9.6.18

1- CESTA BÁSICA SOBE EM 18 CAPITAIS E A MAIS CARA É A DO RIO DE JANEIRO; 2- NAUFRÁGIOS DEIXAM 7 MORTOS E DESAPARECIDOS NA BAÍA DE SEPETIBA

REDAÇÃO -


O custo da cesta básica aumentou em 18 capitais em maio, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As maiores altas ocorreram em Campo Grande (5,22%), Florianópolis (3,49%), João Pessoa (3,17%) e Fortaleza (3,12%). Houve reduções em Manaus (-0,82%) e Belo Horizonte (-0,39%).

A cesta básica mais cara é do Rio de Janeiro (R$ 446,03), seguida por Florianópolis (R$ 441,62), São Paulo (R$ 441,16) e Porto Alegre (R$ 437,73). As menores foram encontradas em Salvador (R$ 327,56) e Recife (R$ 336,36).

Os preços médios da cesta básica caíram em quase todas as capitais entre maio de 2017 e maio de 2018, com destaque para Recife (-11,34%), João Pessoa (-9,74%) e Belém (-8,74%).

Mais números da pesquisa

As maiores altas foram registradas em Campo Grande (0,77%) e no Rio de Janeiro (0,78%).

Nos cinco primeiros meses do ano, a tendência de queda inverteu, com todas as capitais mostrando aumento acumulado, com variações entre 1,27%, em Recife, e 8,70%, em Campo Grande.

O custo da cesta de alimentos básicos na cidade de São Paulo foi de R$ 441,16 em maio, com alta de 1,46% em relação a abril. Em 12 meses, a variação anual foi de -3,87% e, nos cinco primeiros meses de 2018, de 3,96%. (via Agência Brasil)

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NAUFRÁGIOS DEIXAM SEIS MORTOS E DESAPARECIDOS NA BAÍA DE SEPETIBA

Duas embarcações naufragaram entre a noite desta quinta-feira (7) e a madrugada desta sexta-feira (8) na Baía de Sepetiba, em frente ao Porto de Itaguaí, que fica no litoral sul fluminense. Segundo a Marinha e o Corpo de Bombeiros, 7 pessoas morreram. Sobreviventes informaram que chovia e ventava muito na hora do acidente. Seis pessoas foram resgatados da água pelo Corpo de Bombeiros e três nadaram até a costa.

Segundo um sobrevivente do naufrágio, o grupo estava pescando quando foi surpreendido por um vento forte. "Paramos para poder pescar, ancoramos o barco. De repente, veio um vento muito forte. O barqueiro falou: 'Esse vento deve ser de sudoeste. Vamos recolher o material e puxar âncora'. Foi quando de repente o vento entrou muito forte, nós nos trancamos na cabine. Não dava para ver nada. Foi aí que o barco naufragou, coisa de 15 segundos", contou Marlon, segundo relato do G1.

Os trabalhos de resgate continuam no local. Outras cinco pessoas estão desaparecidas. (via Rio247)