17.3.17

AINDA É TEMPO, AMOR. QUEM SEGURA O BRASIL SOMOS NÓS

PEDRO PORFÍRIO -


Está provado que o povo ainda tem como barrar as monstruosidades que a quadrilha de impostores tenta empurrar goela a dentro dos brasileiros.

A rua é o melhor caminho, mas não é o único. Quem carrega o país nas costas é a grande massa de trabalhardes e não a meia dúzia de espertos que negocia seu envolvimento com os crimes nos tapetes e esconderijos desses podres poderes.

Basta que cada um queira, o resto vem junto. Como escreveu Oscar Wilde, em 1900, "A abolição da escravatura na América não foi consequência da ação direta dos escravos nem a expressão do seu desejo de liberdade. A escravidão foi abolida graças a conduta totalmente ilegal de agitadores vindos de Boston e de outros lugares, que não eram escravos, não tinham escravos nem qualquer relação direta com o problema. Foram eles, sem dúvida que começaram tudo".

É preciso ter clareza: os golpistas apostam todas as suas fichas em outras relações de produção com a restauração da criadagem. Quando o presidente da Câmara diz que a Justiça do Trabalho deve acabar, ele expõe as vísceras do projeto golpista.

Trata-se do golpe mais burilado destes tempos de famélicos. O mercado de trabalho passará ao bel prazer dos senhores das rezes.

A proposta deles é manipular a partir das ondas de desempregados, convertidos em armas contra os irmãos, oferecendo-se por qualquer pataca.

A aposentadoria e as pensões simplesmente vão evaporar-se. 65 anos, mais 49 de contribuição, mais raspagem no direito dos pensionistas - menos os fardados) é sacrifício mortal. Eles fizeram as contas e um trato com os cinco bancos que já controlam o Brasil por todos os vetores da economia.

A plebe e arredores já começam a perceber a grande negociata. Sabem o suficiente para chutar o pau da barraca.

Ou encrenca hoje e parte para a ignorância, ou um dia a mais será tarde.