LAZER & TURISMO



EXCLUSIVO! DESCONTOS PARA PARCEIROS E LEITORES DO SITE NO ELEGANTE E TRADICIONAL HOTEL NOVO MUNDO

Inaugurado em 1950, o Hotel Novo Mundo faz parte da historia da cidade e da vida dos cariocas. Foi ponto de encontro da elite política brasileira e artistas de todo o mundo. Situado no bairro do Flamengo ao lado do Palácio do Catete, hoje Museu da República, antiga sede do governo federal. Recentemente o Hotel foi reformado por completo de forma a harmonizar o moderno com o tradicional, mantendo intacto o espírito carioca que sempre o acompanhou.

Em 1960, uma entidade francesa doou um leão de bronze (foto), esculpido por Henri M. Alfred Jacquemart, célebre escultor animalista e famoso por diversos monumentos em Paris. Cerca de um ano depois, a diretoria do Hotel encomendou nova peça idêntica com a intenção de colocar uma de cada lado da entrada do estabelecimento, onde permanecem até hoje.

Em novembro 1969, Pelé marcou seu milésimo gol no Maracanã e presenteou o Hotel Novo Mundo, por estar hospedado e ser hóspede assíduo, com placa comemorativa, ainda hoje exposta na recepção.

É nesse ambiente elegante, aconchegante e acolhedor, com vista incomparável do Pão de Açúcar e Cristo Redentor, principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro, que nossos leitores e parceiros são recebidos e tem super desconto garantido na hospedagem, em Apartamentos (single/double) com tarifa fixa de R$ 280 (exceto para grandes Eventos como Congressos, Carnaval e Réveillon) para qualquer dia da semana. Desconto de 20% nos sofisticados restaurantes: Flamboyant, Panamera Bistrô e Grand Prix Piano bar, além do Room service, exceto menu executivo, feijoada e couvert artístico.

Solicite sua reserva informando que é parceiro ou leitor da TRIBUNA DA IMPRENSA Sindical, e assim terá garantido os descontos.  Entre em contato com a Central de Reservas (tel: 21-2105-7000) ou editoria@tribunadaimprensasindical.com

A localização do Hotel Novo Mundo é excelente, fica a 5 minutos do aeroporto Santos Dumont e dos acessos ao Cristo Redentor e Pão de Açúcar. A menos de 10 minutos da praia de Copacabana e também do Porto Maravilha, mais conhecido como Boulevard Olímpico, o mais novo corredor cultural da cidade que tem uma intensa programação e várias atrações como: Museu do Amanhã, AquaRio, MAR - Museu de Arte do Rio, mural Etnias, Ilha Fiscal, entre outras.

Aproveitem nossa parceria com o Hotel Novo Mundo e tenham uma magnifica estada na Cidade do Rio de Janeiro!


Serviços do Hotel Novo Mundo:

HOSPEDAGEM - Apartamentos com piso frio, TV a cabo com canais internacionais, ar condicionado, frigobar e cofre eletrônico. A maioria tem vista para os mais belos cartões-postais do Rio de Janeiro: o Pão de Açúcar, Cristo Redentor e Praia do Flamengo.

GASTRONOMIA - Aberto ao publico, o Hotel Novo Mundo conta com o Restaurante Flamboyant, Grand Prix Piano Bar e Panamera Bistrô.
Room Service: disponível 24 horas, atende a qualquer solicitação.


SERVIÇO DE APOIO - O hotel disponibiliza rede Wi-fi e oferece computadores conectados à internet no lounge, 24hs por dia.

LAZER - O hotel dispõe de academia de ginástica aberta de 06h às 22h, além disso, nas proximidades, é possível alugar bicicletas, fazer caminhadas ou praticar uma infinidade de esportes nas quadras do Parque do Flamengo, em frente ao hotel. Ao lado, carregado de cultura e história, se encontra o Museu da República.


CENTRO DE CONVENÇÕES - Com 11 salões modulares, o maior deles com capacidade máxima para 250 pessoas, nosso Centro de Convenções dispõe de toda infra-estrutura necessária para quaisquer eventos corporativos e sociais.

SERVIÇOS ADICIONAIS - Não deixamos escapar nenhum detalhe para que sua estada no Rio de Janeiro seja perfeita: o Hotel possui garagem com manobrista, serviços de lavanderia, toalhas de praia, reserva para passeios turísticos e câmbio.






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LUIGI ROTUNNO -


Recentemente escuta-se muito falar de “empresa social”, como se uma nova espécie de “empreendedores” tivesse visto, só agora, a luz do sol. Na realidade, o objeto ao centro do debate não é novo, o que é “novo” é o interesse dedicado a uma certa tipologia de empresas definidas “sociais”.

Para Richard Ohlsen, Fundador do Instituto Suíço de Ciências Econômicas Aplicadas, “Quem persegue somente o dinheiro, não tem o fôlego longo de que se precisa para tornar-se empresário de sucesso”

O social e o mundo dos negócios estão em contraposição?

Falar muito de “empreendedorismo social” pode parecer uma contradição. Apesar da “nobre” origem da palavra empreendedorismo, de fato, no imaginário coletivo, o papel do empreendedor é frequentemente associado ao de “capitalista” e “industrial”, dois apelidos, muitas vezes, ligados à ideia de um indivíduo que persegue cegamente os próprios interesses e que tem como único alvo, a maximização do lucro.

Como pode, portanto, o empreendedorismo valer como um modelo de mudança social?

Para demonstrar que a percepção do empreendedorismo, enquanto cega obsessão pelo dinheiro é falsa, além de datada, tem muitas pesquisas conduzidas sobre a maximização do lucro como fator motivacional entre os empresários de sucesso. A docente universitária e consultora empresarial de Berlim, Liv Kirsten Jacobsentem, conduziu pesquisas aprofundadas neste setor e, em seu discurso afirmou que, muitas vezes, entre os neo-empreendedores a aspiração ao alcance do lucro é uma motivação marginal em relação a outros fatores não econômicos, tais como: “demonstrar as próprias capacidades, por em prática as próprias ideias [...] e alcançar um estado de bem-estar psicofísico que tome a forma da satisfação pessoal”. De acordo com Jacobsen, o sentimento interior de atingir um alvo pesa mais na escolha de “tornar-se empreendedor”, do que o desejo de enriquecer-se, ou simplesmente melhorar sua própria condição econômica.

Em apoio às teses de Jacobsen em seu livro “A engenhosidade vence o capital”, o economista e empreendedor alemão Günter Faltin afirma que, “uma exclusiva propensão aos negócios e ao lucro se revela um ‘freio inibitório’ para o sucesso empresarial.” No começo do nosso século, as empresas de sucesso não convencem somente com uma gestão empresarial racionalizada, mas também, com ideias inovadoras, atitudes responsáveis e sensibilidade para os valores da sociedade que está à sua volta.

Em outras palavras, contrariando os padrões e os prejuízos, o dinheiro não constitui um impulso primário para os empreendedores. E não deveria nem se tornar o tal. Ao contrário, hoje, há boas razões para declarar que o empenho social em favor de uma boa causa multiplique as possibilidades de sucesso de uma empresa e, não as diminua, como alguns acreditavam.

O que é hoje o empreendedorismo social?

O empreendedorismo social pode ser definido como “a capacidade do empreendedor de conectar-se com um plano profundamente diferente daquele ligado aos interessas econômicos”. O maior desafio do empreendedor social é conseguir derrubar a distinção entre o setor público e o setor privado, comunicando ambos num plano que tenha como objetivo a solução aos problemas de interesse comum. Do ponto de vista do empreendedor social, o poder público, muitas vezes, é considerado ineficiente devido à sua administração burocrática e lenta.
Acredito que o empreendedor torna-se social quando transforma o capital social de uma forma que afeta positivamente a sociedade, defendendo a sustentabilidade de suas atividades em busca de um futuro melhor!
No final da década de 80 começou-se a falar de empreendedorismo, mas até os últimos anos o setor era limitado às organizações não governamentais. Só recentemente, iniciou-se uma referência ao empreendedorismo social em relação ao mundo das startup’s e da inovação, principalmente a partir do momento que a Comissão Europeia decidiu inserir o social business no plano de resgate da competitividade europeia. Ao centro deste novo interesse há uma pergunta: como utilizar os modelos do social business para revitalizar o tecido empresarial num momento de forte crise?

A Comissão definiu as três características principais da empresa social:

- Não ter como objetivo principal a maximização do lucro, mas alcançar um impacto em nível social;

- Operar no mercado através da produção de bens e serviços de maneira inovadora;

- Utilizar o superávit para alcançar os próprios objetivos sociais;

- Ser administrada por empreendedores sociais em maneira transparente e responsável, especialmente através do envolvimento de colaboradores, clientes e investidores.

A nossa sociedade precisa de empreendedores sociais, capazes de utilizar as novas abordagens à economia, para por em prática respostas adequadas a problemas novos e complexos!

O microcrédito de Muhammad Yunus

Muhammad Yunus é um ótimo exemplo de empreendedor social. O Banco Grameen de Yunus com seu microcrédito revolucionou a compreensão e os procedimentos da concessão dos créditos. Antes de Yunus, as pessoas pobres eram consideradas não merecedoras de crédito, além de ser clientes não rentáveis para os bancos; e isso até quando conseguiam pagar os créditos concedidos, porque dentro do sistema bancário tradicional os pequenos créditos causam elevados custos administrativos. Além disso, ninguém acreditava que os pobres possuíssem capacidades empreendedoras.

Yunus criou um sistema absolutamente novo, demonstrou que o risco de crédito dos pobres não era tão elevado, que se pode criar uma organização em grande parte capaz de se auto-financiar, impondo e recebendo juros, demonstrando que este sistema poderia ser aplicado a nível internacional.

Quem conhece a história de Yunus sabe que tudo começou com o valor que para nós, seria “ridículos U$27 dólares”, com os quais ajudou 42 mulheres a criar microempresas, portanto, utilizou meio dólar (U$0,50) por projeto. Estes créditos foram devolvidos sem exceção.

No Brasil, um verdadeiro exemplo de modelo de empreendedorismo social é a Yunus Negócios Sociais. https://www.yunusnegociossociais.com

O dinheiro não é o inimigo

Mesmo os que sustentam que as organizações sem fins lucrativos devem viver de doações, hoje, mudaram de ideia. É nítido para muitos que, qualquer organização para se sustentar deve gerar renda de alguma forma. O sistema de assistencialismo social está praticamente falido e até pouco tempo, menos de 20 anos atrás, era impensável que uma associação sem fins lucrativos pudesse ter um pensamento “empresarial”. Atualmente é preciso ser financeiramente “sustentável” para que a renda possa ser utilizada nas finalidades que a organização se propôs.

