8.11.17

ENTENDA OS MAIORES RISCOS DA REFORMA TRABALHISTA [VÍDEOS]. AGENDA: MOBILIZAÇÃO DIA 10 NA CANDELÁRIA, CONTRA A REFORMA

Via SENGE-RJ -

Projeto do governo golpista de Michel Temer significa o fim das leis que protegem o trabalhador e entra em vigor no dia 11 de novembro.


Conheça o Sérgio! Ele vai explicar sobre os impactos da Reforma trabalhista na vida dos trabalhadores. E vai avisar, também, sobre a agenda de lutas! Fique ligado!

AGENDA:

Mobilização dia 10 de novembro, na Candelária, contra a Reforma Trabalhista


O objetivo é protestar contra a Reforma Trabalhista, que entra em vigor no dia 11, a Reforma da Previdência, que o governo pretende votar ainda este ano, e o corte extensivo de direitos dos cidadãos brasileiros. Os atos ocorrerão em vários estados do Brasil. No Rio de Janeiro, a manifestação começa às 16h, na Candelária. Haverá também uma caminhada até a Cinelândia.




1. Formas de contratação mais precárias e atípicas: terceirização, contrato intermitente, parcial, autônomo, temporário, negociação da dispensa.

2. Flexibilização da jornada de trabalho: jornada in itinere, ampliação da compensação do banco de horas, redução do tempo computado como horas extras, extensão da jornada 12 por 36 para todos os setores de atividade, flexibilidade diária da jornada, redução do intervalo de almoço, parcelamento de férias, negociação individual do intervalo para amamentação.

3. Rebaixamento da remuneração: pagamento por produtividade, gorjetas, pagamento em espécie, PLR (participação nos lucros ou resultados), abonos e gratificações, livre negociação dos salários.

4. Alteração das normas de saúde e segurança do trabalho: insalubridade (gestante e lactante), restrições à fiscalização, teletrabalho.

5. Fragilização sindical e mudanças na negociação coletiva: fragmentação da classe, descentralização das negociações, regras para a representação no local de trabalho, formas de custeio da organização sindical.

6. Limitação do acesso à Justiça do Trabalho e limitação do poder da Justiça do Trabalho: ampliação do papel dos mecanismos privados de conciliação, eficácia liberatória dos acordos, quebra do princípio da gratuidade.