19.1.16

NOVO CPC É PERSONA NON GRATA NA ESPECIALIZADA?

ROBERTO MONTEIRO PINHO -

(...) A postura, a insensatez e o quadro geral, com gritantes situações pontuais, fez com que a sociedade, tivesse conhecimento do maléfico desserviço, que os atores da especializada prestam a qualidade e na solução dos conflitos das relações de trabalho.


Dois aspectos circundam a receptividade (os juízes do trabalho ainda não definiram sua posição em relação a este instituto), a Conciliação no formato instituído pelo artigo 334 do Novo CPC, respeitando o interstício de reflexão ali estabelecido, como expressivo de uma nova visão de processo, em que a autonomia da vontade das partes passe a ser valorizada e estimulada nos espaços processuais, bem como a essa regra seja a solução consensual dos conflitos. 

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