“As ideias dos empreendedores devem ser ligadas aos problemas da sociedade. Ser indiferente diante dos problemas sociais afasta as pessoas, diminui a confiança e tem quase sempre resultados negativos, pelo menos a longo prazo”, afirma Gareth Morgan.

Convergência de interesses

Hoje em dia, os empreendedores devem delegar um papel mais importante à responsabilidade social. Para isso, não precisam de motivações morais ou ideológicas, mas simplesmente uma vontade de sobreviver (no mercado) e ter sucesso. Nesse sentido, podemos dizer que o business empreendedor está indo na direção do empreendedor social, dentro da lógica dos próprios interesses.

Para CherylBurgess “ O empreendedor social implementa tecnologia social, estratégias e processos que divulga dentro de toda sua empresa, criando e otimizando um ecossistema colaborativo entre colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, comunidade e os investidores, de forma segura e consistente.”

Feitas essas considerações, uma pergunta paira no ar: no Turismo brasileiro existem, atualmente, empresas sociais ou empreendedores sociais?

Fontes:
- L’imprenditoriasocialechesfatail mito delprofitto – Giulia Bertani
- What is Social Business? A Clear Definition – Joshua Paul







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Consumo consciente e sustentabilidade, você aplica na sua empresa?


LUIGI ROTUNNO -




Depois de um primeiro curso de capacitação que envolveu 100% dos colaboradores dos quase 420 membros do La Torre Resort, foi assinado um Termo de Acordo e Compromisso - TAC comprometendo-se com o “Uso e Consumo Consciente”.

“ Nós, colaboradores do La Torre Resort All Inclusive, da Praia do Mutá - Porto Seguro - Bahia, na condição de profissionais conscientes de nossas responsabilidades com a sustentabilidade do meio ambiente, o bem estar de todos e o sucesso da empresa, nos comprometemos a fazer o uso e o consumo consciente de nossos recursos, sejam eles naturais ou de qualquer espécie, pois temos a certeza de quanto isso é fundamental para garantir as condições de sobrevivência da empresa e de todos nós.”

As capacitações oferecidas têm o objetivo de sensibilizar cada colaborador das consequências do mau uso de suas ferramentas, material, alimentos e fontes de energias. A sustentabilidade é, acima de tudo, coletividade! Não temos como pensar em resultados eficientes em matéria de meio ambiente, qualidade de vida e redução de custos, se não pensarmos de forma ampla, trazendo o debate ao nosso dia-a-dia. Ter um comportamento sustentável significa, principalmente, contagiar as pessoas ao seu redor a ter esse mesmo modo de viver, onde pequenos gestos realizados por um grande número de pessoas são capazes de promover grandes transformações.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o consumidor consciente é aquele que, ao escolher seus produtos, leva em conta a preservação do meio ambiente, a saúde humana e animal, as relações justas de trabalho, além de questões como preço e marca. O consumidor consciente sabe que pode ser um agente transformador da sociedade por meio dos seus hábitos de consumo; sabe que esses atos impactam e que, mesmo um único indivíduo, ao longo de sua vida, produzirá um impacto significativo na sociedade e no meio ambiente.

Por meio de cada ato de consumo, o consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade, maximizando as consequências positivas e minimizando as negativas através de suas escolhas. Não apenas para si mesmo, mas também para as relações sociais, a economia e a natureza. Além disso, o consumidor consciente valoriza as iniciativas de responsabilidade socioambiental das empresas, dando preferência às companhias que mais se empenham na construção da sustentabilidade por meio de suas práticas cotidianas. O consumo consciente pode ser praticado no dia-a-dia, por meio de gestos simples que levem em conta os impactos da compra, uso, ou descarte de produtos ou serviços, ou pela escolha das empresas das quais comprar, em função de seu compromisso com o desenvolvimento sócio-ambiental.

O Instituto Akatu elaborou um Decálogo do Consumo Consciente que valoriza: os produtos duráveis mais do que os descartáveis ou de obsolescência acelerada; a produção e o desenvolvimento local mais do que a produção global; o uso compartilhado de produtos mais do que a posse e o uso individual; a produção, os produtos e os serviços mais sócio-ambientalmente sustentáveis; as opções virtuais mais do que as opções materiais; o “não-desperdício” dos alimentos e produtos, promovendo o seu aproveitamento integral e o prolongamento da sua vida útil; a satisfação pelo uso dos produtos e não pela compra em excesso; produtos e escolhas mais saudáveis; as emoções, as ideias e as experiências mais do que os produtos materiais; e a cooperação mais do que a competição. 

"Dizer para a classe média, recém-chegada ao mercado do consumo, que ela não pode consumir, além de idiotice, é injusto. Mas é possível dizer para essas pessoas que existe um consumo mais inteligente. É preciso informação para se consumir de outra forma e que a população seja estimulada para isso. É disso que se trata essa transformação que os dez itens propõem", explicou o presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Helio Mattar.

E não esqueçam: consumidor consciente privilegia empresas conscientes e empresas conscientes são formadas por colaboradores consumidores conscientes!




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TURISMO GAÚCHO SAI FORTALECIDO

DE FESTIVAL INTERNACIONAL EM GRAMADO

A participação da Secretaria do Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Setel) no 28º Festuris reuniu Regiões Turísticas do Estado e promoção de conhecimento entre os participantes. O evento aconteceu nos dias 3 e 6 de novembro no Serra Park, em Gramado, por onde passaram mais de oito mil profissionais do trade e a organização aponta para um impacto de R$ 253 milhões em geração de negócios.

Seguindo as ações de parceria, a Setel abre a oportunidade para que as governanças ou Municípios gaúchos divulguem seus atrativos no estande do Estado. Pelo espaço de 72 m² passaram as Regiões Turísticas das Hortênsias, Uva e Vinho, Terras Encantadas, Vale do Rio dos Sinos, Vale do Taquari, Rota Missões e Campos de Cima da Serra. Os cooperados puderam distribuir material gráfico, conversar com compradores, investidores e empresários do setor e oferecer as delícias produzidas em cada localidade.

Além da parceria para a promoção dos destinos, a Secretaria incentivou o conhecimento, realizando palestras para divulgar casos de sucesso e ajudar a disseminar entre as agências de viagens os diversos segmentos e atrativos que o Rio Grande do Sul oferece. Durante a primeira tarde do evento foram realizadas as palestras: Roteiros Turísticos da Costa Doce, com palestra de Rita Michelon; Compre Guaporé, com Cristiane Viel; Termas e Longevidade, com Gisele Martins da Cunha; Turismo no Vale do Taquari, com Tatiane Gartner; Bento é pra casar, com Gilberto Durante; Turismo Rural com Carlos Barbosa, com Jéssica Dalcin Andrioli; Rota das Terras Encantadas – Um novo destino no interior do Rio Grande do Sul, com Carolina Lopes; Santa Maria – Recanto do Maestro, com palestra de Bruna Ballpiane; e Caminho Gaúcho de Santiago em Santo Antônio da Patrulha, com Antônio Carlos Brito.

No segundo dia a apresentação foi da jornalista Sara Bodowsky, que falou sobre Experiências Gastronômicas. O público do Festuris inclui formadores de opinião e tomadores de decisão, que levam para suas empresas as qualidades e experiências do Rio Grande do Sul. A Setel tem focado seu trabalho na segmentação do turismo, buscando em cada região suas principais características e potencialidades, junto com a promoção da diversidade do Estado, com atrativos para todos os gostos e estilos de turista.
(Informações da secretaria de turismo/RS)




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O FUTURO DAS FEIRAS DE TURISMO


Por LUIGI ROTUNNO -


Acabei de voltar de Gramado onde participamos do Festuris.  Evento famoso por dar início ao Natal Luz, da cidade. O Festuris é também a última feira de turismo do ano e o trade inteiro gosta de reunir-se para ajustar as últimas estratégias do verão e fazer um balanço anual.

E é assim que se encerra um ciclo de feiras de turismo que deixou um gosto amargo para os expositores aos quais se perguntam sobre o futuro desse tipo de evento. É fato que, de forma geral, as feiras de turismo não chamam mais o fluxo de pessoas interessadas como nos anos anteriores. O custo de participação está ficando sempre mais elevado e o expositor precisa fazer as contas de todo o investimento necessário para o estande, a montagem, o deslocamento da equipe de atendimento, a hospedagem, o material a ser distribuído e outras despesas acessórias. Resumindo: é caro! E em um mercado com o número elevado de feiras, acertar qual vai ser a boa para participar é um verdadeiro jogo de roulette.

As operadoras de turismo

O grande sinal da queda de importância das feiras foi dado pelas operadoras de viagens. Quando a CVC, Nascimento e Flytour iniciaram a desertar o piso desses eventos gerou-se um desânimo grande para o agente de viagens e o hoteleiro, pois perderam uma oportunidade de conversar com as “pessoas-chaves” para seu negócio, sem ter que se deslocar até a sede, ou encontrar um promotor que, às vezes, não lhe dedica a devida atenção. Era especialmente uma oportunidade para os novos negócios acontecerem, elaborar estratégias e dar ânimo ao mercado!

Em busca de alternativas, alguns organizadores de feiras procuraram inserir mais conteúdo, convidando palestrantes e tratando de assuntos tecnológicos e sobre inovação.  Gerar relevância ao evento é fundamental hoje em dia, mas essa técnica nem sempre foi suficiente, pois tudo tem seu ciclo e acabou se tornando uma ação repetitiva.

O apoio dos estados e destinos

Com uma presença modesta, ficou claro que os orçamentos para esse tipo de evento diminuiu muito.  As grandes festas de abertura e encerramento não acharam mais “comprador” entre as instituições governamentais que costumavam estrear os eventos com shows e festas grandiosas para os agentes de viagens. Os destinos turísticos se limitaram a um espaço para dar oportunidade aos hoteleiros de sua região. Pouco ou nada de distribuição de brindes ou festinhas com alimentos tradicionais.

As OTAs
Ficaram onde estão, nas nuvens! Depois de ter iniciado a participar das ferias com estandes físicos, as OTAs agora circulam os corredores discretamente em busca de algum hoteleiro perdido. Tiram dúvidas de alguns clientes, mas se fazem bem discretas.

