16.5.18

1- METROVIÁRIOS CONTABILIZAM VITÓRIAS MESMO COM A NOVA LEI TRABALHISTA; 2- A CASA GRANDE NÃO TEM CANDIDATO [VÍDEO]

REDAÇÃO -


O Sindicato dos Metroviários de São Paulo obteve, em período recente, três importantes conquistas. Para Wagner Fajardo (foto), coordenador da diretoria da entidade, os avanços só foram possíveis em razão da firmeza da direção e do apoio da base. As conquistas abrangem a garantia de representação, readmissão de trabalhadores e também renovação da Convenção Coletiva, sem ceder à nova lei trabalhista.

Fajardo participou quinta (10) do Repórter Sindical na Web, programa da TV Agência Sindical, apresentado pelo jornalista João Franzin. O dirigente foi o segundo da série “Sindicalismo e conquistas”.




Representação - Importante conquista, segundo o sindicalista, se deu no Tribunal Superior do Trabalho (TST), que reconheceu como integrantes da categoria cerca de dois mil trabalhadores das linhas 4 (privatizada) e 5 – cujas bilheterias estão sendo terceirizadas, mas o Sindicato manterá a representação destes funcionários. Diz Fajardo: “Metroviário é metroviário, independentemente da empresa para qual trabalhe”.

Readmissão - Outra vitória recente foi a reintegração ao emprego dos 37 demitidos arbitrariamente na greve de 2014. “Conseguimos esse avanço na negociação da campanha salarial do ano passado. Firmamos o acordo agora, dia 9 de abril. O Metrô deve readmitir os companheiros até o final do mês”, adianta o sindicalista.

Durante os quatro anos em que os trabalhadores ficaram desempregados, a categoria os sustentou com uma contribuição voluntária.

Acordo - O dirigente também destaca a campanha salarial encerrada dia 22 de abril, antes da data-base, em 1º de maio. “Conseguimos manter o acordo coletivo anterior intacto e pegamos reajuste do IPC-Fipe. Além disso, antecipamos o pagamento da Participação nos Resultados, com valores mínimos de R$ 7 mil”, relata. Outro ganho foi incluir na Convenção cláusula que normatiza o pagamento do adicional noturno até o final da jornada. (via Agência Sindical)

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A CASA GRANDE NÃO TEM CANDIDATO