26.7.16

SECRETARIADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DA UGT ELEGE GELSON SANTANA COMO COORDENADOR NACIONAL

Via UGT -


A União Geral dos Trabalhadores (UGT) realizou, na tarde desta segunda-feira (25), em São Paulo, a Plenário Nacional das Entidades Sindicais da Construção Civil, Construção Pesada e em montagem Industrial, que teve como tema central “A importância do setor para a economia e para o emprego e os desafios sindicais para a categoria”.

O evento, que teve como objetivo o fortalecimento do Secretariado Nacional da Construção Civil da UGT, foi marcado pela eleição de Gelson Santana para a coordenação do grupo.

Gelson é presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil em Porto Alegre e, ao longo dos seus mais de 30 anos de atuação no movimento sindical, adquiriu experiências que para esse momento são fundamentais na organização da luta ugetista em prol do setor da construção.

Participaram do evento representantes de 30 entidades da área da construção de Itapevi, Porto Alegre, Presidente Prudente, Goiânia, , Belém, Altamira e região, Pará e Amapá, Poá, Carazinho, Encruzilhada do Sul, Barroso, Jaboatão dos Guararapes, Rio de Janeiro, Roraima, Campinas, Uberlândia, Ipojuca, limeira e Navegantes.

Gelson ressaltou que é preciso ampliar a atuação do setor para enfrentar, veementemente, a precarização no setor da construção, que é um problema presente em Porto Alegre, mas que se estende a diversas outras regiões brasileiras. “Temos que trabalhar para construir políticas que busquem atender as demandas do nosso setor”, explicou o coordenador do Secretariado.

A abertura do evento contou com a presença de Ricardo Patah, presidente nacional da UGT, de Francisco Canindé Pegado, secretário Geral, Moacyr Pereira, Tesoureiro e Chiquinho Pereira, secretário de Organização e Políticas Sindicais da Central.

Ricardo Patah, Presidente da UGT ressaltou que a Central luta, incansavelmente, para avançar não só em relação aos direitos trabalhistas, mas também nos direitos sociais da população, por isso, discutir os temas ligados a organização da classe trabalhadora da construção, é fundamental para ampliar a unidade que existe no setor. “Nossos desafios são grandes, mas nossa solidariedade é maior”, diz Patah que completou: “Podemos pensar em fazer um caderno de clausulas anuais do setor da construção, independente da central que esse sindicato é filiado, pois o que precisamos é nos unir”.

*Por Fábio Ramalho – Imprensa UGT / fotos FH Mendes.