19.10.17

1- MENINO TORTURADO ATÉ A MORTE PORQUE MÃE E PADRASTO ACHAVAM QUE ELE ERA GAY; 2- DEPUTADO DIZ AO MINISTRO DA CULTURA QUE A MÃE DELE DEVERIA SER EXPOSTA DE “PERNA ABERTA” EM MUSEU [VÍDEO]

REDAÇÃO -

Gabriel Fernandez.
Isauro Aguirre, de 32 anos, foi acusado de conspirar com sua namorada para torturar e matar o filho dela, de apenas oito anos de idade.

De acordo com o procurador responsável pelo caso, os crimes aconteceram porque Aguirre acreditava que o menino fosse gay. Agora, o homem pode ser condenado à pena de morte. As informações são do Daily Mail.

O assassinato aconteceu em meados de 2013, entretanto, o julgamento do caso começou apenas na última segunda-feira (16), na corte de Los Angeles, na Califórnia.

O americano é acusado de atacar Gabriel Fernandez com spray de pimenta, obrigá-lo a ingerir as próprias fezes e depois vomitá-las, queimar a pele do garoto com bitucas de cigarro, agredi-lo com um taco e matá-lo com a “permissão” da mãe do menino. Tudo baseado na crença de que o garoto era gay .

Logo após a morte de Gabriel, o casal ligou para a polícia e reportou o caso como suicídio. Os dois alegaram que a criança “gostava de bater em si mesmo, era homossexual e queria acabar com a própria vida”. (…)

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Deputado diz ao ministro da Cultura que a mãe dele deveria ser exposta de “perna aberta” em museu

Na Comissão de Segurança Pública da Câmara, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e o deputado Givaldo Carimbão quase chegaram às vias de fato.

Carimbão, presidente da Frente Parlamentar Mista Católica Apostólica Romana (isso existe), se lembrou de uma exposição de arte em que a imagem de Nossa Senhora era explorada — isso segundo sua mente doentia.

“Eu queria que fosse com a mãe do ministro”, falou Carimbão. “Eu queria pegar a mãe do ministro e colocar com as pernas abertas”.

Leitão se levantou para deixar a sessão e, exaltado, pediu respeito à mãe falecida, “que merece todo respeito”.

Os ânimos se exaltaram até que o presidente da comissão, Alberto Fraga, pediu que as ofensas fossem retiradas das notas taquigráficas e encerrou a sessão.

O ministro já havia se acovardado diante do deputado Sóstenes Cavalcante, da bancada evangélica, que reuniu parlamentares para reclamar da inação do MinC no caso da performance “pedófila” no MAM. (via DCM)