O retorno do expositor

A grande questão é o retorno do investimento das marcas que acham pouca visibilidade nesses eventos. Acabou o tempo em que depois de um dia de feira você chegava rouco no hotel de tanto falar. 2017 anuncia-se como um ano complicado para tomar a decisão de continuar a investir em feiras. A lógica de um administrador é investir onde está seu cliente. Isso é fato! Portanto, as feiras dependem exclusivamente do volume de visitantes e de sua qualidade. A queixa geral dos expositores é o número excessivo de feiras no mercado brasileiro. A maioria concorda que deveria ter uma quantidade menor de eventos e que, fossem mais estruturados. Talvez, preocupados com o sucesso do evento, os organizadores pouco têm tempo para valorizar a importância do expositor, deixando de entender a importância do mecanismo de pós-venda, afinal neste caso, somos os clientes.

O agente de viagens

Não encontra nada de novo. O mundo digital fornece todas as informações que precisa e evita carregar pesados folders de papel que depois terminam na lixeira fora da feira. Ainda é necessário um corpo a corpo para relacionamentos pessoais, mas são casos bem pontuais e não de volume de negócio. Antigamente, atraído por caravanas, brindes, sorteios e festas, ir a uma feira de turismo era um momento importante para relacionar-se junto a atividades de lazer e diversão. Essa era um pouco da magia das feiras, a farra! Saber onde ia ser a festa à noite e juntar-se a turmas de amigos e potenciais parceiros. Confesso ter saudades dessa época e, vou além: era um excelente método para criar amizades, base essencial do turismo!

O futuro do turismo

Pensando no futuro das feiras, devemos pensar em qual será o futuro do turismo. As mudanças comportamentais e da forma de viajar estão revolucionando o mercado para valer. Essa mudança não tem retorno, mas sim crescimento exponencial atropelando tudo o que existia. Ancorar-se ao passado é um erro! Evoluir é difícil, mas reinventar-se é fundamental! Para isso não será suficiente passar uma mão de tinta na parede, trata-se de ter coragem de derrubar tudo e construir algo novo. Um conceito diferente de turismo que enxerga sua verdadeira importância na construção da marca de um país e das pessoas. Preso na sua verticalização o turismo tem dificuldades em adaptar-se aos novos hábitos de consumir, viver e viajar.





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RESORTS DA ABR

TÊM MELHOR ÍNDICE DE QUALIDADE

QUE RESORTS MEXICANOS


O Comitê de Qualidade da Associação Brasileira de Resorts (ABR), formado por representantes de resorts associados, se reuniu ontem (25), em São Paulo (SP). Entre os temas abordados, o comitê avaliou o desempenho dos resorts com base nas estatísticas fornecidas, nos últimos meses, pela ferramenta ReviewPro e, constatou que o grupo formado pelos associados brasileiros é melhor avaliado que os 25 melhores resorts do México – estabelecimentos apontados pelo Booking.com.

Considerado o destino de maior concorrência na categoria resorts, segundo os executivos, o México passou a ser monitorado pelo ReviewPro, após a primeira reunião do comitê, em junho. O Índice Global de Satisfação (GRI – sigla, em inglês, para Global Review Index) de 2016 da ABR, até o momento, é de 87,7%, já o do México é de 84,1%. Em 2015, o grupo de associados brasileiros também esteve à frente, com GRI de 87%, contra 83,1% do índice mexicano.

Na avaliação dos nove serviços pontuados pela ferramenta, como gastronomia, localização, quarto, entre outros, os resorts mexicanos estão em vantagem sobre os brasileiros apenas no custo-benefício (GRI de 82,8%, contra 79,8%, da ABR) e na recepção (87,1%, contra 85,6% da ABR), nas estatísticas do último trimestre. Nos demais itens, os resorts associados à ABR são melhores avaliados, com larga vantagem e destaque para lazer (GRI 87,8%, contra 83% do México) e serviço (GRI de 89,8%, contra 86,4% do México). “Essas informações me deixam extremamente contente, pois mostram, claramente, que nosso serviço é muito bom – e sabemos que os mexicanos sabem servir bem!”, comemorou Luigi Rotunno, presidente da ABR. “A diferença é que boa parte desses resorts mexicanos são muito grandes, com mais de mil apartamentos. Na baixa temporada, eles fazem ofertas abaixo do custo para manterem a ocupação e, dessa forma, ficamos em desvantagem na competição com o custo-benefício. No mais, fico muito satisfeito e está claro que oferecemos produtos de altíssima qualidade”, completou.

O Comitê de Qualidade discutiu, ainda, sobre o Net Promoter Score (NSP), uma metodologia que também mede o grau de satisfação e de fidelidade dos clientes. Utilizado por alguns resorts, o NPS classifica os clientes com apenas uma pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria a empresa para um amigo ou colega?". Com base nas respostas, o resort que trabalhar para gerar melhor experiência ao hóspede poderá constatar um significativo aumento nas vendas; uma melhoria na taxa de retenção de clientes; e redução de custos de pesquisas. Empolgados, muitos executivos afirmaram que pretendem implantar o NPS em seus resorts e os resultados serão debatidos nas próximas reuniões do grupo.

Este foi o último encontro dos comitês temáticos desenvolvidos pela ABR, neste ano. Em breve, a entidade irá concluir o planejamento e divulgar o calendário de atividades de 2017.

Sobre a ABR: Com o objetivo de fortalecer o segmento de resorts no País, a Associação Brasileira de Resorts (ABR) foi criada há quase 15 anos e, hoje, conta com 51 empreendimentos hoteleiros de alto padrão da categoria resort, presentes em 14 Estados brasileiros. A entidade atua no desenvolvimento de capacitações, pesquisas de mercado, perfil do consumidor e importantes projetos no trade turístico, a fim de identificar um cenário do desempenho dos resorts e indicar tendências para o segmento. Site: resortsbrasil.com.br

*Renata Santos- Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing. Associação Brasileira de Resorts (ABR).

Localizado na Praia do Mutá, em Porto Seguro, no Sul da Bahia, o La Torre é um dos 51 empreendimentos hoteleiros de alto padrão da ABR. O Resort fica em uma das faixas litorâneas mais lindas do Brasil, ao lado de áreas de preservação ambiental e a menos de 15km do aeroporto internacional de Porto Seguro (BPS).

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CARTA ABERTA AO MINISTRO DO TURISMO MARX BELTRÃO. O TURISMO É O SETOR DE MARKETING DA NAÇÃO

Por LUIGI ROTUNNO -

Mesmo com diversas tentativas passadas de estruturar o Turismo como um segmento importante da economia brasileira, devemos admitir que tivemos uma serie de insucessos. Talvez tenha chegado à hora de parar de dizer que “o turismo é a mola propulsora do Brasil”, essa frase já repetida inúmeras vezes nos discursos dos Ministros do Turismo, não foi um sinal de sorte para o setor.

Por falta de direção ou de planejamento em longo prazo, a realidade é que o turismo brasileiro não decola. Mesmo com eventos grandiosos, como uma Copa do Mundo e as Olimpíadas, a vinda de turistas estrangeiros é esporádica e limitada a esse tipo de evento. Logo após as cerimônias de encerramento desses grandes eventos, a frequência de visitantes de outros países ao Brasil parece cair no esquecimento.

Analisar o turismo brasileiro é um trabalho complexo e de grande importância, mas assim como acontece em uma empresa, o Turismo precisa entender o seu “por que”. Devemos identificar “por quê?” queremos que o Brasil desenvolva seu Turismo.

Acredito que o turismo é o gestor da marca de um país. Através da cultura, das belezas naturais e da infraestrutura turísticas, estamos apresentando a identidade de um país no mundo. O Turismo gera e transporta conhecimento, que acaba criando pontes entre pessoas e economias.

O turismo é o pilar da confiança e de compartilhamento de conhecimento entre sociedades diferentes.

Devemos entender a importância da marca Brasil. O Turismo deve encabeçar essa ideia e posicionar-se como o gestor comunicador da marca Brasil dentro e, especialmente, fora do país. Um país precisa de uma marca forte que reflita sua identidade e estabeleça parâmetros de credibilidade, interesse, empatia e, principalmente, de cultura. Divulgar o turismo brasileiro não se limita exclusivamente a desenvolver sua atividade turística, mas também a contribuir de forma ativa reforçando a imagem do Brasil a nível econômico, ético e social. O Turismo interfere diretamente e indiretamente na balança comercial da economia de um país.

Um país com a atividade de Turismo desenvolvida atrai investidores, facilita negócios internacionais, incentiva a compra de produtos brasileiros no exterior e fortalece a imagem do povo brasileiro. O Turismo, quando explorado de forma correta, cria um ambiente de negócios extremamente favorável.

O Turismo deve ser visto como um aliado importante para o crescimento da economia do país. Não podemos enxergar a atividade turística unicamente como um fim a si mesma, pois ela é responsável por inúmeros resultados indiretos e relevantes a economia de um país.

O setor do Turismo age como o marketing de um país. Especialistas em Turismo não vendem apenas os seus serviços - hotéis ou resorts, eles vendem o Brasil como um todo.



*Luigi Rotunno, presidente diretor da ABR – Associação Brasileira de Resorts no biênio 2015/2017, diretor geral do La Torre Resort desde 2004. De pais italianos, nascido em Luxemburgo, tornou-se economista e empresário, iniciando suas atividades relacionadas ao turismo em sua cidade natal, com empreendimentos gastronômicos. Chegou ao Brasil em 2001 onde desenvolve projetos turísticos e imobiliários, foi Secretário de Turismo em Porto Seguro – Bahia em 2005, e devido a sua preocupação com as questões econômicas e sociais, assumiu a presidência da AIB (Associação Ítalo Brasileira Anita Garibaldi) e vice-presidência da ADESM (Associação de Desenvolvimento Econômico e Social do Mutá). Com fluência em sete idiomas e paixão por inovações o empresário participa de eventos pelo mundo com um constante olhar para o futuro.**Fonte:https://www.linkedin.com/pulse/carta-aberta-ao-ministro-do-turismo-marx-beltr%C3%A3o-o-%C3%A9-setor-rotunno



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Conheça Paraíba

e os principais pontos

Uma das menores e mais antigas capitais do Nordeste, João Pessoa reúne ruas arborizadas, orla preservada pela legislação que limita a altura dos prédios, povo hospitaleiro, belas praias e badalação light.

Os turistas se concentram nas praias urbanas de Tambaú, Manaíra e Cabo Branco, com barracas, bares e restaurantes. As paisagens mais rústicas e bonitas, entretanto, encontram-se no litoral Sul, na direção de Pernambuco. É lá que está Tambaba, o mais consagrado endereço naturista do Brasil. 

Já o litoral Norte é point dos surfistas. As águas não são tão claras quanto as do litoral Sul, mas formam excelentes ondas. Quem viaja com crianças deve incluir no roteiro um mergulho nas piscinas naturais de Picãozinho, repletas de peixes coloridos.

