12.7.18

A ODEBRECHT ROUBOU NOVAMENTE O CONTRIBUINTE; NÃO QUERO CHORO NEM VELA, APENAS FORA CRIVELLA

HELIO FERNANDES -


A empresa acabou de fazer um acordo com o governo, chamado de leniência. Pagando uma soma combinada, ela pode voltar a participar de licitações. Até mesmo com a Petrobrás. Não sou contra esses acordos, mas eles precisam representar uma indenização verdadeira dos recursos que pertenciam e pertence ao cidadão contribuinte eleitor.

Pelo acordo assinado ontem, a Odebrecht vai pagar 2 bilhões e 700 milhões em 22 anos. Isso é um acinte, uma vergonha e uma concessão despudorada de um governo rigorosamente impopular. A então Presidente da Petrobrás Graça Foster, grande amiga da Presidente Dilma, se comprometeu com ela de não revelar os prejuízos da empresa. Inesperadamente Graça Foster, oficialmente declarou que as perdas da empresa ultrapassavam os 92 bilhões de reais.

A maior parte disso foi surrupiada pela Odebrecht. Agora, ela volta a plena atividade pagando menos de 3 bilhões em mais de 2 dezenas de anos. E numa espécie de gozação e de desprezo com a opinião pública, assumiu o compromisso de que os fatos passados não se repetirão. Inacreditável que uma empresa completamente desacreditada, tenha recebido um aval de credibilidade concedido pelo próprio governo.

Agora, um presidente sem voto, corrupto e usurpador.

NÃO QUERO CHORO NEM VELA, APENAS FORA CRIVELLA

Seu impeachment está difícil. Pelos crimes praticados, antes e depois da posse, a impressão é que negociaria uma reunião sem punição. 17 vereadores assinaram a suspensão do recesso, ele entrou em campo negociando, mas para distribuir favores e privilégios, que antes negava tudo era para os "lideres" da sua igreja.

Ontem a manifestação publica foi um fracasso. Esperemos que a votação que pode começar hoje, não se transforme numa vitória desse trapalhão paspalhão, que jamais poderia ter sido eleito.

COPA DO MUNDO

Segunda semifinal e um dos jogos mais disputados e até emocionantes. A Croácia mereceu a vitoria, apesar da resistência da Inglaterra, que foi quem abriu o placar. A Croácia, que disputava sua quinta Copa, se manteve solida e integra. Empatou no segundo tempo, dominou totalmente os 30 minutos da prorrogação. No domingo, duas hipóteses. A França garante o seu segundo titulo. A Croácia conquista (a palavra é essa) o seu primeiro.