora de SP, pode ser negociada com o governador ambicioso”. (Pelo menos são bem informados).