COLUNISTAS



DANIEL MAZOLA
Editor e Diretor Responsável,
TRIBUNA DA IMPRENSA Sindical (Mtb-RJ 23.957 JP)
Pós-graduado, especializado em jornalismo sindical e contra-hegemônico. Conselheiro Efetivo ABI (2014/2017), ex-Presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa-ABI. Presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa, Expressão e dos Direitos Humanos da Associação Nacional e Internacional de Imprensa (CDLIEDH-ANI). Jornalista Responsável na ABMERJ, Editor da Revista 'Indomáveis Leões'. Militante social em diversos fóruns e coletivos de luta, ativista pela democratização dos meios de comunicação e dos direitos humanos.
Foi Vice Presidente de Divulgação do G.R.E.S. Estação Primeira de MANGUEIRA (2010/13), editor do jornal FAFERJ (Federação das Associações de Favelas do Estado do Rio de Janeiro), editor do jornal do SINTUFF (Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal Fluminense-UFF), editor do jornal FOLHA DO CENTRO (RJ), editor do jornal OUVIDOR DATASUL (gestão empresarial e tecnologia da informação), subeditor de política do jornal O POVO, repórter do jornal BRASIL DE FATO, radialista e produtor na Rádio Bandeirantes AM1360 (RJ), sendo colaborador de diversos blogs e publicações. 
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Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca (DR).





ROBERTO MONTEIRO PINHO
Foi diretor de Relações Internacionais da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), editor do periódico Jornal da Cidade, subeditor do Jornal Tribuna da Imprensa, correspondente internacional, juiz do trabalho no regime paritário, atuando nas Sétima e Nona Turmas, na Sessão de Dissídios Coletivos (SEDIC) do TRT do Rio de Janeiro, é Membro da Associação Brasileira de Imprensa ABI. Radialista, cursou sociologia, bacharel em direito, sindicalista, no setor privado é diretor de RH, especialista em Arbitragem (Lei 9.397/96), Membro da Associação Sulamericana de Arbitragem - ASASUL, Membro do Clube Jurídico do Brasil, Assessor Especial da Presidência da OAB - Barra (RJ), titular da Coluna Justiça do Trabalho no Blog Tribuna da Imprensa Sindical, autor do livro Justiça Trabalhista do Brasil - o fenômeno social agoniza", defende a manutenção modernização e a celeridade na Justiça do Trabalho através de matérias publicadas, titular do Blog justicadotrabalho.blogspot.com, e colabora com os principais sites trabalhistas e sindicais do País.





CARLOS CHAGAS
Começou como repórter de O Globo, em 1958. Depois passou pelo O Estado de S. Paulo, onde permaneceu durante 18 anos. É formado em Direito pela PUC-Rio. Apresentou o programa Jogo do Poder, exibido pela Rede CNT e que antes ia ao ar nas redes Manchete e Rede TV. Agora, recentemente apresenta o programa Falando Francamente. Também é comentarista do Jornal do SBT em Brasília. Foi professor da Universidade de Brasília (UnB) durante 25 anos. Alem de apresentador da CNT, escreve uma coluna publicada em 12 jornais, onde comenta e critica a forma como a imprensa brasileira atua. Comentarista de política no SBT e na Jovem Pan. Escreveu, entre outros livros: "O Brasil sem Retoque: 1808 - 1964", "Carlos Castelo Branco: o Jornalista do Brasil" e "Resistir é Preciso".




SEBASTIÃO NERY
Jornalista desde Janeiro de 1952. Professor de Latim e Português em Pedra Azul e Belo Horizonte. De 1942 a 1950 estudou no Seminário de Amargosa, Bahia, e no Seminário Central da Bahia, em Salvador. Transferindo-se para Belo Horizonte, colou grau em filosofia na Universidade de Minas Gerais, em 1954, iniciando o curso de ciências jurídicas e sociais que só concluiria em 1958, na Faculdade de Direito da Bahia. Trabalhou em jornais, rádios e televisões de Belo Horizonte, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Fundou e dirigiu jornais em Minas Gerais “A Onda”, Bahia “Jornal da Semana”, São Paulo “Dia Um” e Rio de Janeiro “Politika”. Correspondente internacional de jornais e revistas em Moscou, Praga e Varsóvia entre 1957 e 58; “Isto É” e diversos jornais em Portugal entre 1975 e 76, e na Espanha em 77; adido cultural do Brasil em Roma entre 1990 e 91, e em Paris entre 1992 e 93. Atualmente escreve uma coluna diária publicada aqui e em jornais de 20 estados; programa de TV na “Rede Minas”, conferencista e escritor.




HELIO FERNANDES
Decano do jornalismo brasileiro. Seu primeiro emprego foi na revista O Cruzeiro, quando tinha 13 anos lá permaneceu por 16 anos, junto com seu irmão mais novo Millôr Fernandes. A seguir, foi chefe da sessão de esportes do Diário Carioca, onde chegou a editor e depois diretor da revista Manchete.

Cobriu a Assembléia Constituinte de 1946. É o único jornalista ainda vivo que participou da cobertura daquela Constituinte. Foi assessor de imprensa de Juscelino Kubitschek durante a campanha deste à presidência da república em 1955. Após a campanha, voltou ao jornalismo de oposição ao governo. Trabalhou também na televisão comentando a conjuntura política, com sucesso.

No começo da década de 1960, Helio Fernandes adquire o jornal Tribuna da Imprensa, fundado 12 anos antes. Começou a ser perseguido logo após o Golpe de 1964. Foi o redator do manifesto pela Frente Ampla, lançado por Juscelino, Lacerda e João Goulart, candidatou-se a deputado federal, mas teve seus direitos políticos cassados em 1966. Com a violenta censura à imprensa imposta via o AI-5 em 1968, foi preso várias vezes, inclusive no DOI-CODI, foi enviado ao exílio interno em Fernando de Noronha. Ao contrario da maioria dos donos de jornal, nunca aceitou a censura e nunca deixou de tentar publicar as notícias do período.

A sede do jornal chegou a ser alvo de atentado a bomba (foto acima), poucos dias antes do ataque frustrado ao Riocentro, já na época final da ditadura militar, em 1981, mas no dia seguinte o jornal estava nas bancas. O Nonagenário e sábio jornalista continua atuante e polêmico como sempre. Aqui é possível acompanhar as lúcidas análises políticas dessa extraordinária legenda do jornalismo crítico no Brasil.