Com um rico acervo histórico-arquitetônico, João Pessoa guarda imponentes construções barrocas datadas do século 16. A devoção, ainda nos dias de hoje, é bastante forte e representada pelo espetáculo da Paixão de Cristo que atrai fiéis e turistas na Semana Santa.
 
O profano também tem seu lugar e atende pelos nomes de Folia de Rua eMuriçocas do Miramar, reunindo o melhor do frevo e do maracatu, durante o pré-Carnaval. O forró marca presença nas festas juninas, em homenagem a São João.

Um dos cartões-postais da cidade, o Farol do Cabo Branco sinaliza que João Pessoa é o ponto oriental extremo das Américas – em suas praias, o sol nasce primeiro. Embora emoldurada por uma bela orla, a cozinha da capital não se limita aos de frutos do mar. Porreta mesmo são as receitas do sertão, à base de carne-de-sol e de bode, macaxeira, arroz de leite, feijão-de-corda e manteiga de garrafa. Para a sobremesa, dá-lhe rapadura!


*Guia completo por Editoria Férias Brasil.





Centro histórico - Igreja de São Pedro


Jardim Botânico da Paraíba


Centro Cultural - Igreja São Francisco



Praia da Ponta dos Seixas


Vila Nova Rainha



Festa de São João

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Descobrindo Porto de Galinhas



O nome curioso - Porto de Galinhas -, reza a lenda, veio após a abolição da escravatura, quando negros africanos continuavam sendo escravizados clandestinamente. Desviados de Recife, onde havia fiscalização, os negros desembarcavam em uma praia nos arredores, escondidos em engradados de galinhas-d'angola. Os contrabandistas exclamavam: “Tem galinha nova no porto!”. Esta era a senha utilizada e que deu origem ao nome da vila de pescadores. O que os escravos e os contrabandistas não imaginavam era que, um século depois, o paradisíaco cenário de águas verdes, céu turquesa e areias brancas se transformaria em um dos mais badalados balneários do litoral pernambucano, com praias para todos os gostos. 

Localizada no município de Ipojuca, a 70 quilômetros de Recife, Porto de Galinhas é emoldurada por piscinas naturais com águas mornas e transparentes repletas de peixes coloridos e jangadas deslizando de um lado para o outro na maré baixa. Mas tem também praias com ondas fortes, perfeitas para a prática de surf - não é à toa que a praia de Maracaípe é um dos cenários do Campeonato Mundial de Surf, sediando as etapas do mês de outubro. Os esportes náuticos, aliás, vêm ganhando cada vez mais adeptos na região, transformando a praia de Muro Alto em point dos apaixonados por esqui aquático, wakeboard e jet-ski.


Muro Alto é point dos apaixonados por esqui aquático, wakeboard e jet-ski. Apesar das ruas estreitas e da vida correr devagar em Porto de Galinhas, a vila ferve no verão, quando recebe turistas de todas as partes do Brasil, além de estrangeiros dos quatro cantos do planeta. Todos chegam atraídos pelos aquários naturais, entretanto, surpreendem-se com a riqueza de atrativos e opções de lazer da região, como passeios de bugue, de jangada ou a cavalo, quase sempre emoldurados por coqueirais, areias brancas e um mar de nuances ora verdes, ora azuis.

No centro da vila, andar a pé é melhor maneira para conferir de perto o artesanato produzido pelos nativos. São galinhas de cerâmica – o souvenir oficial -, bordados, redes, mantas... A gastronomia também ocupa lugar de destaque, com restaurantes que oferecem pratos à base de frutos do mar e também da cozinha regional, como carne-de-sol e galinha cabidela. E Porto de Galinhas ainda tem fôlego para o agito depois que o sol se põe. Nos bares e nas boates itinerantes, montadas na região nos meses de verão, a música rola solta até altas horas. Todos os estilos têm vez e, do forró ao eletrônico, a ordem é não deixar ninguém parado.


Porque ir a Maceió

Nenhum dos 40 quilômetros de praias de Maceió consegue desapontar o visitante. São águas transparentes, com nuances que vão do verde clarinho ao azul turquesa, piscinas naturais, areias douradas e imensas manchas verdes, formadas ora por coqueirais, ora por fazendas de cana-de-açúcar. Os litorais Norte e Sul, repletos de cenários encantadores como Tabuba e Gunga, garantem aos turistas dias de férias variadas, a pequena distância dos principais hotéis. 



Jangadas partem da praia de Pajuçara rumo aos aquários em alto-mar. O grande barato da capital alagoana é que as praias urbanas são tão bonitas quanto as mais afastadas. Mas é importante ficar atento às condições para banho - em Jatiúca, uma das praias mais famosas, ocasionalmente o mar está impróprio. Mesmo assim, vale a pena passear pela orla, onde se encontra uma boa infraestrutura com barracas e cadeiras para alugar, ciclovia e um imenso calçadão onde ficam as famosas tapioqueiras. Já Pajuçara é ponto de partida das jangadas que levam ao aquário natural mais visitado da cidade.


Longe da orla ficam as atrações culturais, espalhadas pelo Centro de Maceió. São igrejas em estilos arquitetônicos variados - do barroco ao gótico - e espaços que guardam a rica arte popular do Nordeste. Também no bairro histórico do Jaraguá, antiga zona boêmia, estão construções do século 19, além de antigos casarões e armazéns.

O pólo gastronômico da capital nasceu em Jatiúca, a primeira praia a ganhar destaque nos guias de turismo da região. Hoje, por toda a orla, se encontram restaurantes e quiosques com uma grande variedade de opções. Da culinária regional - regada a frutos do mar, das lagoas e dos rios - aos pratos com sotaque francês, passando pelos japoneses e até peruanos, há restaurantes para todos os gostos.

Não deixe de experimentar pelo menos um quitute que leve sururu, um saboroso molusco de propriedades afrodisíacas. Guarde ainda um espacinho para a tradicional tapioca, com mais de 30 sabores de recheio. Também típicos são os trabalhos das famosas rendeiras de Alagoas. Passada de mãe para filha, a arte confere cores e bordados a peças diversas encontradas no bairro do Pontal da Barra.

Nos arredores de Maceió, rusticidade é a palavra-chave, em especial na Costa dos Corais, ao Norte. As praias espetacularmente desertas e acessíveis pela estrada emoldurada por coqueirais, como Carro Quebrado e Tatuamunha, ficam em simples vilarejos. Em compensação, abrigam charmosas pousadas.

Já quase em Pernambuco, o destaque é Maragogi, com suas imensas piscinas naturais conhecidas como Galés. No sentido oposto, o destino é Penedo, uma bucólica cidade histórica às margens do Rio São Francisco. Dali é fácil partir para a foz do Velho Chico e apreciar o encontro de suas águas com o mar, rodeado por imensas dunas douradas.

* Via Férias Brasil.



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10 dos mais lindos lugares para se visitar na Espanha
- Via Louco por Viagens -

Com seu clima ensolarado e milhares de anos de história e cultura, a Espanha é um destino de viagem dos sonhos para muitos. Com suas vastas paisagens, sua famosa região costeira e suas extensas cadeias de montanhas, fica difícil saber por onde começar. Aqui vão dez dos mais belos lugares para se visitar na Espanha, publicados no site GlobalGrasshopper:


1. Pueblos Blancos – Andaluzia



As vilas brancas que pontilham as robustas encostas no centro de Andaluzia parecem desafiar a gravidade em alguns de seus pontos. Essas antigas vilas agrícolas caíram em desuso por conta da migração das gerações mais jovens para outras cidades em busca de trabalho. Os habitantes locais e visitantes estrangeiros parecem ter redescoberto o seu encanto, e agora suas ruas estreitas, casas caiadas de branco, lindas igrejas antigas e praças repletas de flores estão restauradas. Vilas especialmente encantadoras incluem Grazalema, Vejer de la Frontera e Arcos de la Frontera.
 

2. A Alhambra – Granada



O magnífico complexo palaciano islâmico, a Alhambra, é um dos monumentos mais visitados da Espanha, e não é difícil saber o porquê. Um vasto complexo de palácios, rodeado por jardins ornamentais empoleirados no topo de uma colina, com os picos das montanhas da Sierra Nevada ao fundo, proporciona uma visão espetacular. O interior dos palácios é igualmente bonito, com seus calmos pátios decorados em estilo mourisco em contraste com suas linhas barrocas.
 

3. Obras-primas de Gaudí – Barcelona



A capital da orgulhosa região da Calalunha, Barcelona, possui atrações aos montes para oferecer aos visitantes – vida noturna agitada, compras e praias. Mas são os impressionantes edifícios projetados pelo legendário arquiteto Gaudi que são, de longe, as maiores estrelas do show. A ainda inacabada La Sagrada Família, com suas alongadas torres, teto impressionante e contrafortes de formatos únicos é o mais visitado de suas criações. Seus edifícios residenciais como a Casa Milà – também conhecida como La Pedrera – e Casa Batlló são maravilhosos, mas suas mais divertidas esculturas se encontram no popular Park Güell.
 

4. Deslumbrante cenário natural – Picos de Europa



O cenário natural da Espanha – de sua costa arenosa às suas vastas planícies – é realmente surpreendente, mas os elevados cumes dos Picos de Europa são, sem dúvida, os mais espectaculares. Suas montanhas escarpadas, rios e vales verdejantes se combinam para tornar este pedaço do norte da Espanha perfeito para caminhadas e aventuras.
 

5. Catedral – Santiago de Compostela



A grande quantidade de catedrais góticas da Espanha são uma prova de suas duradouras tradições cristãs. Talvez, a mais fascinante seja a que se encontra em Santiago de Compostela. É uma construção enorme, repleta de espirais no estilo barroco, estátuas e estalagmites.
 

6. Vistas vulcânicas – Monte Teide, Tenerife



A duas horas de avião ao sul do território espanhol, as Ilhas Canárias estão muito mais perto da costa africana do que das européias, e sua paisagem natural é única. Grande parte da terra é vulcânica, com encostas íngremes e areias escuras e cinzas pelas praias. No centro de Tenerife – a mais popular das ilhas Canárias – fica o Monte Teide, um grande vulcão coberto de neve. É um território ótimo para caminhadas, e a essa altitude, a paisagem é quase como a lunar. Há um teleférico até o cume, e a vista das Ilhas Canárias de cima é imperdível.
 

