8.7.16

CRIANÇAS SÃO VENDIDAS COMO 'ESCRAVAS SEXUAIS' PELO EI; SINDIPETRO-RJ CONVIDA JORNALISTAS E MIDIALIVRISTAS PARA ENCONTRO SOBRE A LUTA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO

ILUSKA LOPES -


Segundo matéria publicada no New York Post, islamistas usam o aplicativo Telegram Messenger para publicar anúncios sobre a venda de escravos, assim como de armas e equipamento militar. O anúncio diz: uma menina para venda é “virgem. bonita. 12 anos, US$ 12,5 mil (R$ 41mil), será vendida em breve”.

O jornal fala que os terroristas tratam cerca de 3 mil mulheres e meninas com mão de ferro e as mantêm como escravas sexuais. Numa fusão de práticas bárbaras antigas e tecnologias modernas, o grupo vende as mulheres como bens móveis em redes sociais e cria bases de dados que contêm as suas fotografias e os nomes de seus “donos” para impedir a fuga.

Milhares de mulheres e crianças da yazidis foram presas em agosto de 2014, quando os combatentes do Estado Islâmico invadiram suas aldeias no Norte do Iraque com o objetivo de eliminar a minoria curda.

Dizer o que de tanta barbaridade, e pior, saber que somos completamente impotentes, pobres crianças. Tristeza...

Sindipetro-RJ convida jornalistas e midialivristas para encontro sobre a luta contra a privatização

O Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) convida jornalistas e midialivristas para um encontro na próxima quarta-feira, 13 de julho, a realizar-se na Avenida Presidente Vargas, 502, 7º andar, a partir das 15h.

O objetivo é oferecer subsídios, trocar ideias e experiências, visando ampliar a cobertura midiática da luta contra a privatização e em defesa do pré-sal. O debate é aberto. Contamos a participação de todas e todos.

Anote na agenda:

- Bate-papo com a mídia alternativa sobre a resistência contra a entrega do pré-sal às petrolíferas estrangeiras e contra a privatização da Petrobrás.
- 13/7, quarta-feira, às 15h
- Subsede do Sindipetro-RJ (Av. Presidente Vargas, 502, 7º andar)
- Aberto a todos os veículos e coletivos de mídia alternativa interessados na cobertura das lutas da classe trabalhadora.

*Com informações do New York Post, ABr (Moscou) e Sindipetro-RJ.