21.11.17

UNANIMIDADE NOVAMENTE

HELIO FERNANDES -

Depois da satisfação inesperada mas implacável, proporcionada á população pelos 5 Desembargadores Regionais Federais, (TRF2), a movimentação colossal para impedi-los  de continuar atuando.

Depois da votação (perdão, avacalhação) da sexta na Alerj, o MP, revoltado, entrou com recurso no próprio TRF2.

O tribunal convocou sessão para hoje, terça, ontem foi feriado nacional. Mas da terça até hoje, atravessando o fim de semana prolongado, acumularam "MOTIVAÇÕES" para que o TRF2, fique totalmente impedido de julgar o recurso do MP.

Têm certeza absoluta, que o tribunal confirmará com outra UNANIMIDADE, a primeira decisão da prisão de Picciani e de membros da sua quadrilha de corruptos. Assim, juntaram uma equipe para montar impedimentos do TRF2. Apresentam muitas negativas, mas não destroem, LEGALMENTE, a participação do TRF2.

Convencidos disso, trabalham com justificativas escusas, miseráveis, tortuosas, para que não haja julgamento. Diante da situação escabrosa que domina o país, é possível mesmo que não haja julgamento.ILEGALMENTE, são mais fortes.

A Alerj, (pessoalmente e como um todo) ultrapassou todas as ilegalidades, irregularidades, indignidades. Inclusive DESCUMPRINDO ordem judicial para que a sessão fosse publica, como é obrigatório.

E realizando votação particular. A falta de CREDIBILIDADE dos membros da Alerj, notória, se transformou num desafio á Justiça e á própria opinião publica.

Na própria  sexta feira, o desembargador Abel Gomes, relator do processo de investigação, intitulado CADEIA  VELHA, se manifestou. E bloqueou bens de Picciani, Paulo Melo e Albertassi, no valor de 247 milhões.

Se não são corruptos, se não têm culpa, se são "inocentes injustiçados", por que o bloqueio de bens desse vulto?

PS- Hoje o assunto único, acima de qualquer outro, é a possibilidade e a esperança de repetição da UNANIMIDADE.

PS2- Se impedirem o TRF2 de mostrar e demonstrar sua independência, será um retrocesso ainda maior do judiciário.

PS3- O STJ tem sessão marcada para amanhã, quarta. Pauta: continuação do julgamento do foro privilegiado. O relator votou pelo fim dessa excrescência, já está 4 a 1. Mais 2 ministros acompanharão, ficará no mínimo 6 a 5.