7. Lindas praias – Formentera



A Espanha tem mais de 5000 milhas de costa além de dias claros e ensolarados durante a maior parte do ano, por isso, não é de se surpreender que seja uma “Meca” da praia. De praias abarrotadas de turistas a trechos desertos de areia virgem, há praia para todo mundo. Algumas das mais preservadas e brancas são encontradas na costa da ilha Balear de Formentera. A ilha está situada no Mar Mediterrâneo, e está a apenas duas horas de barco do continente.
 

8. Cidade das Artes e das Ciências – Valência



A Espanha possui uma arquitetura histórica notável, mas também detém uma visão futurística para muitos de seus projetos de construção recentes. As maravilhosas curvas do museu Guggenheim têm colocado Bilbao no mapa, mas é a Cidade das Artes e das Ciências desenhada pelo magnífico arquiteto espanhol Santiago Calatrava que é o ponto máximo da arquitetura moderna na Espanha. Seus sinuosos edifícios arrojados, repletos de formas e ângulos incomuns se tornam particularmente espetaculares quando iluminados à noite.
 

9. Plaza de España – Sevilha



A majestosa capital da região da Andaluzia, Sevilha, é recheada de belas paisagens e uma atmosfera incrível. A Plaza de España foi projetada pelo arquiteto local Aníbal Gonzalez, para a grande exposição Ibero-Americana de 1929 que se realizou na cidade que se econtrava praticamente falida. O lugar é um festival de torres e colunas ornamentadas e decoradas com azulejos. Em seu centro, há uma enorme fonte e canais pelos quais os visitantes podem navegar em pedalinhos alugados. É um lugar tão marcante que é frequentemente utilizado como cenário de filmes.
 

10. Ruínas romanas – Segóvia



Os romanos dominaram os espanhóis por mais de 700 anos e há vestígios de suas presenças por todo o país. Talvez o mais notável seja o Aqueduto incrivelmente preservado em Segovia, na região central da Espanha. Ele foi utilizado pelos antigos romanos para levar água à cidade. Com seus 167 arcos, em seu ponto mais alto, chega a quase 900 metros de altura. Não há qualquer argamassa – um incrível feito da engenharia.

 

 

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42 destinos imperdíveis ao redor do mundo

Via Portal Terra -

Veja a lista dos destinos turísticos imperdíveis, segundo o site do jornal americano New York Times. Há obviedades e surpresas merecidas, mas o valor da lista é, sobretudo, apontar para locais que nem o mais criativo poderia colocar no seu roteiro, na hora de planejar as próximas férias.

1- Castelos Ingleses (Reino Unido)



Viva como a realeza, sem ter de desembolsar uma fortuna real, em um dos castelos ingleses recentemente transformados em resorts acessíveis para famílias. No castelo de Dover (foto acima), conhecido por elevar-se sobre as falésias de Dover, uma família de seis pessoas pode se alojar na “Casa Principal do Sargento” por apenas 387 libras por três noites. Apartamentos e chalés também podem ser alugados nos castelos de Walmer (na cidade de Kent) e St. Mawes (Na cidade de Cornwall), e na fortaleza medieval de Carisbrooke, na Ilha de Wight.


2- Colônia (Alemanha)


Durante cerca de 130 anos, a paisagem de Colônia foi caracterizada pela sua catedral, obra-prima da arquitetura gótica, que já figurou no ranking das construções mais altas do mundo. Agora, arquitetos modernos estão aproveitando o Rheinauhafen, antigo estaleiro recuperado para uso público, para dar uma modernizada no visual da cidade. O playground arquitetônico inclui bistrôs construídos em vidro como o Kap am Südkai, o recém inaugurado Art’otel, e galerias como a Werft11. A obra central é um trio de torres de vidros (foto) em forma de guindastes de porto – o que explica seu nome, Kranhäuser, ou “casas guindaste” - , um símbolo apropriado da nova beira habitável do Reno.

3- Reykjavik (Islândia)



O colapso financeiro da Islândia teve entre as consequências uma forte desvalorização da moeda do pais europeu mais isolado, o que fez do destino , antes muito caro, bem mais acessível para os visitantes. Mas isso não tirou da capital (foto) o seu espirito vibrante, nem das redondezas cheias de vulcões ativos, geleiras e gêiseres, o seu atrativo selvagem.

4- Mar Vermelho (Egito)



Desde a época de Moisés, não se viam tantas pessoas visitando o Mar Vermelho (foto). Daí a grande quantidade de resorts de luxo recentemente abertos à beira deste espetacular point de mergulho. Os cinco estrelas incluem o hotel Soma Bay, com spa e campo de golfe, assim como os gigantescos Breakers Diving and Surfing Lodge, e o Kempinski Hotel Soma Bay. Outros resorts impressionantes incluem o Sahl Hasheesh, com seu estilo “árabe artificial”, que possui uma cidade construída embaixo d’água e um setor que imita Veneza com seus canais e gôndolas.

5- Deauville (França)



Cansado das multidões e da arrogância de Cannes? Vá para Deauville, no norte da França. Esta cidade da Normandia não tem nada a invejar à sua prima da Côte d’Azur: praias, lojas de luxo (a primeira loja Chanel foi aqui), boates, e até cassinos com bares de oxigênio (aqueles bares modernos nos quais você pode respirar oxigênio puro para limpar seus pulmões cansados de tanta poluição). Tem até festival de cinema badalado, o Festival de Cinema Americano. O que não tem em Deauville é o mar azul, os corpos bronzeados e os multimilionários em seus enormes iates. Além de ser uma cidade relaxada e amigável, Deauville apresenta novos hotéis a preços interessantes como o barroco-kitsch Hotel 81.

6- África do Sul



Duas palavras: luxo acessível. Com a forte desvalorização do rand no ano passado, este pais idílico que oferece safáris, vinhos de renome mundial e praias fabulosas, está virando um dos destinos preferidos dos turistas em busca de aventuras e experiências exóticas a um preço relativamente baixo. Por exemplo, uma suíte no luxuoso Cape Grace Hotel, na frente do mar da Cidade do Cabo, custa 605 dólares (foto). Um ano atrás, esta mesma suíte teria custado 821 dólares. Se quiser aproveitar e curtir a Copa do Mundo, tenha cuidado com as reservas e os preços, que vão aumentar. Já se preferir aproveitar a África do Sul sem as hordas de torcedores arruaceiros, é melhor se apressar.

7- Índia



Há poucos anos, viajar pela Índia com pouco dinheiro era sinônimo de noites suadas dormindo em um beliche fedorento de um vagão de trem, com as suas bagagens acorrentadas ao seu braço. Mas novas linhas aéreas low-cost, como a IndiGo, a Go Air e a Jet Lite, oferecem viagens baratas que conectam os cantos desta nação imensa. Inaugurada em 2005, a Spice Jet tem vôos para uma dezena de destinos saindo de Nova Déli, desde as praias de Goa até a cidade santa de Varanasi. Enquanto isso, a pioneira Indiana Air Deccan foi comprada pelo império de bebidas alcoólicas Kingfisher, e leva a mais de 60 cidades sob o nome de Kingfisher Red.

8- Cazaquistão


Guarde as piadas do filme Borat para você. A descoberta de petróleo injetou muito dinheiro no Cazaquistão, transformando esta antiga nação soviética atrasada em centro emergente de luxo, procurando disputar o mercado de Dubai ou dos países da Ásia Central. Arquitetos de renome estão transformando a paisagem da capital Astana (foto). Norman Foster projetou o Palácio da Paz, uma casa de ópera e centro cultural. Nas montanhas de Chimbulak, perto da capital, Robert Stern está criando um resort de esqui para os Jogos de Inverno Asiáticos de 2011.

9- Buffalo (EUA)



A cidade de Buffalo pode não parecer um destino muito atrativo. Mas se você se interessar por arte americana e estiver em Nova York, vale a pena dar um pulo nesta cidade que está se transformando em centro de atração cultural. Em Buffalo foi inaugurado o Burchfield Penney Art Center, com mais de 7 mil obras de mais de 600 artistas com fortes laços com o estado de Nova York, como o editor de livros Elbert Hubbard, o arquiteto Frank Lloyd Wright, o pintor minimalista Robert Mangold, e a fotógrafa Cindy Sherman, entre muitos outros. A distância entre Buffalo e Nova York é de umas seis horas de carro.

10- Madagascar



Madagascar é como um grande laboratório da natureza. Graças ao isolamento continental, seu clima e suas paisagens selvagens variadas (montanhas vulcânicas, exuberantes florestas tropicais, florestas secas, desertos e praias paradisíacas), a quarta maior ilha do mundo tem criaturas incomuns de uma originalidade inigualável. Desde lêmures a sapos bois, até camaleões (foto), passando por várias espécies de macacos, 98% dos mamíferos terrestres e 92% dos répteis de Madagascar não existem em nenhuma outra parte do planeta. Em 2007, a Unesco declarou as floresta de Atsinana Herança Mundial, por sua biodiversidade única. A fundação WWF classificou a região na 19a posição de “alta prioridade”.

11- Metz (França)



Nesta cidade do Nordeste da França funciona o primeiro satélite do Museu Georges Pompidou, o famoso centros das artes parisienses (foto). Com seu teto cintilante, o prédio pós-modernista chama a atenção pela sua arquitetura, mas também pelo seu conteúdo, que recebe mais de 60 mil trabalhos contemporâneos da coleção Pompidou. Graças ao novo TGV (Trem de Grande Velocidade), que comunica os 650 quilômetros de distância entre Paris e Metz em menos de uma hora e meia, você pode visitar os dois museus no mesmo dia.

12 - Tasmânia (Austrália)



Enófilo, preste atenção: alguns dos melhores pinots noirs, chardonnays e vinhos espumantes estão sendo elaborados nesta ilha australiana (foto). O circuito mais badalado é o Morilla Estate, à beira do Rio Derwent, onde além de uma respeitável adega há também uma micro-cervejaria, um restaurante e um museu. A adega Mona Foma também merece a visita, e é dirigida por um membro da banda dos anos 80 Violent Femmes.

13- Estocolmo (Suécia)



Os suecos, criadores dos carros Volvo, estão aproveitando novamente o seu talento para o design e a funcionalidade. Desta vez, aplicando-nos ao mercado da hospitalidade, com vários hotéis descolados inaugurados ultimamente. O que mais impressiona é o Clarion Hotel Sign, com seus 558 quartos, inaugurado em fevereiro deste ano. Os móveis são todos de designers escandinavos famosos, como Alvar Aalto e Arne Jacobsen. Já o Hotel Stureplan, com seus 102 quartos, é um prédio barroco, com muitos dos quartos no estilo retrô-chique inspirados no século 18. Baladeiros que se hospedarem neste hotel estarão muito perto dos bairros noturnos de Estocolmo – desde que eles consigam sair do bar de Champanhe do lobby.

