8.2.18

1- PARTIDOS LANÇAM FRENTE EM DEFESA DE LULA CANDIDATO E CONTRA REFORMAS; 2- BLOCO PÕE NAS RUAS DE BH O “CARNAVAL SEM LULA É FRAUDE” [VÍDEO]

REDAÇÃO -

Estiveram presentes dirigentes do PSOL, PDT, PCdoB e PSB, além de Requião, do MDB.
Em reunião nesta quarta-feira 7, dirigentes de cinco partidos do campo progressista decidiram criar ainda em fevereiro uma frente contra as reformas de Michel Temer e em favor do direito de o ex-presidente Lula se candidatar.

O encontro ocorreu na sede do PDT em Brasília e reuniu o deputado cearense André Figueiredo, líder da legenda trabalhista na Câmara, o senador João Capiberibe, do PSB do Amapá, o deputado Ivan Valente, do PSOL de São Paulo, e a presidente do PCdoB, Luciana Santos, de Pernambuco. A presidenta do PT, Gleise Hoffmann, e o senador petista Lindbergh Farias estavam presentes, além do senador Roberto Requião, do MDB.

O objetivo do encontro foi o de construir uma Frente Ampla nacional, que deverá buscar a garantia dos direitos dos trabalhadores e aposentados, além de mobilizar a população em defesa do direito de Lula se candidatar.

Em reportagem de janeiro, CartaCapital havia adiantado que as lideranças dos quatro partidos defendiam o direito de Lula concorrer antes mesmo de sua condenação ser confirmada na segunda instância, o que em tese inviabiliza a candidatura do petista com base na Lei da Ficha Limpa.

Carlos Lupi, presidente do PDT, defendeu a participação do petista mesmo com o apoio do partido à candidatura de Ciro. "Temos candidato a presidente, mas queremos Lula na disputa para se ter uma opção. É um direito dele", diz o dirigente.  Já Carlos Siqueira, presidente do PSB, afirmou que a melhor solução para o caso "é entregar para a população decidir". "Seria estranho o principal concorrente não disputar. O processo dele foi colocado na frente de outros no TRF-4. Temos o caso do ex-governador de Minas Eduardo Azeredo, do PSDB, que ainda não foi encerrado. Isso gera desconfiança."

Flavio Dino, governador do Maranhão pelo PCdoB, também defende o direito de Lula concorrer. "É uma exigência democrática. Estamos diante de uma aplicação casuística do direito, o conjunto da obra mostra isso. E isso leva à necessidade de uma atitude política coerente e proporcional à dimensão desse casuísmo." (via Carta Capital)

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Bloco põe nas ruas de BH o “Carnaval sem Lula é fraude”