14- Alasca (EUA)



Os viajantes têm visitado mais frequentemente o Alasca nos últimos anos, não só pelas impressionantes belezas naturais deste estado americano, mas também pelo medo do aquecimento global e o seu impacto potencial na vida selvagem da região. Desde junho de 2009, uma excelente opção é o Kenai Fjords Glacier Lodge, um resort de 16 chalés inaugurado à beira de um lago com vista direta para a geleira Pederson. Os preços começam a partir de 425 dólares por uma estadia de dois dias e uma noite, incluindo refeições e um cruzeiro para se apreciar a vida marinha e os diversas geleiras.

15- Pensilvânia (EUA)



Descobrir a natureza nos Estados Unidos não significa ter de acampar em uma barraca desconfortável com um fogãozinho a gás para cozinhar. É possível se hospedar em um lugar como o Berry Fields Farm, no Nordeste da Pensilvânia. Trata-se duma fazenda de trabalho agrícola com pomar, jardim de produtos biológicos e campos de gado Hereford e porcos, nos quais os visitantes são bem-vindos para ajudar nas tarefas. Você pode ficar na casa de hóspedes, com capacidade para 10 pessoas, e tem a escolha entre preparar suas próprias refeições ou se juntar aos proprietários Barbara e Charles Gerlach na sala de jantar, para aproveitar uma refeição com produtos da fazenda. O aluguel da casa de hóspedes custa 650 dólares por semana, mas é possível alugar por menos tempo.

16- Zâmbia



Por muitos anos, Quênia, Tanzânia a África do Sul foram os três principais destinos de safáris, oferecendo aventuras da vida selvagem africana. Mas para os amantes do ar livre à procura de experiências mais íntimas de avistagem de animais, em lugares menos visitados pelos turistas, a Zâmbia emerge como uma boa alternativa. Os safáris Toka Leya Camp oferecem passeios nos quais podem se avistar zebras e girafas no parque nacional Mosi-oa-Tunya, assim como pescar no Rio Zambezi.

17- Beirute (Líbano)



Com a diminuição da violência no pais, Beirute esta pronta para reassumir seu titulo de “Paris do Oriente”. Dois hotéis de luxo estão programados para abrir no final do ano: o Four Seasons Beirute e o Le Gray - dos mesmos proprietários do One Aldwych de Londres. Vários restaurantes de alto nível estão revolucionando a gastronomia da cidade. A tradicional cozinha libanesa encontra-se em estado de apoteose no confortável Al-Ajami. Para comida mais moderna, vá ao Hussein Hadid’s Kitchen, cujo proprietário é sobrinho da arquiteta Zaha Hadid. Mas nada representa melhor o despertar da cidade do que o Souk el-Tayeb, primeiro mercado de agricultores do pais. Aberto em 2004, reconcilia as facções libanesas através do seu amor pela comida de seu país.

18- Washington D.C. (EUA)



O recém-inaugurado Capitol Visitors Center, com seus quase 180 mil metros quadrados, é um novo destino turístico na capital americana, que ganhou visibilidade com a Obamamania. Mas um dos melhores motivos para visitar a capital dos Estados Unidos é sua variedade de bons restaurantes. Se frango frito e banana splits parecem mais adequados para a praça de alimentação de um shopping center do que para um palácio da gastronomia, a cozinha caseira americana, misturada com um certo tempero francês de Michel Richard, atrai multidões ao Central Michel Richard. Eric Ziebold, do CityZen, está deslumbrando aqueles que vão em seu restaurante com receitas chamativas como sashimi de atum azul com tâmaras apimentadas e amêndoas carameladas.

19- Galápagos (Equador)



O arquipélago equatoriano das ilhas Galápagos, que já são um ecodestino muito popular (popular até demais para alguns ambientalistas preocupados com os efeitos do turismo sobre o arquipélago), recebeu ainda mais visitantes em 2009. Neste ano, comemoraram-se os 200 anos do nascimento de Charles Darwin, assim como os 150 anos de seu livro “A origem das espécies”, inspirado pelas suas viagens à região. Várias agências de viagem passaram a oferecer cruzeiros especiais. Os preços são altos e as vagas limitadas, mas a experiência é única e inigualável.

20- Berlim (Alemanha)



“Senhor Gorbachev, derrube esse muro!”. Essas famosa frase ganhou vida há 20 anos, quando o muro de Berlim caiu e deu início ao período pós-Guerra Fria. Para comemorar o vigésimo aniversário da reunificação de Berlim, a cidade está fechando um ano de festividades, exposições, shows e –não poderia faltar em Berlim- muita festa.

21- Las Vegas (EUA)



Nenhuma cidade dos Estados Unidos sofreu a crise tão dramaticamente quanto Las Vegas, onde mais de duas décadas de expansão descomunal se transformaram em grande depressão. O desemprego atingiu 7,9% em novembro, e a taxa de falências do condado é uma das mais altas do pais. Parece que a sorte da “Cidade do Pecado” acabou. Mas para os viajantes frugais, Las Vegas é uma aposta vencedora.

22- Fjallnas (Suécia)



A fascinação com viagens aos polos terrestres continua. Ano passado, tratava-se de cruzeiros pela Passagem do Noroeste. Em 2009, a moda foi ir para resorts cinco estrelas à beira do circulo Ártico. O mais distante é Fjallnas, um resort do século 19 no interior gelado da Suécia, que está reabrindo suas portas com uma proposta de alto luxo. Antigo retiro da realeza Sueca, o complexo de 700 hectares inclui 40 suítes “tundra-chiques” com vista para os lagos glaciais e montanhas recortadas, que formam uma belíssima paisagem. Os preços começam nos 325 euros, incluindo guias de montanha.

23- Havaí (EUA)



Um quarto de hotel em Waikiki Beach por 19,27 dólares a noite? Essa é a oferta que o lendário Royal Hawaiian (foto) fez para sua reabertura durante o inverno do Hemisfério Norte, após uma renovação que manteve o hotel fechado durante vários meses. Tem uma pegadinha, é claro: o preço especial só está disponível se estiver incluído num pacote de, no mínimo, quatro noites com preços de 450 dólares por noite pelas outras três noites. Mas é um belo negócio se você quiser conhecer o luxo do hotel conhecido como “palácio rosa”. Ainda está muito caro? Não tem problema: a queda no número de turistas causada pela crise fez com que muitos hotéis havaianos reduzam seus preços a níveis bastante acessíveis.

24- Doha (Catar)



Desde que Dubai se reinventou como a Las Vegas da região, seus ricos vizinhos do golfo têm brigado pelo titulo de capital cultural. Mas Doha está muito à frente, principalmente graças à inauguração do Museu de Arte Islâmica (foto), assim como várias novas galerias de arte contemporânea.

25- Dacar (Senegal)



Eles não estão no topo das paradas musicais internacionais. Mas artistas senegaleses como a divertida Orquestra Baobab, o emotivo cantor pop Baaba Mal, o lírico poético e virtuoso da gaita Ismael Lo e Cheikh Lo (foto) – sem falar na estrela internacional Youssou N’Dour- ajudaram a transformar a colorida cidade de fala francesa em um point da world music. Para uma iniciação rítmica, vá ao Instituto Francês Léopold Sédar Senghor, um centro cultural conhecido pelo seu excelente programa musical. Senão, tente ir durante algum dos festivais musicais de Dacar, como o Africa Fête , um mostruário da música do Oeste Africano, reggae e Hip Hop, realizado no mês de dezembro.

26- Maremma (Itália)



Quatro palavras: “George Clooney esteve aqui”. A região litorânea de Maremma, e suas paisagens virgens e praias de seixos no sul da Toscana, tem sido um dos destinos de verão favoritos de aristocratas italianos e ingleses. Mas agora os habitantes estão alvoroçados pela visita do Sr. Clooney. Ele alugou a Vila Montepergoli, construída no século 16 na pequena cidade de Bolgheri. Visite Maremma antes que a plebe arruíne pontos sofisticados como Zanzibar, um bar descolado à beira da praia em San Vincenzo, ou seu vizinho, que o respeitável critico francês do Le Figaro François Simon chegou a chamar de “seu restaurante favorito em todo o mundo”, e recebeu duas estrelas no Guia Michelin.

27- Phuket (Tailândia)



Paraíso formado por mangues, ilhas tropicais e enseadas em águas cristalinas, a costa de Andaman é um dos destinos preferidos de turistas europeus querendo visitar belas praias. Nele, estão a ilha de Phuket, a espetacular pequena ilha de Ko Phi Phi, onde se encontram Rai Le Beach, e a mais calma Khao Lak. Suas opções de alojamento incluem alguns dos lugares mais luxuosos do planeta.

28- Marrakesh (Marrocos)



Com o aumento da fama global da comida marroquina nos últimos anos, gourmets e glutões estão visitando com mais frequência a antiga cidade de Marrakesh. Tours gastronômicos comandados por estrangeiros e aulas de comida caseira estão se multiplicando. Restaurantes de alto nível dirigidos por europeus são tão admirados e badalados quanto a comida de rua sem igual, dos pequenos restaurantes caseiros que abundam pela cidade.

29- Chicago (EUA)



Ele já esta sendo chamado de “O prédio do século”. Não, não é o novo hotel Trump, apesar da nova torre de 92 andares ser o segundo prédio mais alto de Chicago. O verdadeiro murmúrio é por causa do muito aguardado Modern Wing do Instituto de Arte de Chicago (foto). Projetada por Renzo Piano, esta imensa mistura de vidro e calcário foi inaugurada em maio, com algumas das maiores obras de arte do século 20, como “Mãe e filho” de Pablo Picasso.

30- Mar Egeu (Grécia)



Visitar as ilhas do mar de Homero ficou mais fácil -e barato- graças à inauguração do cruzeiro da Easy Cruise Ilhas do Egeu, Creta & Turquia. Este cruzeiro de sete noites começa em Atenas. Em seguida, atravessa o famoso mar, parando na festiva capital de Mykonos e no resort turco de Bodrum, antes de ir para as ilhas gregas de Kos, Rodas, Creta e Syros. As atrações a bordo incluem um spa, uma boate com DJ, e vinhos de lugares lendários da Antiguidade, como Macedônia ou Atica. Odisseu nunca se sentiu tão bem. Na temporada alta (verão europeu), os preços começam a 409 libras por pessoa por uma cabine dupla.

31- Monterrey (México)



A cidade industrial de Monterrey é conhecida pelas suas cervejarias e pela sua indústria siderúrgica. Mas esta cidade de grande crescimento do norte do México também está emergindo como um ponto para de arte e festas. Recentemente, recebeu o seu primeiro hotel design, o Habita MTY, da badalada cadeia de hotéis Habita. A torre monocromática de 39 andares conta com duas piscinas no terraço, e um restaurante japonês descolado, o Kitchoan. A semana do design de Monterrey, criada pelas reconhecidas universidades de design de Monterrey, fez neste ano sua sexta edição, e o Museu de Arte Contemporaneo de Monterrey (foto), em um belíssimo prédio projetado por Ricardo Legorreta, recebe exposições de renome, como a retrospectiva do escultor britânico Antony Gormley.

32- Dallas (EUA)



Tudo é maior no Texas, e o bairro artístico de Dallas não é uma exceção. Definido como “ o maior bairro artístico dos Estados Unidos”, o bairro de 19 quarteirões ficou ainda maior com a abertura do Dallas Center for the Performing Arts (foto), no dia 12 de outubro. O centro inclui o Dee and Charles Wyly Theater, uma estrutura flutuante em forma de cubo projetada por Rem Koolhaas, que receberá o Dallas Black Dance Theater. Ao lado, encontra se o Margot And Bill Winspear Opera House, com capacidade para 2.200 espectadores. Projetada por Norman Foster, esta estrutura de vidro conta com um palco tubular. Leonard Berstein, novo diretor executivo da ópera orquestrou todas estas mudanças.

33- Butão



Alcançar o nirvana está ficando chique. Por todo o pequeno Butão estão surgindo resorts ecológicos de luxo, para garantir que visitantes requintados não tenham que sofrer privações monacais. Novos hotéis estão aparecendo, como o minimalista-bacana Uma Paro, que oferece uma base estilosa para explorar o monastério Ninho do Tigre (foto), cavado dentro de um penhasco. O Taj Tashi Thimpu, lembra um palácio do Himalaia, tem 66 quartos, um spa, e fica perto do único campo de golfe do pais. O grupo Amanresorts, que abriu cinco resorts “étnicos” Amankora em cinco anos, está agora abrindo o seu sexto. Este último, o Amankora Bumthang, fica perto de um palácio do século 19 construído pelo primeiro monarca do Butão e conta com um spa de madeira garante um tratamento real.

34- Flórida Keys (EUA)



Este arquipélago de 200 quilômetros, que começa no sul de Miami, foi visto por muito tempo como um lugar de estilo caribenho de diversão para adultos, cheio de bares abertos até tarde. Mas nos últimos anos, Florida Keys viu sua reputação hedonista dar espaço a uma imagem mais amigável para famílias com crianças.

35- Roma (Itália)



Do Fórum ao Coliseu (foto), passando pela Capela Sistina, Roma tem alguns dos monumentos históricos mais importantes do mundo. Mas este ano, a cidade imperial deu as boas vindas ao Maxxi, um local futurista que traz duas novidades à capital italiana: seu primeiro museu de arte contemporânea, assim como seu primeiro museu de arquitetura. Projetado por Zaha Haddid, o local, mais do que uma estrutura unificada, é uma convergência de longos módulos em forma de serpentinas.

36- Penang (Malásia)



Se você acha comida tailandesa em Bangcoc e comida vietnamita em Ho Chi Minh muito manjado, visite Penang, capital culinária da Malásia. Curiosos da gastronomia que visitam esta cidade estão vivendo suas experiências culinárias mais interessantes do sudeste asiático, com temperos exóticos e pratos como assam laksa –macarrão de arroz branco com pasta de camarões fermentados, pepinos e abacaxi. O melhor de tudo são as barracas espalhadas por toda a cidade, com pratos refinados que raramente custam mais de dois dólares.

37- Seychelles 



Esqueça o Caribe. Nem as praias rosas de Harbor Island, nas Bahamas, se comparam com as Seychelles, uma nação-arquipélago formada por umas 115 ilhas no Oceano Índico, que oferece quilômetros e quilômetros de praias de areia branca.Estas ilhas remotas são destino de milionários europeus que gastam milhares de euros em bangalôs chiques e ecológicos. Mas agora as praias estão se abrindo para os simples mortais -ou pelo menos, os simples mortais com dinheiro suficiente para bancar a viagem. A cadeia de hotéis Four Seasons abriu neste ano um hotel perto da bela Petite Anse Bay, com vilas no estilo “casa da árvore”, com piscinas privadas.

38- Florianópolis (Brasil)



Segundo o jornal americano New York Times, Punta Del Este perdeu seu glamour e agora é a vez de Floripa, ilha que merecera e merece os versos superlativos: “jamais a natureza reuniu tanta beleza”. As ondas perfeitas que atraem a turma dos surfistas (foto), os lounges cheios de gente bonita (leia-se, mulheres douradas, rapazes sarados), regados com caipirinhas criativas ao ponto do exotismo, e uma noite farta em ofertas justificam a empolgação do jornal americano. Ele a qualificou de “Latin America’s hottestt new party destination” (O mais quente novo destino festeiro da América latina”).

39- Copenhague (Dinamarca)



Sintoma certo de que uma cidade que está passando por um “período design” é quando arquitetos de renome constroem zoológicos. Nos últimos anos, o visual renascentista de Copenhague tem se renovado graças a obras como o Museu Judeu, de Daniel Libeskind, inaugurado em 2004, uma ala de museu cheia de curvas, criada por Zaha Hadid, e um jardim zoológico projetado por Norman Foster. O florescimento arquitetural não dá sinais de estar diminuindo. O teatro Real da Dinamarca, inaugurou há pouco tempo em um prédio de vidro, e a Orquestra Sinfônica Nacional da Dinamarca também se mudará em breve para um novo edifício no estilo Jean Nouvel, um complexo altamente tecnológico, conhecido como Danish Radio Concert House.

40- Boracay (Filipinas)



A ilha de Boracay é conhecida pela suas águas cor de esmeralda, areias brancas e lagoas cristalinas. A menos de uma hora de vôo de Manila, esta pequena ilha tem sido um destino muito apreciado pelos filipinos endinheirados. Agora vários hotéis ao estilo de Miami estão ampliando a clientela da ilha. O The Tides, hotel/ butique chique virou ponto de encontro da jet-set filipina, que o frequenta para fazer festas à beira da piscina. Neste ano, o Shangri-lá Hotel insugurou com 219 quartos e um spa de mais de 5 mil metros quadrados em uma praia privada.

41- Star Island (Bahamas)



Esta ilha, deserta, na qual só há areia, corais, pedras e árvores, deve virar a primeira ilha resort sem emissões de carbono. Luxosa, mas sem depender de combustíveis fósseis que poluem a atmosfera com dióxido de carbono.

42- Monument Valley (EUA)



O Monument Valley fica no Noroeste do Arizona, e vai até Utah. Este vale é considerado um dos lugares mais bonitos dos Estados Unidos e é uma Reserva Natural da tribo dos Navajos. Com a inauguração do View Hotel, primeiro hotel dentro da reserva, é possível conferir de mais perto as belezas naturais desta região. Este hotel ecológico tem 90 quartos, e conta com a opção de quartos “star view” com vista para um belíssimo céu estrelado. O preço dos quartos básicos vai de 95 a 195 dólares por noite, dependendo da temporada.




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PANTANAL MATOGROSSENSE - Rota Turística dos Europeus
Um pacote turístico para o Brasil comprado na Europa ou na América do Norte normalmente dura cerca de vinte a 25 dias e inclui cinco atrações essenciais. Há sempre uma capital do Nordeste (Salvador é a mais procurada, mas Recife e Fortaleza também entram na escolha), alguns dias no Rio de Janeiro, outros dois ou três em Foz do Iguaçu, uma parada em uma fazenda do Pantanal Mato-grossense e outra em algum hotel de selva da Amazônia. É a síntese de nossas belezas - mas, por incrível que pareça, esse quinteto de atrações segue desconhecido por muitos brasileiros.

Numa primeira olhada, pouca coisa parece se destacar da paisagem. A vastidão, plana, revela árvores aqui e acolá, um rio ou outro. Mas é só apurar os sentidos para que o Pantanal Mato-grossense revele toda a sua exuberância. Na imensa área alagável, uma mistura de Amazônia com cerrado e com chaco entre os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, vivem 650 espécies de aves, oitenta de mamíferos, mais de 250 de peixes e mais de 1000 de borboletas. É uma das maiores diversidades de vida do planeta.

Duas estradas permitem a exploração do Pantanal. Em Mato Grosso, a Transpantaneira, entre Poconé e Porto Jofre, tem 150 quilômetros. Na época seca, você vê os animais nos lagos ao redor da pista, ou cruzando a própria - daí a recomendação de dirigir bem devagar. Nas cheias, o calçamento ajuda a evitar derrapagens, mas alguns trechos alagam. Na Estrada-Parque do Pantanal, aberta ainda nos tempos do marechal Rondon, a travessia de 120 quilômetros acontece entre Buraco das Piranhas e Corumbá (MS).

Para ajudar nas cheias, antigas pontes de madeira surgem a todo tempo: são 87, algumas em estado precário. Na seca, no entanto, é que a proximidade com os animais acontece.

O grande barato do Pantanal é justamente curtir esse zoológico ao vivo e sem fronteiras. Bandos de araras, tucanos, tuiuius, periquitos, garças e tantos outros estão sempre à vista. Veados e capivaras pastam tranqüilamente, mesmo quando dividem terreno com onçaspintadas, lobos, sucuris e jacarés - e esses existem aos montes. Dividindo espaço com os animais nativos, há grandes rebanhos de gado.

São eles os responsáveis indiretos pelo tipo de hospedagem que mais aproxima o visitante do Pantanal: a estada numa fazenda pantaneira. Ao mesmo tempo em que desfrutam da paisagem, fazem passeios para avistar animais ou percorrer os rios da região, os hóspedes podem acompanhar a lida com o gado - há, inclusive, a opção de acompanhar uma comitiva de peões. Os gringos piram. Os brasileiros se orgulham.



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25 castelos imperdíveis da Europa
Via Louco por Viagens -
 

Há algo sobre castelos que inspira admiração e ao mesmo tempo toca o lado mais doce e romântico de cada um de nós. Se você pretende visitar os melhores castelos no mundo, a Europa é o destino certo, já que o continente possui, certamente, a maior parte deles.

Aqui vão os 25 melhores castelos da Europa segundo o site Off to Europe (em nenhuma ordem em particular):

1. Castelo de Malbork, Polônia

Listado como Patrimônio da Humanidade em 1997, O Castelo de Malbork foi fundado na Prússia, em 1274 pela Ordem Teutônica. Hoje, este belo complexo gótico de tijolos pode ser visitado fazendo uma viagem curta, a 60 minutos de Gdansk, na Polônia. O Castelo de Malbork oferece excelentes visitas guiadas, exposições permanentes e temporári
as, bem como exposições de arquivo.


2. Castelo de Peleş, Romênia


Conhecido como um dos mais belos castelos da Europa, o Castelo de Peleş pode ser descoberto nas majestosas Montanhas dos Cárpatos, perto da cidade de Sinaia, na Romênia. São 168 quartos no castelo, e apenas 35 são acessíveis ao público. Recomenda-se visitar as salas de Holul de Onoare, Sala Mare De Arme, Sala De Teatru e Salonul Turcesc. Infelizmente, visitas guiadas estão disponíveis apenas no piso térreo e nos primeiros andares. É realmente um destino imperdível na Romênia.


3. Castelo de Bojnice, Eslováquia


O Castelo de Bojnice fica em Bojnice, na Eslováquia, e é um dos mais agradáveis e românticos castelos da Europa. O castelo remonta ao século XII e abriga um dos museus mais populares do país. Ele também oferece outras atrações interessantes e é local de vários festivais. Além disso, também é possível casar-se no Castelo de Bojnice.  

4. Castelo de Coca, Espanha


Construído no século XV pelo Arcebispo de Sevilha, o incrível Castelo de Coca ou “Castillo de Coca” é considerado um dos melhores castelos da Espanha. Sendo um excelente exemplo dos estilos Gótico e Mudéjar, o Castelo de Coca encontra-se na cidade de Coca, na província de Segóvia, na Espanha. Visitas guiadas ao seu interior, exterior e ao museu estão disponíveis e são altamente recomendáveis. 

5. Castelo de Brodick, Escócia


Situado na Ilha de Arran, na Escócia, esse castelo é um dos mais antigos. Suas raízes remontam ao tempo dos vikings e foi, na verdade, construído como uma proteção contra eles. Foi para os duques ingleses de Hamilton que a fortaleza foi construída, e ao longo dos séculos, gerações da família viveram no castelo. Em 1957, o último herdeiro dos Hamilton abriu mão do castelo e agora os turistas podem visitá-lo. Além de uma coleção de arte, há também uma coleção de rododendros no jardim, que é famoso no mundo inteiro.
 
6. Castelo Veliki Tabor, Croácia


Construído no século XII e agora um membro Património Mundial da UNESCO, o Castelo Veliki Tabor fica na bela região de Zagorje, na Croácia. O castelo já foi propriedade da nobre família Ratkaj e do pintor Oton Iveković. Agora, o castelo pertence ao Estado e tem função de ponto turístico, museu, além se ser o local do festival de cinema Tabor e outros eventos culturais e de lazer.

7. Castelo Ksiaz, Polônia


Também conhecido como a Pérola da Baixa Silésia, o Castelo Ksiaz foi construído no século XIII por Bolko I (segundo filho de Boleslau II, o Calvo). O castelo foi destruído e reconstruído diversas vezes ao longo dos anos. Foi uma vez confiscado pelos nazistas e, em seguida, ocupado pelo Exército Vermelho. Visitas guiadas ao castelo para grupos e turistas individuais ficam disponíveis na primavera e no verão entre as 9h e 17h, de segunda à sexta.

8. Castelo de Bran, Romênia


Originalmente construído pelos cavaleiros da Ordem Teutônica, em 1212, o Castelo de Bran fica nos limites de Bran, na Romênia. Situado nas colinas, esse castelo pitoresco tem laços estreitos com a lenda do Drácula e foi convertido em um museu popular entre os turistas que visitam a área.

9. Castelo de Lincoln, na Inglaterra


O Castelo de Lincoln fica em Lincolnshire e foi construído em 1068. Tal como acontece com muitos outros castelos europeus, esse castelo é rico em história, mas se distingue dos outros por ser um dos únicos dois castelos do país que foram originalmente construídos em dois mottes (montes de terra largos e nivelados, geralmente com 50 pés de altura). Além disso, o Castelo de Lincoln costumava ser a casa de William, o Conquistador.

10. Castelo de Eltz, Alemanha



O Castelo Eltz fica situado nas colinas entre Koblenz e Trier, na Alemanha Ocidental. É um dos mais bem preservados castelos medievais da Alemanha e tem sido propriedade da mesma família por mais de 800 anos. Visitas guiadas ao castelo são recomendáveis e custam € 8,00 para adultos e € 5,50 para crianças. O castelo fica aberto de abril a novembro e pode ser visitado diariamente das 09h30 às 17:30.
 
11. Monte Saint-Michel, França

Outro castelo europeu notável, o Monte Saint-Michel, perto da Normandia, nunca deixa de impressionar. Na verdade, é considerado uma maravilha medieval devido ao fato de que ele é construído sobre um pico rochoso. O Monte Saint-Michel era originalmente um mosteiro e serviu como um destino popular para os peregrinos. Hoje, é uma das atrações turísticas mais populares da França.

12. Castelo de Neuschwanstein, Alemanha

Muitos daqueles que vêem o castelo pela primeira vez tem a ligeira impressão de que o Castelo Neuschwanstein lhes é familiar. Isso porque o castelo se parece muito com o castelo da Disney na Flórida! De fato, alguns especulam que o castelo da Disney foi moldado a partir do castelo real, na Alemanha. Uma coisa é certa: o enorme castelo é de tirar o fôlego! Construído em 1800, o castelo pode ser encontrado em Schwangau, nos Alpes da Baviera.

13. Castelo Frankenstein, Alemanha

Esse castelo é assim famoso devido aos diversos mitos e histórias que o cercam. Mais do que essas lendas, o Castelo de Frankenstein tem sua própria história real. Descubra este misterioso castelo por si só, e aprecie o Frankenstein vir à vida real.

14. Castelo de Eger, Hungria
O Castelo de Eger é uma das mais populares atrações turísticas da Hungria e uma visita a ele vale muito a pena. O castelo fica a mais ou menos 90 minutos de trem de Budapeste. O castelo remonta ao século XIII e é famoso por ter impedido a invasão do exército turco em massa em 1552. Há quatro excelentes museus no castelo, bem como outras exposições interessantes para você ver.

15. Castelo de Windsor, Inglaterra
Quem nunca ouviu falar do Castelo de Windsor? Localizado no condado inglês de Berkshire, o Castelo de Windsor é um dos castelos mais perfeitamente preservados do mundo. Claro, os famosos guardas que não se movem também estão presentes ali. Melhor ainda, o castelo fica em uma pitoresca cidadezinha com tudo “pitorescamente inglês” para ser encontrado ali.

16. Castelo de Trakai, Lituânia

Situado na cidade de Trakai, na Lituânia, o Castelo de Trakai é um brilhante exemplo da arquitetura gótica. Na verdade, existem dois castelos para ver em Trakai: um sobre uma ilha, e um nas margens do Lago Galve. O castelo abriga um excelente museu repleto de artefatos lituanos e outros objetos interessantes que foram descobertos nas terras do castelo. A viagem de um dia de Vilnius ao Castelo de Trakai é recomendado.

17. Castelo de Spis, Eslováquia

Datado do século XII, o Spis Castle é um dos maiores castelos medievais da Europa Central e está situado acima da cidade de Spisske Podhradie. O castelo foi declarado monumento nacional em 1961 e já foi propriedade da Família Real. O Spis Castle é um Patrimônio Mundial da UNESCO.

18. Castelo de Hohensalzburg, Áustria
Construído em 1077 pelo arcebispo Gebhard, o Castelo Hohensalzburg fica localizado na pitoresca cidade austríaca de Salisburgo e representa sua mais popular atração turística. Essa enorme fortaleza fica sobre a cidade, na colina de Festungsberg e é um dos maiores castelos medievais da Europa. Visitas guiadas com áudio em oito línguas estão disponíveis, mas você pode visitar o castelo a seu próprio gosto.

19. Castelo de Canterbury, Inglaterra

O Castelo de Canterbury – outro castelo muito antigo – foi construído no século III. Tal como acontece com outros castelos, o Castelo de Canterbury foi acrescentado ao longo dos séculos. E ainda que o castelo não esteja mais intacto, ainda é uma maravilha de se ver.

20. Castelo de Predjama, Eslovênia

Construído em uma formação rochosa natural na Eslovênia, o Castelo Predjama é um destino popular para os que visitam a área. Sendo agora um museu que retrata a vida de vários senhores medievais, o Castelo Predjama já foi reconstruído duas vezes, depois de passar por guerras e desastres naturais. Esse notável castelo renascentista é modesto em beleza, mas é um “must-see” para os entusiastas.

21. Castelo de Pembroke, País de Gales


Situado nas margens do Estuário do rio, o Castelo de Pembroke possui túneis, passagens e escadas que se pode explorar. Os aficcionados pelos Tudor também vão adorar o fato de que Henry Tudor nasceu ali. Outra vantagem: o castelo está quase intacto.


22. Castelo de Hunyad, Romênia
Conhecida como a casa das almas penadas, o Castelo Hunyad é uma relíquia da dinastia Hunyad e fica na Romênia. Também conhecida como Castelo Hunedora, essa magnífica estrutura foi construída no século XIV em estilo gótico, e é famosa por supostamente ser a casa de Vlad III, preso durante sete anos, antes que ele fosse destronado, em 1462.

23. Palácio de Versalhes, França

O Palácio de Versalhes foi construído como um pavilhão de caça de Luís XIII. Logo depois, a pousada foi promovida a um castelo e tornou-se a residência oficial do Tribunal da França. Ao longo dos anos, e muitos monarcas mais tarde, o castelo finalmente evoluiu para o que é hoje.

24. Castelo de Kyrenia, Chipre
Localizado na pitoresca costa norte do Chipre, o Castelo de Kyrenia foi construído no lado oriental do porto da vila. Sobrevivendo a vários pequenos cercos e uma guerra de quatro anos, esse castelo do século XVI é uma das principais atrações turísticas da região, rica em variadas histórias.

25. Castelo de Praga, República Tcheca
Esse castelo é o orgulho da capital da República Tcheca. O Castelo de Praga tem sido o centro da história do país por muito tempo, e continua a ser um símbolo de suas lutas. O castelo, que é conhecido como um dos maiores do mundo, foi construído no século IX e majestosamente se mantém até hoje. Você pode fazer uma visita guiada ao Castelo de Praga todos os dias, das 9 às 5 pm. São oferecidos tours em seis línguas: Tcheco, Inglês, alemão, italiano, russo e espanhol.

Fotos: Captain Chaos.